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                    <title>TIGblogs - Luciana Brasil's TIGBlog</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/</link> 
                    <description>What's on the minds of young leaders from around the globe?</description> 
                    <language>en-us</language> 
             
                <item> 
                    <title>Questionário sobre prioridades e problemas dos jovens no Mercosul</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/720067</link> 
                    <description><![CDATA[Como parte do Informe Subregional de Desenvolvimento Humano, Jovens e Desenvolvimento Humano no Mercosul, que será lançado em setembro, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) está solicitando aos líderes juvenis que respondam a um breve questionário sobre as prioridades e os problemas dos jovens no Mercosul. <br />
<br />
A participação dos jovens vai contribuir para que o Informe traduza com fidelidade as expectativas desse público. São doze perguntas e o colaborador deve escolher as respostas que mais se aproximem de suas idéias. Outras informações sobre o projeto podem ser obtidas pelo site www.desarollohumano.org <br />
<br />
Fonte: Juventude.gov.br]]></description> 
					<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 09:42:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Campanha quer conscientizar brasileiros sobre prevenção e repressão ao tráfico de pessoas</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/707833</link> 
                    <description><![CDATA[Flávia Albuquerque<br />
Da Agência Brasil<br />
Em São Paulo<br />
A partir da segunda quinzena de julho a Secretaria Nacional da Justiça do Ministério da Justiça começa a distribuir em pontos estratégicos como aeroportos, rodoviárias, postos e núcleos de apoio, cartazes e folhetos explicativos sobre a prevenção, repressão e o atendimento a vítimas do tráfico de pessoas. A ação faz parte da Campanha Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, lançada nesta segunda-feira (22), na capital paulista<br />
<br />
Segundo o secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, também serão espalhadas nesses locais caixas de papelão com as seguintes inscrições: "pessoas", órgãos", "crianças", "mulheres". O objetivo é indicar que tudo isso é considerado mercadoria pelos traficantes de pessoas.<br />
<br />
Para o secretário, esse tipo de campanha aproxima as pessoas dessa realidade e mostra que esse tipo de crime pode acontecer na família de qualquer cidadão. "A campanha busca a conscientização das pessoas que podem ser vítimas e principalmente da população para que reprima isso de forma inteligente", afirmou durante o Seminário Internacional sobre Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas.<br />
<br />
Tuma Júnior disse que o tráfico de pessoas é praticado no Brasil como em outros países do mundo, com a diferença de que o Brasil apura os casos. "Muita gente acaba dizendo que temos mais problema com isso, mas não é verdade. Nós apuramos e temos transparência para apurar, outros países escondem. O fato de termos mais registros de ocorrência não significa que aumentou a criminalidade e, sim, que aumentou a confiança nas instituições que fazem as investigações."<br />
<br />
De acordo com o secretário, não há um banco de dados confiável sobre o número de pessoas traficadas, mas os registros da Justiça indicam que nos últimos quatro anos mais de 200 pessoas foram condenadas por esse tipo de crime. Esse banco de dados está em fase de elaboração e abrangerá informações de todo o país, desde a ocorrência registrada pelas polícias estaduais, até os inquéritos realizados nos estados, as denúncias apresentadas e as condenações. "Isso dará um quadro real do que está acontecendo e de que forma estamos conseguindo enfrentar o problema", disse.<br />
<br />
Segundo Tuma, as vítimas do tráfico de pessoas são, principalmente, aquelas em situação de vulnerabilidade social. "As características são diferentes, há tráfico para mão de obra escrava, exploração sexual da mulher, abuso de crianças e jovens, tráfico de órgãos. Isso vai variando de acordo com a região do país, que tem uma dimensão continental, por isso essas diversas manifestações", afirmou.<br />
<br />
De acordo com dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (Unodc), o tráfico de pessoas é um dos crimes mais lucrativos no mundo e perde somente para o tráfico de drogas. O tráfico de pessoas afeta 137 países, atinge cerca de 2,5 milhões de pessoas e movimenta US$ 32 bilhões por ano. A exploração sexual de mulheres é responsável por 79% desse quadro.<br />
<br />
Segundo a assistente de projetos na área de tráfico de pessoas do Unodc, Adriana Maia, o tráfico de mulheres costuma ser mais visível e os outros tipos desse crime ainda não são notificados suficientemente.<br />
<br />
"Os números são muito difíceis, porque as informações para uma pesquisa dessas são oficiais de cada país, enviadas pelos departamentos de Justiça e de Polícia, mas os outros departamentos que trabalham com isso não têm esses dados computados. A outra grande dificuldade é conseguir comparar dados que não são comparáveis. Cada país registra de uma forma diferente", disse.]]></description> 
					<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 17:23:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Conscientização ambiental é o principal objetivo da equipe Limpa Trilha</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/707721</link> 
                    <description><![CDATA[Durante a 17ª edição do Rally Internacional dos Sertões a equipe ambiental Os Canastras também estarão correndo contra o relógio. Mas o objetivo desse grupo, apelidados de “Limpa Trilha”, não é conseguir concluir a especial em menos tempo, mas sim deixar o trajeto por onde os pilotos passaram sem as “pegadas” que ficam pelo caminho.<br />
<br />
Para isso uma equipe especialmente treinada percorre todo o trajeto da prova retirando os eventuais lixos, pedaços de veículos e resíduos que ficam pelo caminho. E segundo Carlos Andrade, o Carlão, integrante do Limpa Trilha, muitas vezes, aquilo que é encontrado pode influenciar no resultado final da prova. “Acontece de um carro capotar durante uma especial e continuar na prova, e o Spy fica pelo caminho. Recolhemos depois, no acampamento os pilotos e navegadores vêem desesperados até nós para ver se achamos a peça”, diz. O Spy é um equipamento localizado na parte externo do veículo, que transmite, via satélite, informações dos competidores para a direção de prova. No caso da perda do dispositivo, há punição e multa.<br />
<br />
Além de portas, pneus, GPS e rodas alguns competidores acabam tendo problemas mecânicos e deixando vazar óleo e combustível no Sertão. Para amenizar o impacto ambiental dessas eventualidades, o grupo ecológico recolhe esses líquidos com o auxílio de um produto químico desenvolvido exatamente para esse serviço. “Temos um produto de fabricação nacional que absorve seis vezes o próprio peso e duas vezes mais rápido que o produto que usamos no ano passado”, conta Andrade.<br />
<br />
Além de prestar essa função o principal objetivo de Carlos Andrade é conscientizar os participantes. “Nosso maior objetivo é a conscientização dos participantes, principalmente de forma preventiva”, afirma. “A terminar o Sertões, a ação ambiental espera tornar todos os envolvidos no evento e as comunidades cada vez mais conscientes de suas responsabilidades”.]]></description> 
					<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 16:30:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Alta participação de mulheres e jovens marca eleições no Irã</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/697431</link> 
                    <description><![CDATA[A participação elevada, principalmente de jovens e mulheres, e a ausência de incidentes graves foram os destaques das eleições que acontecem hoje no Irã, onde mais de 46 milhões de eleitores escolhem o próximo presidente do país.<br />
<br />
Desde a abertura dos colégios eleitorais, às 8h (00h30 de Brasília), as longas filas, as aglomerações às portas das mesquitas e das escolas onde é possível votar são as imagens que marcam o dia no Irã, onde reina um ambiente festivo.<br />
<br />
Por volta do meio-dia (local), cerca de cinco milhões de eleitores já tinham votado, conforme anunciou à imprensa oficial o ministro do Interior, Sadek Mahsuli, que acrescentou que as autoridades esperam uma participação recorde em eleições do Irã.<br />
<br />
Os iranianos decidem hoje se reelegem o atual presidente, Mahmoud Ahmadinejad, ou se preferem que seja substituído por um dos três candidatos da oposição: o independente pró-reformista Mir Hussein Moussavi, o clérigo aberturista Mehdi Karroubi e o conservador Mohsen Rezaei.<br />
<br />
As previsões indicam que a disputa mesmo se dará entre Ahmadinejad e Moussavi, que foi primeiro-ministro do Irã entre 1981 e 1988.<br />
<br />
Na entrada dos colégios do norte de Teerã, a maioria dos eleitores dizia que seu voto seria em Moussavi, que conseguiu despertar uma nova esperança entre os jovens e principalmente entre as mulheres, que hoje compareceram às urnas em massa.<br />
<br />
No sul, a região mais pobre da capital, a maioria dos votantes se inclinava por Ahmadinejad, mas também havia um grande número de partidários dos candidatos reformistas e do conservador Rezaei.<br />
<br />
Ahmadinejad recebe mais apoio nas zonas rurais, enquanto Moussavi é mais popular nos núcleos urbanos e nas regiões onde vivem as minorias do país, como os curdos ou os armênios.<br />
<br />
Segundo o Ministério do Interior, os colégios deverão fechar às 18h (10h30 de Brasília), mas tudo indica que o prazo se estenderá por várias horas, com o limite fixado em meia-noite (local).<br />
<br />
Os resultados finais, que devem ser validados pelo poderoso Conselho de Guardiães, serão anunciados 24 horas depois do fechamento dos colégios.<br />
Fonte: Agência EFE.]]></description> 
					<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 11:12:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>MEC promove campanha para conter violência nas escolas</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/697429</link> 
                    <description><![CDATA[Garantir uma cultura de paz nas escolas é o objetivo da Semana de Mobilização Segurança com Cidadania nas Escolas, de 15 a 21 de junho. Promovida pelos ministérios da Educação e da Justiça, a ação pretende mobilizar professores, alunos, pais e funcionários para refletirem sobre violência dentro e fora da escola. <br />
<br />
“Hoje há muita violência nas escolas, que deveriam ser lugares de paz para garantir o direito de aprender”, disse o ministro da Educação, Fernando Haddad, durante o lançamento da ação nesta quarta-feira, 10, em Brasília. A semana de mobilização inclui atividades a serem realizadas em 1.142 escolas, situadas em regiões de risco social. <br />
<br />
A comunidade escolar participará de concursos, prêmios e festivais e receberá materiais informativos que abordam temas como furtos, ameaças e agressões físicas. A intenção é orientar as crianças e jovens e estimular a participação da escola no combate à violência, por meio da conscientização. “Pretendemos fazer com que a não-violência transborde a escola e alcance a comunidade onde ela se situa”, ressaltou Haddad. <br />
<br />
Para o ministro da Justiça, Tarso Genro, a participação das escolas nesse processo vai impactar as ações de segurança pública no país. “A Constituição Federal prevê a participação direta da sociedade na gestão do governo. As escolas, como plenárias de discussão sobre segurança pública, podem pautar nossas ações”, destacou. <br />
<br />
A semana de mobilização nas escolas faz parte das ações prévias da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública (Conseg), do Ministério da Justiça. O objetivo da Conseg, que será realizada de 27 a 30 de agosto, é mobilizar todos os setores da sociedade para definir linhas gerais de uma política nacional no setor. A conferência foi convocada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em dezembro de 2008. <br />
<br />
Fonte: MEC]]></description> 
					<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 11:08:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>ONU quer mostrar a face bem-sucedida do desenvolvimento em registros fotográficos</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/697427</link> 
                    <description><![CDATA[O desenvolvimento é comumente retratado com imagens de desolação e desespero, apesar de inúmeras iniciativas, programas, idéias e parcerias que estão mudando a vida de milhões de pessoas em nosso mundo de desenvolvimento e transição. A fim de trazer à tona o sucesso do processo de desenvolvimento e compartilhar ações bem sucedidas e inovadoras, o Centro Internacional de Polícias para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), em colaboração com o Centro de Informação das Nações Unidas no Rio de Janeiro (UNIC Rio), lança a Campanha Global de Fotografia “Humanizando o Desenvolvimento”. <br />
<br />
Parceiros de todos os continentes apóiam a campanha – do Brasil ao Cazaquistão; de Nova Iorque a Abuja; do Sri Lanka ao Haiti; da Companhia do Metrô de São Paulo à Universidade Calvary em Singapura. Um grupo de voluntários das Nações Unidas – Serviço de Voluntariado Online também está colaborando com o IPC-IG na organização da campanha. <br />
<br />
Todos podem participar neste esforço global e contribuir com uma fotografia: basta enviar sua foto através do site da campanha: http://www.ipc-undp.org/photo/ <br />
<br />
A foto deverá retratar uma das 14 áreas temáticas da campanha, relacionadas com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, tais como: luta contra a privação e a expansão do acesso à alimentação, água, saneamento, educação e serviços de saúde para os pobres e promovendo a liderança feminina e oportunidades iguais para o desenvolvimento de talentos. <br />
<br />
Alguns dos principais resultados da campanha incluirão uma galeria de fotos que será permanentemente exposta no escritório do IPC-IG e aberta à visitação pública; uma série de exposições fotográficas em diversas cidades ao redor do mundo; e um banco de fotos que será compartilhado com os parceiros da campanha e várias agências e departamentos da ONU. <br />
<br />
Junte-se a nós na divulgação do desenvolvimento através novas perspectivas! Vamos promover e compartilhar iniciativas de desenvolvimento bem sucedidas! Contribua! Participe! <br />
<br />
Visite o site da campanha disponível em todos os idiomas da ONU e em português: http://www.ipc-undp.org/photo/ <br />
<br />
Faça o download da logo da campanha e coloque-a no seu site/blog: http://www.ipc-undp.org/photo/logo/ Você também pode fazer o download de cartazes da campanha em todos os idiomas oficiais da ONU e em português! <br />
<br />
Fonte: ONU-Brasil ]]></description> 
					<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 11:07:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Mais de 100 milhões de meninas trabalham no mundo, estima OIT</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/694911</link> 
                    <description><![CDATA[Brasília - Mais de 100 milhões de meninas trabalham em todo o mundo, segundo estimativa da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Desse total, cerca de 53 milhões são vítimas de exploração sexual comercial e são submetidas ao regime de servidão, atividades que estão entre as piores formas de trabalho infantil.<br />
<br />
Os dados fazem parte do relatório Demos uma Chance às Meninas, divulgado nesta quarta-feira (10/6) pela OIT por ocasião do Dia Mundial contra o Trabalho Infantil (12 de junho).<br />
<br />
O estudo também aponta que, do total de meninas que trabalham, 20 milhões têm menos de 12 anos (37,7%) e 32,3 milhões estão na faixa de 5 a 14 anos (61%). A maioria realiza atividades agrícolas.<br />
<br />
No setor de serviços, que inclui crianças no trabalho doméstico, as meninas representam 30% do total, e na indústria, 9%. <br />
<br />
Fonte: Agência Brasil.]]></description> 
					<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 16:17:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>O primeiro "homem grávido" dá à luz o segundo filho, diz TV</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/694909</link> 
                    <description><![CDATA[O transexual norte-americano Thomas Beatie, que ficou famoso por ser o primeiro “homem grávido” do mundo, deu à luz nesta terça-feira (9), quase um ano após ter se tornado pai pela primeira vez, informou a rede de televisão dos EUA “ABC”.<br />
<br />
De acordo com a emissora, o parto foi normal. O nome da criança ainda não foi divulgado.<br />
<br />
A mulher de Beatie, Nancy, de 46 anos, com quem ele é casado há quase seis anos, é quem vai amamentar a criança. Isso já ocorreu com Susan Juliette, a menina que nasceu em 29 de junho de 2008 - está para completar um ano -, após uma gestação de Beatie que chamou a atenção.<br />
<br />
Em novembro, Beatie, de 35 anos, anunciou que tinha deixado de tomar hormônios masculinos para poder ter outro filho.<br />
<br />
Ele mudou de sexo aos 24 anos e é legalmente homem. Mas mantém os órgãos sexuais femininos. Quando era mulher, se chamava Tracy Lagondino.<br />
<br />
Beatie aceitou engravidar devido à incapacidade da mulher para a gestação.<br />
<br />
Apesar da preocupação de parentes, Beatie assegura que não tem medo das ameaças sofridas desde que o caso veio à tona, e afirma que tem uma “família diferente, mas tradicional”.]]></description> 
					<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 16:15:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Repetência no ensino médio duplica em 9 anos, apontam dados do MEC</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/694907</link> 
                    <description><![CDATA[Apesar da ampliação do número de matrículas na escola básica desde a década de 90, a proporção de estudantes que repetem de ano aumentou. No ensino médio chegou a 12,7% em 2007, o dobro de 1998, indicam dados do Ministério da Educação divulgados ontem pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no relatório Situação da Infância e da Adolescência Brasileira 2009 – O Direito de Aprender. No ensino fundamental, a repetência foi menos acentuada: de 9,7% para 12,1% no mesmo período. <br />
<br />
Na entrevista coletiva para apresentação do relatório, a representante do Unicef no Brasil, Marrie-Pierre Poirier ressaltou que, mesmo dentro da sala de aula, o aluno pode estar privado do direito à educação. “A questão do direito de aprender não é só acesso, mas a permanência, a aprendizagem e a conclusão dos estudos na idade certa.” <br />
<br />
Segundo o relatório, apesar de passar em média dez anos na escola, os estudantes brasileiros completam com sucesso pouco mais de sete séries. "De acordo com os dados do Censo Escolar de 2006, a quantidade de concluintes do ensino fundamental corresponde a 53,7% do número de matrículas na 1ª série deste nível de ensino no mesmo ano. No ensino médio, a proporção entre matriculados na 1ª série e os concluintes é ainda menor: 50,9%”, aponta o estudo. <br />
<br />
Faltas e ensino pouco atraente <br />
<br />
Educadores afirmam que a repetência e o abandono escolar no ensino médio são reflexos de problemas no currículo, centrado em conhecimentos específicos. O professor da UnB, Candido Gomes, afirma que o ensino médio está “sem rosto”, não tem significado para o aluno. A pesquisadora Dagmar Zibas, da Fundação Carlos Chagas, cita as faltas dos estudantes. “A principal causa de reprovação têm sido as faltas. E por que eles faltam? No período noturno, pode ser a dificuldade de conciliar trabalho e escola. Mas o principal é o que o currículo se distancia do interesse do jovem. O conteúdo não faz sentido para ele.” <br />
<br />
O Unicef destaca que a ampliação da obrigatoriedade do ensino é fundamental para garantir a todos o acesso à educação. Hoje apenas o ensino fundamental (dos 7 aos 14 anos) é obrigatório. O fundo recomenda que a educação infantil (para crianças de 4 e 5 anos) e o ensino médio (dos 15 aos 17 anos) também sejam incluídos. Uma proposta de emenda à Constituição, que estende a obrigatoriedade a essas etapas de ensino, tramita no Congresso Nacional. <br />
<br />
Segundo o relatório, nas nações desenvolvidas a escolaridade obrigatória varia de dez a 12 anos e engloba o ensino médio. Em alguns países como a Alemanha, a Bélgica e a Holanda, a escolarização obrigatória chega a 13 anos. <br />
<br />
"Em conjunto com uma educação de qualidade, cujo pilar é a valorização do trabalho do professor, a permanência na escola por mais tempo garante aos estudantes uma aprendizagem mais ampla e consciente, o que coloca esses países nos lugares mais altos dos rankings dos exames internacionais”, diz o documento. <br />
<br />
Cerca de 27 milhões de estudantes estão nas salas de aula, o que corresponde a 97,6% das crianças entre 7 e 14 anos. Mas o Unicef chama a atenção para o fato de que a parcela ainda fora da escola (2,4%) representa 680 mil brasileiros nessa faixa etária. <br />
<br />
O relatório alerta que são os grupos mais vulneráveis da população que enfrentam dificuldades para ter acesso à educação e concluir os estudos. <br />
<br />
"As mais atingidas são as [crianças] oriundas de populações vulneráveis como as negras, indígenas, quilombolas, pobres, sob risco de violência e exploração, e com deficiência”, cita o estudo. Segundo dados divulgados pelo Unicef, do total de crianças que não frequentam a escola, 450 mil são negras e pardas e a maioria vive nas regiões Norte e Nordeste. Em Santa Catarina 99% das crianças e adolescentes têm acesso à educação, no Acre esse percentual cai para 91,3%. <br />
<br />
Gastos com educação <br />
<br />
O Brasil precisa investir pelo menos 8% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação para conseguir reverter as desigualdades de acesso e os problemas de qualidade que ainda persistem, segundo a representante do Unicef no país, Marie-Pierre Pirier. Em 2007, o gasto público do país na área correspondeu a 4,6% do PIB. O ministro Fernando Haddad defende que o investimento público em educação deve ser de 6% do PIB, média do que aplicado em países desenvolvidos. Mas Marie-Pierre aponta que países que enfrentaram situação semelhante a do Brasil e precisavam reverter “dívidas históricas” com a educação, como a Coréia, o Japão e a Irlanda, obtiveram bons resultados após aumentarem os investimento na área para mais de 6%. <br />
<br />
Na avaliação da representante, o Brasil precisa melhorar a articulação entre os vários setores do governo e da sociedade civil em um esforço para garantir o direto à educação. <br />
<br />
“O desempenho escolar não depende só da escola, mas o apelo estratégico dela é muito importante na vida da criança. No relatório nós chamamos a importância para o envolvimento do setor da saúde, por exemplo. Porque uma criança desnutrida, doente ou em situação de violência não consegue aprender”, explicou. <br />
<br />
Ela ressaltou também que o Brasil tem condições de garantir a universalização, desde que o foco do trabalho esteja no atendimento individual das crianças e dos adolescentes. “Nós não podemos falar de números, temos que falar de crianças com nome e endereço”, afirmou. <br />
<br />
Para a coordenadora do Programa de Educação do Unicef, Maria de Salete Silva, mesmo que as recomendações sejam seguidas, os resultados só poderão ser percebidos a longo prazo. “Algumas mudanças no país são mudanças de décadas. Mudanças radicais em educação têm resultados em ciclos que são ciclos semelhantes aos de estudo de 15 ou 20 anos”, avaliou Maria de Salete. <br />
<br />
Fonte: Folha de S.Paulo/ Unicef/ Agência Brasil]]></description> 
					<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 16:11:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>País tem 233,9 mil menores chefes de família, diz Pnad</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/694905</link> 
                    <description><![CDATA[O Brasil tem hoje 233.908 jovens com menos de 18 anos e com a responsabilidade de chefiar uma família. Os dados, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), foram destacados pelo relatório Situação da Infância Brasileira 2009, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), como um exemplo de crianças e adolescentes em situação de extrema vulnerabilidade. <br />
<br />
“É um número muito grande de adolescentes que estão assumindo uma responsabilidade, de geração de renda, de perspectiva de futuro, que não é coerente com seu ciclo de vida”, avalia Maria de Salete Silva, oficial de projetos de Educação do Unicef e coordenadora do relatório. “É uma situação extremamente preocupante.” <br />
<br />
A Pnad de 2006 mostrava 254.970 adolescentes nessa situação. Ainda assim, quatro famílias brasileiras em cada mil são chefiadas por adolescentes. Normalmente, famílias desse tipo são fruto de algum problema social que já impõe uma carga de dificuldades extras, como gravodez precoce ou perda dos pais. <br />
<br />
“Essa situação traz uma carga que chamamos de multipobreza. Uma pobreza leva à outra e torna mais difícil sair desse ciclo”, resume Salete. A situação é mais comum nos Estados do Norte. Em Roraima, Rondônia, Acre, Amazonas e Amapá, mais de dez em cada mil famílias são chefiadas por adolescentes. No Maranhão, nove em cada mil. Em números absolutos, são 33.556 em São Paulo, 20.504 na Bahia e 18.675 no Rio. <br />
<br />
Há dois anos, o Brasil ultrapassou a barreira do 0,800 no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e entrou para o grupo dos países de alto desenvolvimento. Mas, no Índice de Desenvolvimento Infantil, criado pelo Unicef, a média ainda está em 0,733. Desde o primeiro cálculo, relativo a 1999, o País teve avanços, passando de 0,609 para os atuais 0,733. Neste ano, nenhum Estado tem menos de 0,500 e três - São Paulo, Santa Catarina e Rio - ultrapassaram o 0,800. Mas, dez Estados ainda apresentam taxas de mortalidade até 5 anos superiores a 30 por mil nascidos vivos. <br />
<br />
Acesse a íntegra do relatório em: www.unicef.org.br <br />
<br />
Fonte: O Estado de S. Paulo ]]></description> 
					<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 16:11:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Ensino profissional pode chegar a travestis</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/694233</link> 
                    <description><![CDATA[DAYANNE SOUSA<br />
da PrimaPagina<br />
<br />
Uma proposta de criação de um plano específico para qualificação profissional de travestis e transexuais foi apresentada na primeira semana de junho pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Cursos ensinariam ofícios à população de travestis como forma de oferecer chances de inserção no mercado de trabalho formal. A idéia foi anunciada durante o I Seminário de Políticas Públicas de Trabalho, Oportunidades e Previdência para Travestis e Transexuais, que reuniu em Brasília lideranças do movimento LGBT (que reúne lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) e membros do governo.<br />
<br />
“A maioria dos travestis não consegue emprego formal por preconceitos por conta de sua apresentação física e vai para a prostituição”, diz Eduardo Santarelo, coordenador do programa Brasil Sem Homofobia, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. “A gente não quer que essa seja a única opção”, completa. Ele afirma que muitos travestis e transexuais sequer completaram o ciclo escolar básico, já que muitos se sentem estimulados a fugir da escola e ir para as ruas por conta do preconceito. <br />
<br />
Os cursos oferecidos seriam parte de uma estratégia que o Ministério já adotou com outras populações vulneráveis, como negros e beneficiários do Bolsa Família. Os Planos Setoriais de Qualificação permitem que vários postos de atendimento local cadastrem desempregados e ofereçam a formação. Há parcerias com empresas de diferentes setores, de forma que os formados têm chances de já saírem empregados.<br />
<br />
Neste caso, o Ministério propõe um Plano para toda a comunidade LGBT. Não há prazo para o início das atividades, mas Santarelo espera que até o fim do ano já o programa tenha início. Até o meio de julho, as entidades participantes do seminário em Brasília devem formalizar um relatório com sugestões, inclusive de que tipo de cursos podem ser oferecidos para atender melhor os travestis e transexuais.<br />
<br />
Outras áreas<br />
<br />
O seminário foi proposto pela ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais) e pela ANTRA (Articulação Nacional de Travestis e Transexuais). Além do Ministério do Trabalho e da Secretaria de Direitos Humanos, compareceram representantes do Ministério da Educação, da Previdência Social e do o Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde. Santarelo afirma que não há dados sobre a população de travestis no Brasil e que os órgãos do governo não conhecem seu tamanho ou suas demandas. “O objetivo é que essas entidades de mobilização nos ajudem a conhecer melhor”, afirma.<br />
<br />
“Essa população vive a exclusão quase total de qualquer serviço público, de trabalho, de saúde, de segurança...”, argumenta Santarelo. “O preconceito afasta ela de qualquer tipo de benefício, ela vive a margem”. <br />
<br />
Além da proposta de ensino profissional, o seminário discutiu previdência e educação. Santarelo explica que qualquer um pode ter acesso a previdência, desde que contribua. A proposta do seminário é que grupos do ANTRA, que são divididos por Estado, passem a conscientizar travestis e transexuais da possibilidade de contribuir. “A lei de previdência não discrimina, o profissional do sexo também pode contribuir como autônomo”, conclui Santarelo.<br />
<br />
Para a educação, a idéia principal é evitar a exclusão por conta do preconceito. Uma das principais bandeiras da ANTRA é que, nos serviços públicos, haja espaço para que o travesti se identifique com dois nomes (o de batismo, masculino; e o escolhido por ele, feminino) e que seja tratado pelo nome que preferir.]]></description> 
					<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 10:46:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://lulukabrasil.tigblog.org/post/694233</guid>
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Unicef lança relatório Situação da Infância e da Adolescência Brasileira 2009</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/693251</link> 
                    <description><![CDATA[A publicação divulgada hoje em São Paulo pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) -- Situação da Infância e da Adolescência Brasileira 2009 – O Direito de Aprender: Potencializar Avanços e Reduzir Desigualdade -- faz uma análise inédita da situação do direito de aprender das crianças e adolescentes brasileiros a partir de informações relacionadas ao acesso, à permanência, à aprendizagem e à conclusão da educação básica. <br />
<br />
O documento mostra os avanços e as desigualdades nessa área e um diagnóstico do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) por estado. <br />
<br />
Em São Paulo, o lançamento contará com a participação de Mozart Neves Ramos, presidente-executivo do Movimento Todos Pela Educação, e Denise Carreira, coordenadora do programa de pesquisa e monitoramento de políticas educacionais da organização Ação Educativa. Também participarão da conversa com os jornalistas a escritora Cristiana Soares, militante da educação inclusiva, e dois alunos que trarão os depoimentos de quem frequenta a escola pública. <br />
<br />
Mais informações: Cinthia Sento Sé, cmatos@unicef.org, celular (11) 8474 9869 <br />
<br />
Fonte: Assessoria]]></description> 
					<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 13:44:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://lulukabrasil.tigblog.org/post/693251</guid>
					<georss:point>-15.7833333 -47.9166667</georss:point><geo:Point><geo:lat>-15.7833333</geo:lat><geo:long>-47.9166667</geo:long></geo:Point>
                </item> 
                <item> 
                    <title>Cotas para jovens nos concursos públicos</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/693249</link> 
                    <description><![CDATA[No Pará, uma Nova Proposta de Emenda Constitucional (PEC) apresentada na Assembléia Legislativa pretende promover os direitos e oportunidades à juventude, propondo a reserva de 30% das vagas ofertadas nos concursos públicos estaduais para o grupo social, sob a faixa etária de 18 a 29 anos, em todos os níveis. <br />
<br />
A proposta é polêmica e pauta o debate de como resolver a questão do desemprego, de inserção e precariedade do trabalho juvenil. A mão-de-obra dos jovens tem qualificação reduzida e menos experiência, é incluída no mercado de trabalho pressionada por contribuir com a renda familiar, mas acaba tendo que aceitar, por isso, qualquer tipo de trabalho, o que a deixa, geralmente, à margem dos direitos trabalhistas, da carteira assinada e da sindicalização. Ou seja: sem férias, licença-maternidade, hora-extra ou aposentadoria no futuro, por exemplo. Em 2009, o aumento na taxa de desemprego provocado pela crise afeta sobretudo a população mais jovem. <br />
<br />
Os jovens e o mundo do trabalho <br />
<br />
- Apenas 14% da população ocupada juvenil estão no mercado formal. <br />
<br />
- Os dados de 2006 da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE, demonstram que o desemprego entre jovens tem aumentado, ainda que aumente também o nível de escolaridade desses mesmos jovens. <br />
<br />
- Dos 14,7 milhões de empregos gerados entre 1986 e 2006 no País, os jovens entre 15 e 24 anos ocuparam apenas 7,8% do total, diz o deputado, com base em pesquisa inédita da Organização Internacional do Trabalho (OIT).Com o apoio do projeto de Promoção do Emprego de Jovens na América Latina (Prejal), o estudo traça, com base em microdados da PNAD de 2006, o perfil do jovem de 15 a 24 anos. <br />
<br />
- Em março deste ano, a taxa de desemprego para a faixa etária de 16 a 24 anos subiu para 21,1%, a maior desde agosto de 2007. Em fevereiro, a taxa para esse grupo era de 18,9%.O desemprego atinge 46% do total de jovens entre 15 anos e 29 anos no contingente nacional de 51 milhões de jovens; e 50% dos ocupados entre 18 anos e 24 anos são assalariados sem carteira. 31% dos jovens de 15 a 29 anos apresentam renda domiciliar per capita inferior a meio salário mínimo, dado agravado para as mulheres e também para os negros - estes representam 70% dos jovens pobres. <br />
<br />
Fonte: Blog Juventude em Pauta!]]></description> 
					<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 13:43:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://lulukabrasil.tigblog.org/post/693249</guid>
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Mulheres são mal representadas em pesquisas de câncer</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/691779</link> 
                    <description><![CDATA[IARA BIDERMAN<br />
colaboração para a Folha de S.Paulo <br />
<br />
Na era em que o estudo do câncer se volta aos tratamentos dirigidos -baseados, entre outras coisas, nas particularidades de grupos populacionais-, as mulheres são sub-representadas nas pesquisas clínicas mais importantes das novas terapias para tipos de câncer não relacionados ao gênero. <br />
<br />
Nas pesquisas sobre sete tipos de tumor (hematológico, gastrointestinal, do aparelho urinário, de pulmão, do sistema nervoso, de cabeça e pescoço e sarcomas), a participação de mulheres foi, em média, de 38,8%. Para os pesquisadores, essa proporção é menor do que a incidência de vários tipos de câncer em mulheres. <br />
<br />
O trabalho, da Universidade de Michigan (EUA), será publicado na edição de 15 de julho do jornal "Cancer", da Sociedade Americana de Câncer. Os autores revisaram 661 pesquisas clínicas publicadas nos veículos científicos mais respeitados, como "New England Journal of Medicine", "Jama" e "Lancet", entre outros, envolvendo mais de um milhão de participantes. <br />
<br />
"Sabemos que existem diferenças significativas entre homens e mulheres que podem ter grande influência nas respostas à doença e ao tratamento e, portanto, nas conclusões", disse Reshma Jagsi, líder do estudo, por e-mail, à Folha. <br />
<br />
A preocupação em garantir a representação de todos os segmentos da população em pesquisas não é nova. Segundo Paulo Hoff, diretor clínico do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira, uma série de trabalhos mostra a baixa representação de minorias em pesquisas médicas. "Especificamente em relação ao sexo [dos participantes], ainda não havia sido demonstrado, de forma tão contundente, o quanto a mulher pode ser afetada", diz. <br />
<br />
Incidência <br />
<br />
A questão não é ter um número igual de homens e mulheres. "Se pensamos em tumor de estômago, a incidência é duas vezes maior em homens, o que justificaria a maior proporção deles nos estudos", diz Hoff. <br />
<br />
No trabalho da Universidade de Michigan, o critério foi comparar a proporção de mulheres na pesquisa com a incidência do tipo de câncer na população feminina em geral. "As importantes diferenças encontradas para alguns tipos de câncer sugerem que é preciso melhorar a distribuição [dos participantes de cada sexo]", diz Reshma Jagsi. "Por exemplo, enquanto 44,8% dos pacientes diagnosticados com câncer de pulmão nos EUA em 2000 eram mulheres, a participação feminina foi de apenas 30,6% nos estudos revisados", diz. <br />
<br />
O maior problema é que, quando um segmento da população está mal representado nas pesquisas, o entendimento dos efeitos do tratamento pode ser prejudicado. "Se há grupos sub-representados, os resultados ficam viciados, não refletem o que acontece com a população geral", diz Auro del Giglio, coordenador de oncologia do hospital Albert Einstein. <br />
<br />
Segundo Rafael Schmerling, do centro de oncologia do Hospital Sírio-Libanês, "do ponto de vista formal, não temos muitos dados para dizer se os tratamentos agem de forma diferente em homens e mulheres. O ideal seria desenhar o estudo para podermos identificar qual subgrupo se beneficia mais ou menos da terapia". ]]></description> 
					<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 13:10:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://lulukabrasil.tigblog.org/post/691779</guid>
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Tempo de estudo aumenta o salário, diz pesquisa</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/691777</link> 
                    <description><![CDATA[Segundo a pesquisa "Você e o Mercado de Trabalho", da FGV (Fundação Getúlio Vargas), a cada ano de estudo completado o salário dos brasileiros pode subir 15%. Além disso, as chances de arrumar emprego aumentam em 3,3% por ano de estudo finalizado. Os resultados da pesquisa evidenciam as relações entre educação e ascensão social. No entanto, para ampliar as possibilidades de ocupação e renda, é preciso investir além dos níveis fundamental e médio de ensino. <br />
<br />
A importância do ensino superior, para a pró-reitora de graduação da UFPR (Universidade Federal do Paraná), Maria Amélia Sabbag Zainko, vai muito além do diploma. "A universidade, ainda que capacite tecnicamente os futuros profissionais brasileiros, os preparam para o desenvolvimento social do País por meio da melhor percepção dos problemas que o acercam", diz ela. De acordo com a professora, são essas as características que garantem profissões melhor remuneradas. "Quanto maior o nível de escolaridade maior serão os ganhos", resume ela. <br />
<br />
O estudo da FGV comprova isso. Ele indica que a taxa média de ocupação de uma pessoa que nunca estudou, por exemplo, é de 59%. Esse índice sobe para 90% quando se fala de brasileiros com 18 anos de estudo, o que inclui profissionais com mestrado e doutorado. A mesma teoria foi comprovada em relação à média salarial dos brasileiros. Apesar das jornadas de trabalho ser similares, as diferenças salariais podem chegar a R$ 4 mil. Enquanto quem nunca estudou recebe, em média R$ 392,14, aqueles que possuem título de mestre ou doutor ganham, em média, R$ 4.454,69. <br />
<br />
O coordenador do Centro de Políticas Sociais da FGV, Marcelo Néri, relata que os dados confirmam o chamado fenômeno de retornos crescentes. "Em geral, pessoas com baixa educação ficam presas à armadilha de que estudar pouco é suficiente. Isso é um equivoco", afirma o coordenador. Segundo ele, para alcançar altos retornos, é preciso percorrer toda a trajetória educacional. As maiores taxas de retorno da educação, segundo o coordenador, estão nas regiões com maior escassez de mão-de-obra qualificada. "No Nordeste, por exemplo, o índice de retorno é de 17% a cada ano de estudo. Já no Sul - região com o número maior de pessoas educadas - a média é de 12%", exemplifica. <br />
<br />
Neri aponta a educação como principal porta de entrada para as classes de rendas mais altas. Mas, na opinião dele, a vantagem comparativa ainda está no ensino superior. "O acesso às universidades brasileiras é mais restrito do que em outros países da América Latina", afirma ele. Enquanto a taxa média de estudantes de 18 a 24 anos integrados ao sistema de educação superior na América Latina e no Caribe é de 24%, o Brasil mantém apenas 13,2% da população jovem na graduação. "Isso explica parte da desigualdade social no País", explica ele. <br />
<br />
A ascensão social, no entanto, não está vinculada exclusivamente à renda. De acordo com a coordenadora do programa de pós-graduação em Sociologia da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), Maria da Glória Bonelli, a mobilidade social também está relacionada ao grau de escolaridade e a ocupação do cidadão. "Dinheiro representa apenas condição de conforto, o prestígio na sociedade também pressupõe reconhecimento", explica a socióloga. <br />
<br />
Fatores históricos <br />
<br />
Ainda que o ensino superior seja significativo, o coordenador da FGV acredita que o retorno da educação representa duas corridas paralelas. De um lado, o número maior de brasileiros com acesso às escolas, com conseqüente aumento na oferta de profissionais qualificados. Do outro, maior demanda de mão-de-obra especializada por parte de empresas. "Nos anos 60, a corrida entre oferta e demanda de educação foi vencida pela demanda. O que justifica o fortíssimo aumento da desigualdade social no País. Já nos últimos sete anos, o sinal foi oposto: a oferta educacional tem vencido a demanda", explica Neri. <br />
<br />
A história brasileira, de acordo com a coordenadora do programa de pós-graduação em Sociologia da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), Maria da Glória Bonelli, também contribuiu para que a educação se tornasse potencial de acumulo de dinheiro, prestígio e posição. "A mobilidade na pirâmide social sofreu grandes transformações no decorrer dos anos, mas o fator que impulsionou essas transições sempre foi o Ensino Superior", afirma ela. "Na década de 70, por exemplo, a mobilidade social foi representada pelo fenômeno inter-geracional (de pai para filho). Com a urbanização do País, a corrida por profissionais qualificados foi grande. No entanto, apenas os filhos daqueles que já pertenciam aos grupos do topo da pirâmide tinham condições de freqüentar os bancos acadêmicos", conta a socióloga. <br />
<br />
Com a expansão do setor no Brasil, no entanto, a mobilidade social mudou. "Como a industrialização não seguiu o ritmo da década de 70, a transição passou a ser circular", afirma Maria da Glória. Ou seja, para conseguir uma vaga no mercado de trabalho é preciso que alguém se aposente ou seja demitido. Segundo ela, a mudança também tem refletido no papel do ensino superior. A graduação, na opinião dela, é um requisito para que o brasileiro mantenha sua posição em relação ao topo da pirâmide social, sem se afastar ainda mais do ápice. <br />
<br />
O acesso ao ensino superior, de acordo com Maria Amélia, também foi impulsionado pelas políticas governamentais de distribuição de renda e de atendimento. "Ações como Bolsa Família, por exemplo, ajudam a nivelar as oportunidades e diminuir desigualdades sociais. Elas propiciaram maior mobilidade entre classes B e C", aponta a pró-reitora da UFPR. Neri concorda. "Mesmo que ainda não seja suficiente, há programas que incentivam a inclusão de jovens de baixa renda na graduação, como o ProUni (Programa Universidade para Todos)", cita o coordenador da FGV. <br />
<br />
A iniciativa já contribuiu inclusive para a ascensão social de muitos brasileiros, segundo aponta estudo encomendado pelo MEC (Ministério da Educação). A pesquisa indica que, para 80% dos profissionais formados com bolsas integrais do ProUni, o mercado de trabalho se abriu. "O nível de empregabilidade desses bolsistas aumentou 24%. A expansão foi ainda maior nas regiões Norte e Centro-Oeste, que registraram índice de crescimento de 33%", conta a diretora de Políticas e Programas de Graduação do MEC, Paula Branco de Mello, que aponta que 61% dos profissionais empregados atuam na área de formação. A pesquisa também comprovou que 68% dos beneficiados apresentaram aumento da renda familiar. Na região Nordeste, o índice foi de 70% e no Sul, 69%. <br />
<br />
Por outro lado, a democratização do acesso, segundo Maria da Glória, diminui os privilégios proporcionados pelo ensino superior. "Quanto mais profissionais, maior a necessidade de partilhar o bolo de empregos e clientes", relata a socióloga. No entanto, a concorrência deveria estimular investimentos maiores na educação. "Para ganhar destaque, não se pode ficar restrito ao ensino superior", aconselha a professora da UFSCar. Os profissionais em busca de ascensão social, segundo Maria da Glória, precisam dominar idiomas estrangeiros, conhecer tecnologias da informação e até investir em pós-graduações. <br />
<br />
Novas mudanças <br />
<br />
Apesar de reconhecer o valor de ações afirmativas, como o ProUni, Maria Amélia acredita que elas possam causar dependência e emperrar o desenvolvimento dos beneficiados. "Bolsa não é trabalho, mas é um dos meios de acabar com a desigualdade no Brasil. Mas é preciso preparar as pessoas para que possam usufruir do seu trabalho", alerta ela. <br />
<br />
A possível dependência dos benefícios, de acordo com Paula, foi desmistificada com a experiência dos próprios bolsistas. De acordo com os números do MEC, dos profissionais formados por intermédio do ProUni, 97% se mostraram motivados a seguir os estudos e embarcar na especialização, mestrado ou doutorado. "Além disso, o programa também serviu como instrumento motivador para a própria família", destaca a diretora do MEC, que aponta que oito de cada dez entrevistados dizem que a formação deles motiva e incentiva familiares a começar ou prosseguir nos estudos. <br />
<br />
O grande desafio, para o coordenador da FGV, é conciliar a expansão do acesso à Educação Superior com a qualidade do ensino. "O consenso de que educação é o caminho para a transformação do Brasil já pode ser considerado um grande avanço em direção a esse objetivo", acredita ele. Segundo o coordenador, o PDE (Plano de Desenvolvimento Educacional) é um exemplo de que realmente há uma mudança de atitude na política social brasileira. "Se atingirmos as metas estabelecidas para 2021 já seremos um País muito melhor", garante. <br />
<br />
Além disso, Neri aposta na construção de um bom sistema de crédito educativo. "Se o ensino gera diferencial, significa que as pessoas têm condições de obter financiamento e, depois de formada, pagar esse empréstimo para que outros usufruam do mesmo benefício", afirma. Para ele, o Fies (Programa de Financiamento Estudantil) não é suficiente. "É preciso pensar em soluções mais gerais, principalmente em relação à taxa de pagamento médio. Enquanto o Brasil se aproxima de zero, o Chile mantém índices próximos a 100%", compara o coordenador. "A economia do futuro será comandada pelos jovens de hoje. Portanto, temos que olhar para eles como parte da solução", afirma ele. <br />
<br />
Fonte: Universia]]></description> 
					<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 13:05:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://lulukabrasil.tigblog.org/post/691777</guid>
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Grupo de jovens do Rio de Janeiro usa o teatro contra a discriminação</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/691775</link> 
                    <description><![CDATA[Um projeto coordenado pela organização não governamental Escola de Gente e criado por alunos de Artes Cênicas da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) está levando a todo o país reflexões sobre a necessidade de inclusão social nos ambientes de trabalho e escola. Com esse objetivo, o grupo teatral Os Inclusos e os Sisos da Unirio faz em turnê nacional com a peça Ninguém mais vai ser bonzinho, que tem supervisão do dramaturgo Bosco Brasil. <br />
<br />
O grupo leva reflexão para todos os espaços por onde passa e mobiliza as pessoas, no sentido de transformarem a cultura em um meio mais acessível para todos, relatou Danielle Basto, a representante da Escola de Gente na Rede Latino-americana de Arte para a Transformação Social (Avina). “Mostramos para o público que existem formas de garantir a participação de todas as pessoas em um espetáculo teatral. Esse é um tipo de influência direta.” <br />
<br />
A ONG garante o acesso para que mesmo as pessoas portadoras de deficiências também assistam ao espetáculo teatral. As apresentações contam com versões impressa, em braille (linguagem para deficientes visuais) e em meio digital, além de tradução para a Língua Brasileira de Sinais (Libras), legenda eletrônica e audiodescrição. A entrada é franca em todos os espetáculos. <br />
<br />
Programação <br />
<br />
Depois de Recife e Salvador, o grupo se prepara para participar, nos próximos dias 10 e 11, do Festival Internacional de Teatro de Londrina (PR). Em seguida, vai para o Rio de Janeiro, onde fará apresentações no Teatro Mário Lago, na Vila Kennedy; no Sesc de Niterói, no Instituto Benjamin Constant e na Escola de Samba Acadêmicos da Rocinha, a partir do dia 17. <br />
<br />
A peça é inspirada no livro Ninguém mais vai ser bonzinho na sociedade inclusiva, da jornalista e fundadora da ONG Escola de Gente - Comunicação em Inclusão, Claudia Werneck, que é também autora de outras 11 obras sobre inclusão, para crianças e adultos. <br />
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Para 2010, a Escola de Gente planeja um espetáculo voltado ao público infantil, além de capacitar jovens. Danielle Basto explicou que serão aceitos estudantes de artes cênicas de cursos livres e outras universidades, além da Unirio. “Formam os jovens no conceito de inclusão, contra qualquer tipo de discriminação ou preconceito, mas a partir de uma base teórica que eles já tenham.” <br />
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Fonte: Agência Brasil]]></description> 
					<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 13:04:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Escola mineira diminui vandalismo com ações voluntárias de pais e alunos</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/691773</link> 
                    <description><![CDATA[Em Divinópolis (MG), uma escola pública conseguiu diminuir as ocorrências de vandalismo e de violência depois de incentivar o trabalho voluntário dos alunos e dos pais. Agora eles são responsáveis por alguns serviços e por proteger o patrimônio da instituição. <br />
<br />
O primeiro passo foi a direção da Escola Estadual Antonio da Costa Pereira reconhecer o problema. “Percebi que o meio social, a família em si, era de uma importância fundamental para que a coisa caminhasse”, afirma o diretor Neusival Spagnol Júnior. <br />
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No início do ano, ele denunciou o vandalismo, a falta de conscientização e as agressões. A solução começou pelo prédio. Depois da pintura e dos novos vidros, os alunos se tornaram voluntários. Quem tem mais facilidade para aprender ajuda os colegas e outros organizam a biblioteca. Assim, todos cuidam da escola. <br />
<br />
“Antes a escola era acabada, toda estragada. Agora, está mais arrumadinha”, afirma Brenda Aguiar Almeida, aluna voluntária. <br />
<br />
Abrir as portas para a comunidade teve um resultado imediato na escola. No laboratório de informática, por exemplo, pais e filhos aprendem juntos. “É obrigação de pai e mãe estar na escola”, diz Maria Inês Araújo, mãe de um dos alunos. <br />
<br />
Márcia Bueno é outra mãe que, durante quatro horas diárias, troca o serviço de casa pelo da escola. “Acho que as mães dentro da escola, preocupadas e ajudando, vai ajudar a transformar a escola e melhorar a comunidade.” <br />
<br />
Fonte: G1]]></description> 
					<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 13:04:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Pesquisa mostra rotina de violências nas escolas do DF</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/691771</link> 
                    <description><![CDATA[Quase 70% dos alunos das escolas públicas do Distrito Federal já presenciaram alguma agressão física no ambiente escolar e 15% já foi vítima desse tipo de violência. Esse é um dos resultados apontados por uma pesquisa sobre violência nas escolas divulgada pela Secretaria de Educação do Distrito Federal e pela Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (RITLA). <br />
<br />
Cerca de 10 mil questionários foram aplicados a professores e estudantes do ensino fundamental e médio. A pesquisadora Miriam Abromovay, que coordenou o estudo, acredita que a realidade do DF se aplica a todo o país. “Esse estudo de caso é local, mas ele acontece em muitas capitais, municípios e estados do país. Essa é uma situação que existe em todos os lugares. São situações não-específicas do DF.” <br />
<br />
O estudo detectou a presença de diferentes formas de violência nas escolas, desde agressões verbais até o tráfico de drogas e o porte de armas. Quase um quarto dos alunos diz já ter visto alguém portando arma de fogo na escola. Nas unidades de ensino localizadas nas cidades-satélites de Brasília, os índices chegam a 30%. E 3% dos estudantes afirmaram já ter levado arma de fogo para a escola. “Na questão de violência, todo 1% é um dado importante”, avalia Miriam. <br />
<br />
Tráfico e a escola <br />
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A presença do tráfico dentro e ao redor da escola também é um dos problemas apontados pelo estudo. Mais de um terço dos professores e 23% dos alunos sabem da existência ou já presenciaram a situação. <br />
<br />
“Mas o que mais chama atenção, além de todos esses problemas, é o da microviolência que se dá nas relações sociais. A discriminação e o preconceito, seja entre raças, pela condição social, pelo jeito de se vestir ou mesmo a homofobia são muito presentes”, destaca a pesquisadora. <br />
<br />
Segundo Miriam, a pesquisa aponta que “o clima escolar não é de felicidade, mas de muito preconceito e briga”. “Nesse contexto de violência a educação não pode melhorar”, avalia. <br />
<br />
Apesar dos aspectos negativos levantados pelo estudo, os alunos têm uma percepção positiva sobre a escola e estão dispostos a modificar o ambiente. Mais de 70% acreditam que vão continuar estudando e posteriormente conseguirão um bom trabalho. <br />
<br />
“O importante não é só fazer o estudo, mas agora transformá-lo em políticas públicas. Conseguimos detectar o problema para saber o que fazer. Mas eles têm esperança de um futuro melhor, estudar é muito importante para eles e é fundamental levar isso em consideração na formulação das políticas”, diz Miriam. <br />
<br />
No ano passado, a secretaria lançou um projeto específico para enfrentar a questão da violência nas escolas públicas do DF. O estudo encomendado à RITLA vai subsidiar as ações da Política de Promoção da Cidadania e da Cultura da Paz. <br />
<br />
Ciberviolência <br />
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Outro aspecto investigado pela pesquisa é o uso da internet como instrumento para a violência. Mais de 36% dos alunos afirmaram já terem sofrido ciberviolência e 17,3% dizem ter praticado esse tipo de violência. Xingamentos, invasão de e-mail e publicação indevida de imagens estão entre as ocorrências mais citadas por estudantes e professores. <br />
<br />
“Nós pudemos perceber que os alunos são vítimas, mas também atores desse processo. Os professores também têm muitas queixas sobre o uso incorreto da internet. Ou seja, o acesso à internet é importante, mas eles precisam ser orientados sobre o mau uso dessa ferramenta e possíveis conseqüências”, disse. <br />
<br />
Fonte: Ritla/Agência Brasil]]></description> 
					<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 13:03:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Educação de jovens e adultos - a dura realidade dos que querem estudar</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/691769</link> 
                    <description><![CDATA[O tema do analfabetismo e da educação de jovens e adultos voltou com força aos noticiários desta última semana em função da divulgação pelo IBGE do documento Aspectos Complementares da Educação de Jovens e Adultos, baseado nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD de 2007. Primeiro estudo desta natureza, o documento traz informações relevantes e complementares para se compreender a realidade de milhões de brasileiros que não conseguiram realizar os seus estudos de forma regular. <br />
<br />
O Brasil tem como macro problema e grande desafio a ser enfrentado o baixo nível de escolaridade média da sua população, além de ela ser desigual e com qualidade ruim. Em 2007, a escolaridade média era de 7,3 anos, abaixo dos oito anos de escolaridade obrigatória estabelecida como lei desde 1971 (lei nº. 5.692, de 1971) e da meta de implantação gradativa dos nove anos até 2010 (lei nº 11.274, de 2006). Esta média cai para 6.3 anos se a população é preta e parda, seis anos para os que moram no nordeste, cinco anos para os 20% mais pobres e 4.5 anos para a população que vive na zona rural. A desigualdade na escolaridade acompanha as conhecidas desigualdades da sociedade brasileira, ajudando e reproduzi-las. <br />
<br />
Vários são os motivos que levam a esta situação, todos já bastante conhecidos: além dos fatores sociais que condicionam a aquisição da escolaridade, o acesso é restrito na educação infantil e há níveis insuficientes de permanência e desempenho no ensino fundamental, unido ao tema das desigualdades e da baixa qualidade do ensino ofertado. Com isto, produzimos uma escolaridade insuficiente para quem permanece no sistema, e excluímos da escola um contingente significativo de pessoas sem completar sua escolaridade. <br />
<br />
O Brasil tem uma população de 141, 5 milhões de pessoas com 15 anos ou mais. Destas, 14,1 milhões não sabem ler nem escrever, 10% da população. Em 2007 apenas 2.9% dos jovens analfabetos entre 15 e 24 anos freqüentavam algum curso de alfabetização. Entre os adultos, acima de 24 anos, apenas 1.8%. De cada 100 pessoas que saem dos programas de alfabetização apenas seis ingressam nos programas de Educação de Jovens e Adultos. Isto é grave porque os cursos que correspondem à primeira metade do Ensino Fundamental são aqueles responsáveis por sedimentar o aprendizado em programas de alfabetização. Afinal, os 6 a 8 meses dos cursos de alfabetização são apenas um primeiro passo neste processo que deveria ter continuidade até o término do Ensino Médio. <br />
<br />
Desta maneira vão se produzindo os “analfabetos funcionais”, aqueles que passaram pela escola e não têm o domínio suficiente da leitura e da escrita para utilizar no seu cotidiano, no seu trabalho, na sua vida em geral. Podemos medir este indicador, por exemplo, com aqueles, com quinze anos ou mais, que só estudaram até 3 anos de estudos. E são muitos, 15,5 milhões de pessoas. Se somarmos aos 14 milhões que não sabem ler nem escrever, chegamos a cerca de 30 milhões da população brasileira, quase 22% dos jovens e adultos que são incapazes de utilizar a leitura e a escrita. <br />
<br />
A pesquisa do IBGE mergulha neste universo e trás dados que nos ajudam a compreender este fenômeno e apontar soluções. Em primeiro lugar mostra o baixíssimo número de pessoas estudando em EJA. Do total da população em 2007 com quinze anos ou mais, apenas 2.0 %, 2.9 milhões de pessoas. A maioria são mulheres (54%), de baixa renda, na faixa etária entre os 18 e 39 anos de idade, demonstrando claramente que a EJA não tem sido uma válvula de escape para os adolescentes da escola regular, mito bastante difundido. <br />
<br />
Outra informação importante é que os alunos estão freqüentando ou freqüentaram principalmente o segundo seguimento do ensino fundamental ou o ensino médio, e uma minoria a primeira metade do ensino fundamental, demonstrando que tem mais facilidade de acessar a EJA as pessoas que querem complementar seus estudos do que aqueles que buscam consolidar sua capacidade de ler, escrever e contar. <br />
<br />
Sobre a motivação em freqüentar os estudos, 70% responderam que era para voltar a estudar ou para adiantar os estudos (fazê-lo de forma mais rápida). Apenas 19% dos entrevistados responderam que a motivação para estudar era para conseguir melhores oportunidades de trabalho. Estas respostas apontam para um interesse maior dos alunos para sua formação geral do que um olhar instrumental para a escola como acesso para melhores empregos. <br />
<br />
Dentre os motivos para a não conclusão do curso de EJA, os principais foram: o horário das aulas não era compatível com o horário de trabalho ou de procurar trabalho (27,9%); ou com o horário dos afazeres domésticos (13,6%); não havia curso próximo à residência (5,5%); não havia curso próximo ao local de trabalho (1,1%); não teve interesse em fazer o curso (15,6%); tinha dificuldade de acompanhar o curso (13,6%). Apenas (0,7%) disse não ter conseguido vaga. Estes dados demonstram que uma das dificuldades principais para o aluno freqüentar a EJA é a inadequação ou inexistência dos cursos ou horários compatíveis com a vida desta população jovem e adulta. É por isso que dos poucos que foram atendidos até 2007, 42,7% largaram os estudos. <br />
<br />
As informações sobre a inexistência, insuficiência ou inadequação na oferta de cursos, unida ao fato de que apenas uma parcela mínima dos que freqüentam cursos de alfabetização tem continuidade nos programas de EJA, e ainda o fato de apenas 24% das escolas públicas oferecem EJA, nos apontam para os principais problemas no atendimento desta parcela da população. <br />
<br />
A grande realidade é que o governo federal ainda não encontrou seu papel neste tema. Apenas para falar da história recente, transitamos da omissão do governo FHC, que transferiu recursos públicos destinado à alfabetização para a ONG Alfabetização Solidária, criada e dirigida pela primeira-dama Ruth Cardoso, para o programa Brasil Alfabetizado do governo Lula, que apesar de trazer para a responsabilidade desta oferta para o poder público, ainda não conseguiu chegar com qualidade aos que demandam estes serviços, nem conseguiu garantir a continuidade dos alfabetizados em programas de EJA. A grande maioria dos governos estaduais e municipais tem mostrado pouco empenho no atendimento de jovens e adultos, não identificando, como exige a legislação, aqueles que necessitam se escolarizar, e muito menos oferecendo vagas de forma adequada para facilitar a participação dos alunos. <br />
<br />
A sociedade civil, por sua vez, ao sair da clandestinidade que marcou sua atuação na alfabetização de adultos na década de 1970, também não conseguiu um lugar nesta seara, algumas vezes desempenha papel de executora terceirizada, outras vezes, quando não consegue apoio suficiente para um trabalho conseqüente, acaba por realizar uma alfabetização superficial e sem continuidade nos sistemas de ensino. <br />
<br />
Apenas para recordar, o Plano Nacional de Educação, aprovado em 2000, estabeleceu erradicar o analfabetismo até 2010, além de assegurar para 2005 a oferta de educação de jovens e adultos equivalente às quatro séries iniciais do ensino fundamental para 50% da população de 15 anos e mais, e até 2010 a oferta de cursos equivalentes às quatro séries finais do ensino fundamental para toda a população de 15 anos e mais que concluiu as quatro séries iniciais. <br />
<br />
Fonte: Portal do Observatório da Educação/Jornal Brasil de Fato ]]></description> 
					<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 13:02:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>O "contador de mortos" de Recife</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/687923</link> 
                    <description><![CDATA[Jean-Pierre Langellier - Le Monde<br />
<br />
Em pleno coração de Recife, a grande cidade do Nordeste brasileiro, no cruzamento das ruas Joaquim Nabuco com Guilherme Pinto, o "contador de mortos" chama a atenção de motoristas e pedestres. Mas esse grande mostrador circular não tem nada a ver com os estragos da insegurança das estradas. Seus números contam os homicídios cometidos no Estado de Pernambuco, cuja capital é Recife. Ou melhor, "contavam", pois desde 1º de maio o contador está desligado, por falta de dinheiro para sua manutenção.<br />
 <br />
Para continuar a ser informado em tempo real sobre a mortalidade de origem criminal no Pernambuco, é preciso ir até a página inicial do site PEbodycount, onde se encontra o mesmo contador. Três números registram os homicídios cometidos nas últimas 24 horas, no mês e no ano em curso. Em 31 de maio, já se contavam 1.806 vítimas desde o início do ano, sendo que a grande maioria era na cidade de Recife. Nesse ritmo, serão quase 4.500 homicídios em 2009.<br />
<br />
O PEbodycount foi lançado em março de 2007 por quatro jovens jornalistas de Recife: Rodrigo Carvalho, Eduardo Machado, Carlos Eduardo Santos e João Valadares. Todas as manhãs, inclusive aos domingos, um ou vários deles fazem cerca de 50 telefonemas às delegacias, aos hospitais e aos necrotérios de Pernambuco. Ao meio-dia, eles atualizam o contador.<br />
<br />
Com a ajuda de um modesto subsídio - o equivalente a cerca de € 500 (R$ 1.385) -, eles instalaram o famoso mostrador e lançou o PEbodycount, "o blog da segurança pública". Eduardo Machado explica o sentido dessa iniciativa "de protesto", independente e sem fins lucrativos: "Ao contabilizar os cadáveres, chamamos a atenção da população e do poder público para a violência de Pernambuco. Mas além da preocupação e da perplexidade passiva, contribuímos para a busca de soluções coletivas. É difícil, mas é possível".<br />
<br />
Na ocasião do lançamento de seu blog, os jornalistas quiseram causar uma comoção, conduzindo nas ruas, durante um mês, uma operação chamada "As marcas da violência".<br />
<br />
Assim que ficava sabendo de um assassinato, a equipe, vestida de camiseta preta, ia até os lugares de carro, enchendo o porta-malas com material de pintura. Depois de obter informações junto às testemunhas do drama ou à família, ela estendia no chão um boneco de pano de forma humana, no lugar exato, às vezes ainda manchado de sangue, onde havia caído a vítima. Ela desenhava com um pincel os contornos do cadáver antes de pintá-lo com rolo em tinta vermelha, e de escrever sua mensagem em letras brancas: "Basta".<br />
<br />
Isso se passava em um beco, em uma calçada ou às vezes no meio da rua, sob o olhar surpreso dos passantes. Às vezes um parente do morto ajudava a equipe, como esse pai que acabara de perder, pela segunda vez, um filho, morto a tiros. Algumas dessas intervenções simbólicas foram filmadas. Elas podem ser vistas no site PEbodycount.<br />
<br />
"Essas pessoas assassinadas não são simples números", ressalta Eduardo Machado. Além da data e do local do homicídio, o blog fornece alguns detalhes sobre a vítima e as circunstâncias de sua morte. É o que mostram alguns desses exemplos pegos meio ao acaso, nos últimos dias.<br />
<br />
Gleibson Augusto de Amorim, 29, foi morto a tiros em Olinda, quando ele saía de sua casa com sua esposa e um sobrinho. Roberto Teixeira dos Santos, pescador em Itapissuma, 20, foi assassinado em sua casa com seu cunhado. Maria Helena dos Santos, 57, mãe de família, foi vítima de um acerto de contas certamente ligado ao tráfico de drogas em Santa Cruz do Capibaribe. Sandro Ricardo da Silva, 22, morto em Recife, havia cometido no passado alguns pequenos furtos. Ávila Naiara Santos do Nascimento, um bebê de 7 meses, teve a cabeça esmagada com um pedaço de pau por seu tio materno, um borracheiro, que havia brigado com seus pais.<br />
<br />
No blog também há declarações dos parentes das vítimas. Um médico e sua mulher, cujo filho Igor acabara de ser assassinado, dirigiu uma carta ao governador do Estado, Eduardo Campos: "Proteja bem seus filhos para não sentir um dia a nossa indescritível dor (...). E não se esqueça de incluir o Igor em suas estatísticas oficiais".<br />
<br />
Os organizadores do PEbodycount interpelam as autoridades, que se apressam em publicar as "boas" cifras e em dissimular as "más", lembrando-os o tempo todo de seu dever de transparência: "Para combater um fenômeno", eles observam, "é preciso primeiro poder medi-lo com precisão". Recife tem uma tradição antiga de violência. Os homens sempre adoraram possuir uma arma, branca ou de fogo, e muitas vezes se massacram por bobagens. Hoje a cidade detém o triste recorde nacional da criminalidade de vítimas entre 15 e 24 anos.<br />
<br />
Na favela Ayrton Senna, conta o jornalista João Valadares, garotos passeiam com seus "buldogues" (revólver de cano curto), ou suas "espadas" (um calibre 38). "Lá", diz nosso colega, "o destino dos adolescentes está praticamente traçado: a prisão ou o cemitério".<br />
<br />
Tradução: Lana Lim ]]></description> 
					<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 09:23:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://lulukabrasil.tigblog.org/post/687923</guid>
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Semana do Meio Ambiente é comemorada com conscientização</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/687089</link> 
                    <description><![CDATA[A Junior Achievement e a Gerdau promovem uma grande ação pela Semana Mundial do Meio Ambiente, que vai de 1º a 5 de junho. Neste período, as duas organizações trabalharão de forma massiva o Projeto Sustentabilidade, através do Programa Nosso Planeta Nossa Casa, atingindo mais de 8 mil estudantes em todo o País. <br />
<br />
O Programa Nosso Planeta Nossa Casa é destinado a alunos do ensino fundamental e tem como objetivo conscientizar os jovens sobre a importância do desenvolvimento sustentável e do consumo consciente. É uma atividade que vem de encontro a uma demanda crescente de preservação dos bens naturais do planeta, frente às constatações cada vez mais evidentes sobre as causas e danos do aquecimento global. Serão 82 escolas participantes da ação em 12 estados, envolvendo mais de 250 voluntários da Gerdau. <br />
<br />
No Estado de São Paulo, a previsão é que cerca de 1.000 estudantes se beneficiem com o trabalho de voluntários das unidades São Paulo, São José dos Campos e Araçariguama, que se deslocarão até as escolas da rede pública de ensino para trabalhar com os alunos durante o período de aula a Cartilha da Sustentabilidade Nosso Planeta Nossa Casa, material pedagógico desenvolvido pela Junior Achievement com atividades lúdicas e de fácil compreensão sobre o tema. Além da Gerdau, participam do Projeto Sustentabilidade junto a Junior Achievement as empresas Oi e Banco Real. Para saber mais acesse www.jasp.org.br. <br />
<br />
Fonte: Pauta Social ]]></description> 
					<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 16:53:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://lulukabrasil.tigblog.org/post/687089</guid>
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Tecnologia nas escolas é tema de congresso em Brasília</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/687087</link> 
                    <description><![CDATA[O uso de tecnologias em salas de aulas e o comportamento de crianças e jovens diante da facilidade ao acesso tecnológico são os assuntos debatidos entre educadores e especialistas durante o 2° Congresso de Tecnologia Educacional Aplicada à Sala de Aula, que começou ontem (2) e segue até amanhã (4), em Brasília. Cerca de 10 mil professores de escolas públicas e privadas participam do evento. A ideia é informar os educadores sobre os novos aparatos digitais que vem sendo cada vez mais utilizados nas escolas e que promovem maior interação entre aluno e professor. “O principal objetivo do congresso é preparar e informar esses profissionais sobre a importância do uso dessas tecnologias”, explica o diretor do evento, Jorge Vidal. As palestras também abordarão temas comportamentais como o uso de celular na escola, bullying e cyberbullying. <br />
<br />
Na abertura do evento, o secretário nacional de Inclusão Digital, Joe Valle, ressaltou que o acesso às novas tecnologias e à inclusão digital será ampliado para todo o sistema educacional do país, e que esse é um dos próximos projetos do Ministério da Ciência e Tecnologia. “Essa distribuição é difícil, mas até 2010, 100% das escolas vão ter banda larga à disposição, assim como também os computadores”, garantiu. <br />
<br />
Fonte: Agência Brasil ]]></description> 
					<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 16:42:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://lulukabrasil.tigblog.org/post/687087</guid>
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                </item> 
                <item> 
                    <title>ONU seleciona fotos sobre desenvolvimento</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/686679</link> 
                    <description><![CDATA[da PrimaPagina <br />
<br />
A ONU lançou nesta segunda-feira uma campanha mundial para escolher 50 fotografias relacionadas à superação de obstáculos ao desenvolvimento, como pobreza, exclusão social e marginalização. Com o tema “Humanizando o Desenvolvimento”, a iniciativa é promovida pelo IPC-IG (Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo), órgão do PNUD em parceria com o governo brasileiro, e apoiada por instituições de todo o mundo, do Metrô de São Paulo à Universidade de Calvary, em Singapura.<br />
<br />
A intenção da campanha é destacar ações bem sucedidas para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio , série de metas que os países da ONU se comprometeram a atingir até 2015. “O desenvolvimento é comumente retratado com imagens de desolação e desespero, apesar de inúmeras iniciativas, programas, idéias e parcerias que estão mudando a vida de milhões de pessoas em nosso mundo”, afirma texto do IPC-IG sobre a ação.<br />
<br />
Os interessados em participar podem inscrever até cinco fotos – com título e legenda – no site da iniciativa até 1º de outubro. A imagem deve estar relacionada a umas das 14 áreas temáticas selecionadas pelos organizadores:<br />
<br />
-Superação da pobreza, exclusão social e marginalização.<br />
<br />
-Aumento das opções para pessoas e apoio a iniciativas de desenvolvimento local.<br />
<br />
-Promoção de auto-estima, confiança e esperança.<br />
<br />
-Combate a privação e expansão do acesso a alimentação, água, saneamento, educação, saúde e serviços aos mais pobres.<br />
<br />
-Eliminação de desigualdades de gênero no mercado de trabalho.<br />
<br />
-Empoderamento feminino.<br />
<br />
-Combate a descriminação, violência doméstica, abuso e exploração.<br />
<br />
-Eliminação do trabalho infantil e estímulo a oportunidades de trabalho decente.<br />
<br />
-Expansão do acesso a educação, melhoria de sua qualidade e inclusão social através de abordagens inovadoras<br />
<br />
-Iniciativas inovadoras em desenvolvimento local e aumento da participação da comunidade em processos decisórios.<br />
<br />
-Ampliação do potencial e da participação feminina nos processos de desenvolvimento.<br />
<br />
-Promoção da liderança e de oportunidades iguais para desenvolvimento de talentos das mulheres.<br />
<br />
-Criação de governança democrática e desenvolvimento de instituições e processos que são responsivos às necessidades dos cidadãos comuns, inclusive dos pobres. Atenuação da exclusão, sofrimento, injustiça e desperdício causado pela corrupção.<br />
<br />
-Encorajando o empoderamento de cidadãos para combatir a influênça destrutiva da corrupção e o abuso do poder.<br />
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O resultado sai no dia 30 de outubro. As fotos selecionadas vão participar de exibições em cidades como Nova York, Brasília e São Paulo e vão ter destaque em meios de comunicação das Nações Unidas, incluindo páginas de internet e o Departamento de Informação Pública da Organização. Os autores das fotografias vão receber certificado emitido pelo IPC-IG e seus parceiros. As fotografias não selecionadas serão mantidas na base de fotos da ONU, compartilhada por várias agências e pelo Secretariado da Organização.]]></description> 
					<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 10:29:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Campanha ambiental tem ativismo digital</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/686675</link> 
                    <description><![CDATA[MARIANA DESIDÉRIO<br />
da PrimaPagina<br />
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Neste ano, a campanha para o Dia Mundial do Meio Ambiente está usando uma ferramenta nova: o voluntariado on-line. A participação é estimulada pelo IVA (Instituto Voluntários em Ação) para ajudar a divulgar o tema “Seu Planeta Precisa de Você - Unidos para Combater Mudanças Climáticas”. A data, comemorada há 37 anos em 5 de junho, tem o objetivo de intensificar o debate e as ações políticas no setor. <br />
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O portal Voluntários Online, mantido IVA, oferece a oportunidade de se inscrever para um dos seguintes cargos: <br />
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divulgador da campanha Plantemos Para o Planeta (informa sobre a campanha pelo plantio de árvores do UNEP — Programa da ONU para o Meio Ambiente);<br />
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Divulgador de práticas ecológicas (trabalha com material disponibilizado no site do Dia mundial do meio Ambiente 2009);<br />
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Blogueiro para a campanha do Dia Mundial do Meio Ambiente (divulgam material sobre a campanha em seus blogs pessoais, que podem ou não ter relação com o meio ambiente);<br />
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Divulgador de práticas ecológicas para a região da grande Florianópolis (responsáveis por repassar informações como horários de caminhões de coleta seletiva na região metropolitana, onde fica a sede do IVA);<br />
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Assessor de imprensa para a campanha do Dia Mundial do Meio Ambiente 2009 (responsável por fazer textos de divulgação e organizar o material da campanha);<br />
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Divulgador do meio ambiente no Youtube (a pessoa faz um vídeo se apresentando e dizendo que se importa com o meio ambiente e disponibiliza na internet).<br />
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Não há limite para o número de voluntários que podem se candidatar aos cargos disponíveis, apesar de o site indicar que há 50 vagas para divulgador no Youtube e 100 para divulgador de práticas ecológicas. Com exceção do trabalho de assessor de imprensa, também não há pré-requisitos para poder participar. <br />
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Para este cargo, não há uma rigidez na seleção, diz a coordenadora do trabalho no Instituto Voluntários em Ação, Bruna Bruno (voluntária das Nações Unidas). Pode haver mais de um assessor e não é preciso ser jornalista (apesar de desejável). Porém, é necessário que o candidato tenha algum contato com o trabalho a ser realizado. Até o dia 28 de maio, 173 pessoas haviam se inscrito para ser voluntários on-line. As inscrições para estas vagas estão abertas até 5 de junho e a campanha acontece até o dia 12, com exceção do cargo de divulgador da campanha “Plantemos para o Planeta”, que recebe inscrições até o fim de 2009.<br />
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O objetivo principal da campanha do Dia Mundial do Meio Ambiente 2009 é pressionar os países a firmar um novo acordo sobre mudança climática, na Convenção sobre Clima, em Copenhague em dezembro de 2009. A intenção é que o novo acordo passe a valer após o término da vigência do Protocolo de Quioto, em 2012. <br />
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Outro ponto importante da campanha é a idéia de “faça sua parte”. O principal material divulgado pelos voluntários on-line da campanha são dicas de como ter um dia-a-dia mais sustentável, como plantar árvores e como emitir menos CO2. Além de organizar o trabalho, o Instituto Voluntários em Ação também traduziu o material de divulgação, que inclui pôsteres e releases. <br />
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O portal Voluntários On-line existe desde 2008 e tem hoje 10.000 voluntários cadastrados, atuando ou não pela internet. Ao todo, 335 organizações que oferecem suas vagas no site, que tem, em média, 1.000 vagas disponíveis por dia. O portal é apoiado pelo UNV, através do PNUD.]]></description> 
					<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 10:27:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Programa diminui índices de gravidez precoce no Espírito Santo</title> 
                    <link>http://lulukabrasil.tigblog.org/post/685917</link> 
                    <description><![CDATA[Com o programa ''Na Real, Gravidez na Adolescência Não é Legal'', alunos da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Professora Maria Olinda de Oliveira Menezes, em Serra, no Espírito Santo, aprenderam a valorizar as informações. O programa, implantado em 2007 pela Secretaria de Estado da Educação (Sedu), está contribuindo para a diminuição dos índices de gravidez na adolescência. <br />
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A diretora da escola, Clarete Ravani, reconhece que a gravidez na adolescência contribui para a evasão escolar e destaca a importância do programa. "Com o ''Na Real'', houve uma transformação de consciência nos alunos. O debate dentro da escola contribui para uma redução nos índices de gravidez entre jovens", explica. <br />
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O programa é desenvolvido nas escolas públicas da Grande Vitória e nos municípios do interior do Espírito Santo. Na Escola Professora Maria Olinda de Oliveira Menezes, a professora de Biologia, Verônica dos Anjos, está atenta ao programa. "As oficinas são realizadas em etapas. Com o material ''Vale Sonhar'', conseguimos abordar o assunto nas salas de aula de uma forma descontraída", comenta. <br />
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A professora destaca que primeiro é importante abordar o futuro do adolescente. "Trabalhamos com a frase ''Despertar Para o Sonho'', porque o adolescente precisa ter claro o que deseja para o futuro. Logo depois de explicar sobre os sistemas reprodutores aborda-se a respeito de que nem todas as relações sexuais geram gravidez, logicamente com as devidas precauções", ressalta. <br />
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A aluna Laila Barbosa, 15 anos, pretende fazer faculdade de medicina e afirma que filhos, para ela, só depois da faculdade. "Acho o ''Na Real'' muito interessante porque ajuda o estudante a se prevenir. O diálogo na sala de aula está sendo fundamental, pois precisamos combater essa vergonha de discutir assuntos como este", conclui. <br />
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Não só as meninas se interessam pelo tema. Assim como o Jilberlândio Miranda, 17 anos, outros estudantes percebem a eficácia do programa. "A gravidez na adolescência pode interromper a carreira profissional, por isso é fundamental ressaltar este tema na sala de aula", comenta. <br />
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A estudante de 17 anos, C.C., informou aos pais, há quatro meses, sobre a gravidez. "Inicialmente foi um choque para a minha família. Agora eles me apóiam e me compreendem, o que torna tudo mais fácil. Se eu pudesse escolher, teria meu filho após a faculdade, mas pretendo, com a ajuda do programa, fazer com que esta época seja bem tranquila", conta. <br />
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De acordo com Maria do Carmo Starling de Oliveira, gerente do setor de Educação, Juventude e Diversidade da Sedu, as informações são pertinentes também aos que já são jovens pais, recebendo as devidas orientações. "É importante que o adolescente saiba as consequências que podem surgir devido a uma gravidez nessa época da vida. Os índices no município de Serra e Cariacica diminuíram consideravelmente graças ao empenho do programa", frisa. <br />
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Fonte: Maxpress]]></description> 
					<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 16:30:00 EDT</pubDate> 
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