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                    <title>TIGblogs - Carol Paiva's TIGBlog</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/</link> 
                    <description>What's on the minds of young leaders from around the globe?</description> 
                    <language>en-us</language> 
             
                <item> 
                    <title>Por que a Vida é Simples</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/41631</link> 
                    <description><![CDATA[Acordar cedo... <b>para nadar</b><br />
<br />
Voltar do trabalho cedo... <b>para dançar</b><br />
<br />
Essas são minhas metas para o próximo semestre!<br />
<br />
I<br />
<br />
Não tenho bens de acontecimentos.<br />
O que não sei fazer desconto nas palavras.<br />
Entesouro frases. Por exemplo:<br />
- Imagens são palavras que nos faltaram.<br />
- Poesia é a ocupação da palavra pela Imagem.<br />
- Poesia é a ocupação da Imagem pelo Ser.<br />
Ai frases de pensar!<br />
Pensar é uma pedreira.<br />
Estou sendo.<br />
Me acho em petição de lata (frase encontrada no lixo)<br />
Concluindo: há pessoas que se compõem de atos, ruídos, retratos.<br />
Outras de palavras.<br />
Poetas e tontos se compõem com palavras.<br />
<br />
<i>Retrato Quase Apagado em que se Pode Ver Perfeitamente Nada <br />
de "O Guardador de Águas"<br />
Manoel de Barros</i>]]></description> 
					<pubDate>Sun, 06 Aug 2006 23:15:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>...</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/38468</link> 
                    <description><![CDATA[<i>E a oca multicultural apagou as luzes, essa oca de madeira e sapé. Pois a tribo, nômade, vai seguir o caminho viva e pulsante, em espaços ora reais, ora virtuais. Essa tribo de pessoas que sonham com um país cuja gente se orgulha da cultura e da natureza. Essa tribo de pessoas que tornam tal sonho real no átimo de instante em que as mãos tocam no tambor e escrevem, na pulsação do ritmo e na alegria da dança, uma história que não tem fim. </i><br />
<br />
(frase e foto retiradas do blog do primeiro projeto "De olho no Ambiente" do Ecoar e Petrobras)<br />
<br />
<br />
<b>Por que fazer o que a gente gosta, dá trabalho, cansa um bocado, mas no fim deixa um gostinho bom de saudades e vontade de quero mais!</b>]]></description> 
					<pubDate>Thu, 11 May 2006 22:37:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Acha o lead que ele sumiu...</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/37901</link> 
                    <description><![CDATA[<br />
O dia a dia numa redação de um jornal relativamente grande é muito engraçado. Para entender como funciona a mente de um jornalista, é preciso entender como funciona um jornal.<br />
<br />
O jornalista entra no trabalho no período da tarde. Ainda não descobri o que os outros jornalistas fazem de manhã, mas eu... bom eu faço de tudo um pouco.<br />
<br />
Chegando na redação, ele lê todos os jornais que estão em cima da sua mesa, inclusive aquele que escreveu na noite anterior. Aí, abre seu e-mail e apaga 300 mensagens que não interessam. Essa aliás, é a atividade que mais se repete durante o dia. Só então ele passa o olho nas 200 mensagens que sobraram na sua caixa de entrada. Dessas, umas 2 ou 3 interessam e aí sim ele começa a trabalhar.<br />
<br />
Liga pra um, liga pra outro, pergunta daqui, pergunta de lá e só se ouve telefone tocar, pessoas falando aos cotovelos e barulhinho de teclas de computador (já se foi o tempo da máquina de escrever há muito tempo). Já são 17 horas. Hora de escrever.<br />
<br />
E então surge a pergunta... cadê o lead? Lead, é aquele primeiro parágrafo das matérias de jornal ou revista. Nesse primeiro parágrafo, o jornalista tem que dar um jeito de escrever e responder todas as perguntas importantes da matéria. E assim segurar a atenção do leitor.<br />
<br />
É o lead que mostra ao editor (um jornalista que se acha mais inteligente que o repórter, ou que simplesmente tem mais experiência), a relevância ou não da matéria que está sendo escrita. Geralmente, o lead é a parte mais difícil de se escrever, e deve ser a primeira a ser escrita.<br />
<br />
E então já são 19 horas. O primeiro caderno fecha as 19h30. Últimos retoques são feitos nas matérias que já são escritas diretamente nas fôrmas das colunas do jornal. Tem uma pessoa responsável somente em apressar os jornalistas para entregarem as matérias.<br />
<br />
Assim acaba o dia, as 22h, quando o último caderno é fechado, e os jornalistas desligam os computadores para irem para suas casas. Nos caminhos para ir e voltar, muitas idéias de matérias podem surgir. E no dia seguinte a rotina vai ser igual, mudando somente o assunto da matéria que ele está escrevendo.<br />
<br />
Cuidado. Qualquer coisa que você fale para um jornalista pode e deverá ser usado na construção de uma matéria. Pois a forma que ele enxerga o mundo é a forma com a qual ele vai escrever para você ler e interpretar da maneira que você vê as coisas.]]></description> 
					<pubDate>Mon, 24 Apr 2006 21:36:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Coisas de redação</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/37795</link> 
                    <description><![CDATA[Jornalista é um bicho engraçado... digo por mim mesma.<br />
<br />
Tenho que arrumar uma mala, dormir cedo e acordar cedo. No entanto, já são 1h da manhã e cá estou escrevendo... acho que isso é um mal de jornalista... adora escrever!<br />
<br />
Pois tenho acompanhado alguns dias de redação. E algumas pérolas são inevitáveis. A melhor de todas (e no momento a única que lembro) aconteceu hoje na editoria de Agrobussines (a galera que coloca o pé na lama).<br />
<br />
- fui lá e "vendi"* pra editora a matéria das vacinas... mas eu não vou ficar explicando pra ela que é uma vacina que mata o retrovírus que ataca o sistema imunológico da ave, fui falando logo: "hoje temos uma matéria sobre uma nova vacina para a AIDS do frango, e prevenção de câncer nas aves..." e todo mundo da reunião fez cara que entendeu... então tá bom<br />
<br />
- mas tadinha do pintinho... não tem nem três dias de ovo já toma uma vacina...<br />
<br />
- as vezes queria ser um pintinho...<br />
<br />
* "vender" - um termo jornalístico de apresentação das melhores pautas do dia para os editores chefes. Aqueles que tiverem as melhores matérias podem ganhar destaques na capa do jornal do dia seguinte.]]></description> 
					<pubDate>Fri, 21 Apr 2006 00:10:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Eu não sei chorar</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/37388</link> 
                    <description><![CDATA[ <br />
<b>Eu não sei chorar.</b><br />
<br />
Não sei fazer a dor sentida se transformar na lágrima caída que encontra a língua num sabor de tristeza que não tem fim. Tenho sentimentos que não encontram os caminhos das fossas lacrimais para sair, e assim ganhar o mundo e participar da atmosfera que circunda tudo e todos.<br />
<br />
<b>Eu não sei chorar.</b><br />
<br />
Não entendo como colocar as cartas na mesa, mostrar para os outros minhas fraquezas e problemas. Mostrar que gosto e pronto, mostrar que sinto e apago meu ser.<br />
<br />
Eu não mostro, eu guardo, escondo, espero até que aquilo vire.... vire...<br />
Não vira nada, fica ali corroendo sentimentos, passando por entre as entranhas, vivendo dentro de mim.<br />
Não arrebata nem conhece ninguém.<br />
Não confronta, nem enfrenta.<br />
Não divide nem reparte.<br />
Não... não... não.<br />
<br />
Lembro da última vez que uma lágrima salgada rolou pelas minhas bochechas e caiu no meu colo, deixando uma marca difícil de apagar.<br />
Faz tempo.<br />
<br />
Preciso me perder num mar de lágrimas para poder achar a essência delicada que co-existe no meu ser com o amargo da experiência de viver.]]></description> 
					<pubDate>Fri, 07 Apr 2006 16:20:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Músicas</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/35585</link> 
                    <description><![CDATA[<br />
Músicas, memórias, idéias, trabalhos, cheiros, sonhos...<br />
 <br />
Tudo me faz lembrar tempos e amores passados. <br />
<br />
O que me derruba mais são as músicas. Lindas. São facas afiadas que entram de forma singela, aguda e derradeira no peito, acabando com sonhos e deixando tristes as lembranças. Músicas... lindas armas mortíferas.<br />
 <br />
Vão se os anos, os meses, os dias, as horas, minutos e segundos... elas ficam na mente, no coração, na ponta da língua. Lembram também momentos felizes. Mas para que se lembrar desses momentos quando se sabe que estão no passado e não voltam mais.<br />
 <br />
Não canso de ouvir. Várias e várias vezes. O machucado aumenta há cada acorde bem tocado e arranjo colocado. O coração despedaça, esfarela. <br />
<br />
A música não pára de tocar. E não vai parar tão cedo......<br />
]]></description> 
					<pubDate>Thu, 16 Feb 2006 23:48:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Crônica Paulistana</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/34862</link> 
                    <description><![CDATA[Tinha o semblante cansado. Parecia amargurada, com olheiras que a maquiagem não escondia mais. Aquele não tinha sido um dia bom, até podia dizer que era um dos piores.<br />
<br />
Sentada no banco do metrô, procurava alguma coisa para se entreter para não ter que pensar no que ocorrera. Também não queria encarar olhos alheios e pouco íntimos que ameaçavam julgá-la. Desistiu e colocou a mão sobre os olhos. Ameaçou chorar mais se conteve.<br />
<br />
Pensava em toda a confusão que acontecera horas antes. Detalhe por detalhe analisava o ocorrido como um filme em sua mente, o qual podia ir e voltar como bem entendesse. Agora buscava o erro, o momento exato do escorregão que a levou para baixo. Sua consciência se enchia de "ses".<br />
<br />
O metrô parou. As portas se abriram. Esperou a multidão a sua frente começou a se mover. Levantou -se com calma de quem não tem pressa para chegar em lugar algum. Desembarcou. Naquela noite não conseguiria dormir tão cedo.]]></description> 
					<pubDate>Thu, 02 Feb 2006 08:04:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>pessoas...</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/33224</link> 
                    <description><![CDATA[<br />
Tenho reparado muito nas pessoas a minha volta. Dessa vez não são os estranhos, que apenas tenho curiosidade de saber pra onde vão, o que fazem e como são, questões essas que ficam no meu mundo imaginário.<br />
<br />
Quero conhecer o outro que está do meu lado. Aquele que me segura quando caio, que me aconselha quando preciso, que me acorda quando o sonho está prejudicando a realidade.<br />
<br />
Essas pessoas que quero conhecer são próximas, estão comigo todos os dias, algumas vezes, por poucas horas, mas estão comigo sempre no meu coração.<br />
<br />
Aos meus amigos. Amo Muito ]]></description> 
					<pubDate>Sun, 18 Dec 2005 15:03:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>As pessoas não sabem mais sonhar</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/32773</link> 
                    <description><![CDATA[<br />
Hoje tudo tem que ser palpável<br />
não basta mais um grande amor para cruzar oceanos<br />
ou apenas acreditar na paixão para realizar desejos<br />
<br />
É preciso dinheiro, passagem, ticket, comprovante...<br />
a vontade é apenas uma vozinha chata gritando<br />
seguir seus sonhos virou loucura<br />
<br />
eu quero é mais morar no hospício]]></description> 
					<pubDate>Sun, 04 Dec 2005 20:29:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>.</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/32742</link> 
                    <description><![CDATA[meu mundo, meus amigos.<br />
<br />
meu hospício favorito!]]></description> 
					<pubDate>Sat, 03 Dec 2005 20:06:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>.</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/32642</link> 
                    <description><![CDATA[Odeio esperar!]]></description> 
					<pubDate>Wed, 30 Nov 2005 22:51:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>se alguém tiver nadando me diz o tamanho da piscina</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/32241</link> 
                    <description><![CDATA[ <br />
a criatividade desse blog é coletiva.<br />
<br />
sempre uma coisa puxa outra. A frase do dia é da Mariana, que aliás, caiu como uma luva para os últimos meses: "Estamos no trampolim da vida"<br />
<br />
e aí penso 'só falta pular' e logo vem a Fernanda para me alertar "Péra, qual a profundidade da piscina?"<br />
<br />
isso pode parecer meio bobo, mas faz todo sentido. eu pulo. sempre. e de olhos fechados. a maioria das vezes, a piscina é daquelas de plástico, de mil litros, montada no fundo de um quintal nas férias de verão. conclusão: contusão.<br />
<br />
e daí, cada machucado é um aprendizado. cada vez que me sinto perdida, sozinha, calada, chateada, acho alguma coisa no caminho que me faz seguir em frente. pois então, dessa vez, em frente tem uma piscina. não, não dá pra ver a profundidade, só dá pra ver que as coisas vão mudar.... e muito.<br />
<br />
não dá pra fugir. no fim de dezembro é chegada a hora de pular. o que vai acontecer depois? não sei. vai depender da profundidade da piscina que encontrar no meu caminho.]]></description> 
					<pubDate>Wed, 23 Nov 2005 21:35:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>O dia</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/32121</link> 
                    <description><![CDATA[<br />
Tinha que acordar... se não tivesse seria um dia lindo!<br />
<br />
Abri o e-mail pensando 'pra quê?' e claro não tinha nada de novo.<br />
<br />
Vou dormir agora pensando 'em quê?' já que as coisas andam distantes do que quero e sonho pra mim.<br />
<br />
Pensar 'em quem?' agora me sinto sozinha.<br />
<br />
Que amanhã seja melhor, sem chefes chatas, gatos caindo, coisas inacabadas, pensamentos em praias, shows cancelados e pessoas não cansadas, acabadas<br />
<br />
Que amanhã seja melhor<br />
Que amanhã seja<br />
Que amanhã<br />
Que]]></description> 
					<pubDate>Sat, 19 Nov 2005 21:02:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>o que você é?</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/31748</link> 
                    <description><![CDATA[<br />
hoje me deu um click!<br />
<br />
Quando perguntam pra você: 'o que você é?', o que você responde?<br />
<br />
Muitos respondem sua profissão... ah eu sou economista, já eu sou engenheiro... tem até os bagunceiros profissionais...<br />
<br />
Eu não sou. Decidi isso hoje!<br />
<br />
Se alguém viesse ontem com essa pergunta, responderia, sou estudante, quase jornalista. Hoje, hoje <b>estou</b> jornalista.<br />
<br />
Daí, a resposta da pergunta muda. O que eu sou? eu sou? sou? hmmm<br />
<br />
feliz, alegre, triste, pessoa, criança, amiga, companheira, namorada, apaixonada, carente, livre, presa... sou tudo isso. Ou nada disso. Só não sou o que os outros querem e acham que eu devo ser. Porque isso não tem graça nenhuma!]]></description> 
					<pubDate>Fri, 11 Nov 2005 20:52:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>pensamentos de fim de noite</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/31634</link> 
                    <description><![CDATA[Preciso encontrar um rumo na vida<br />
<br />
Ando experimentalista.<br />
Algumas experiências são doces.<br />
Outras azedam com o tempo...<br />
Ruim mesmo são as experiências amargas, doloridas, necessárias.<br />
<br />
Mas todas elas são MINHAS<br />
<br />
<b>estou numa fase egoísta</b>]]></description> 
					<pubDate>Tue, 08 Nov 2005 21:34:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Rotina tresloucada</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/31599</link> 
                    <description><![CDATA[Acordo todo dia as seis da manhã com os primeiros barulhos do dia. Uma serra bem em baixo da minha janela diz que o dia já está claro.<br />
<br />
Não me perguntem como durmo até as 10 da manhã, quando o aspirador já se uniu a serra para um coro indescritível e harmônico.<br />
<br />
Trabalhar se torna complicado, ainda mais quando a garganta arranha um ar-condicionado ligado no dia anterior. Sinto a pálpebra pesada, daquela forma que diz "estás com febre".<br />
<br />
Desisto de tentar escrever alguma coisa. Depois de duas ou três palavras trocadas com amigos queridos, vou almoçar.<br />
<br />
Dessa vez, a rádio católica se une ao aspirador e a serra elétrica e dá ao almoço um tom de caos jamais sentido antes, mesmo quando almoçando um rápido yakisoba na beira da paulista de pé. A cabeça roda.<br />
<br />
Sinto que o único remédio é não pensar em nada. Para curar qualquer dor de garganta nada melhor que Sessão da Tarde, daquelas que tem cachorro, criança e um final feliz.<br />
<br />
Sinto-me melhor. O dia passou. Um dos relatórios acabado. Faltam dois.<br />
<br />
Amanhã o dia começa as seis da manhã.]]></description> 
					<pubDate>Mon, 07 Nov 2005 16:03:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Tan tan tan tan tan tanatnatnatna tan tan tan tan.. taaaaaaaan</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/31486</link> 
                    <description><![CDATA[<br />
Interrompemos a programação normal para este informe!<br />
<br />
A dona desse blog passa por um momento de crise em sua vida. Crise essa causada por momentos pessoais e momentos profissionais, sem contar a questão de TCCs e histerias hormonomais de cada mês.<br />
<br />
A pessoa aqui está em seu inferno astral. Dessa forma, aproxime-se com muito cuidado e carinho, ela precisa.<br />
<br />
Logo mais continuaremos com a nossa programação<br />
Obrigada pela atenção.]]></description> 
					<pubDate>Fri, 04 Nov 2005 11:42:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Viagem Gastronômica por Nova Iorque</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/31117</link> 
                    <description><![CDATA[<i>história em fascículos, pq é mais chique e pq tá muito grande! <br />
<br />
<b>enjoy!</b></i><br />
<br />
Em uma viagem, não é só a paisagem e as pessoas que mudam. Também viajamos para conhecer culturas diferentes e aprender com elas. Sempre que viajo, tento viver ao máximo o país, estado, ou cidade em que estou.<br />
<br />
Conhecer a cultura de um lugar não é somente ir a uma peça de teatro, show ou ir a um museu. O que acontece nas ruas também é cultura, e o mais importante, a forma e o que as pessoas comem podem ser consideradas formas de cultura também.<br />
<br />
Dessa forma, vou contar em um pequeno texto, a minha viagem cultural/gastronômica por Nova Iorque. Passei somente 20 dias por lá, mas tive experiências de comer desde um cachorro quente na rua, até lagosta em um restaurante onde eu mal entendia o cardápio.<br />
<br />
<b>Os pedidos</b><br />
<br />
Uma das dificuldades que tive em relação a comprar uma refeição foi na hora de fazer os pedidos. Os americanos adoram uma escolha. Então, se você vai a um balcão pedir um simples hambúrguer, você terá direito de escolher o pão, o molho, se quer picante ou não, se quer batata, salada ou pão de acompanhamento e todas essas opções são oferecidas por um atendente que não parece muito feliz em lhe atender e muito menos em falar mais devagar ou explicar a um estrangeiro o que significa tudo aquilo. Todas as vezes tive que pedir ajuda ao meu amigo de NY.<br />
<br />
Outro princípio norte-americano de comer é sempre comer muito. Nenhuma das porções que se pede são individuais, ou mesmo se são, são individuais para pessoas grandes. Se você estiver nos EUA e quiser pedir uma pizza por telefone, vá em frente, mas tenha em mente as seguintes coisas: primeiro que a variedades de sabores é escassa só peperone (pelo menos em NY); segundo que se estiver em duas ou até três pessoas, peça a pizza pequena, ela é equivalente a nossa pizza normal e a grande é um exagero de grande; e se prepare para esperar, as pizzas sempre demoram mais de 30 minutos para serem entregues, não importa se você estiver no subúrbio ou na cidade. Uma noite, ficamos esperando mais de uma hora e meia para que a pizza chegasse. E eu acreditando que seria rápido já que são eles os inventores do Deliver.<br />
]]></description> 
					<pubDate>Wed, 26 Oct 2005 21:51:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Cultura</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/31077</link> 
                    <description><![CDATA[<i>Achei num fotolog de uma amiga querida, que nasceu no mesmo dia que eu alguns aninhos depois. Gostei da letra!<br />
<br />
Ainda em crise de escrever... ou melhor, não escrever<br />
<br />
<br />
<br />
alguém tem essa música pra me passar? </i><br />
<br />
Cultura - Arnaldo Antunes<br />
<br />
O girino é o peixinho do sapo.<br />
O silêncio é o começo do papo.<br />
O bigode é a antena do gato.<br />
O cavalo é o pasto do carrapato.<br />
O cabrito é o cordeiro da cabra.<br />
O pescoço é a barriga da cobra.<br />
O leitão é um porquinho mais novo.<br />
A galinha é um pouquinho do ovo.<br />
O desejo é o começo do corpo.<br />
Engordar é tarefa do porco.<br />
A cegonha é a girafa do ganso.<br />
O cachorro é um lobo mais manso.<br />
O escuro é a metade da zebra.<br />
As raízes são as veias da seiva.<br />
O camelo é um cavalo sem sede.<br />
Tartaruga por dentro é parede.<br />
O potrinho é o bezerro da égua.<br />
A batalha é o começo da trégua.<br />
Papagaio é um dragão miniatura.<br />
Bactéria num meio é cultura.]]></description> 
					<pubDate>Tue, 25 Oct 2005 11:04:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Mais do mesmo...</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/30905</link> 
                    <description><![CDATA[<br />
Eis que me vejo perdida diante de uma folha em branco de papel.... oops desculpa, uma tela em branca do Word. Tenho que escrever tantas coisas, pensar em várias formas, capítulos, relatórios, diários de viagem, contar histórias. E pensar tudo isso com dor de garganta e de ouvido. <br />
<br />
Dormi o dia inteiro. Aliás, foi a manhã inteira. Tenho que pedir pra minha mãe mudar o dia da caça ao vestido de formatura. Tenho uma reunião no sábado. Mas antes disso tem gravação e últimos retoques no documentário de rádio... to atolada e não consigo levantar da cama.<br />
<br />
Calma! Um dia de cada vez. Amanhã é quinta-feira e eu tenho uma aula de Jornalismo Gastronômico que não posso mais faltar. Depois disso tenho que salvar minha internet que ta mais fraquinha que velhinha diabética. E quem sabe depois disso consiga sentar na frente do computador e escrever. Eu tenho essa estranha ligação com as tecnologias. Nada de computador se não tiver internet. Estranho isso não?<br />
<br />
O fato é que estou atrasada. Passei 20 dias fora. Desses, tive aprendizado em todos eles, o que me leva a pensar que ainda preciso de no mínimo 20 dias pra assimilar tudo e entender o que aconteceu. Quem disse que eu tenho esse tempo. Voltei a estaca zero. A tela do computador.. vazia? Não! Dessa vez ela está toda escrita com esse texto de lamentações. Tá... agora vou escrever!<br />
]]></description> 
					<pubDate>Wed, 19 Oct 2005 21:29:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>E o Rio de Janeiro continua Lindo!</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/29872</link> 
                    <description><![CDATA[<br />
<i>É.. eu acho que sempre foi... essa foi minha primeira vez na cidade Maravilhosa e posso dizer que fiquei apaixonada pelo lugar! Também pudera, foi a viagem mais louca e intensa dos ultimos tempos... e olha que eu tenho viajado bastante!</i><br />
<br />
Um começo nada simpático, mas a chegada na cidade em baixo de chuva, e depois de seis horas de ônibus, não pode ser muito animadora... fora uns probleminhas digestivos que não merecem comentários.<br />
<br />
Instalada, estou preparada pra receber as amigas. Familiarizada com o apartamento da minha prima, e colocando a conversa de seis anos em dia, conheço um pouco da cidade que estamos prestes a viver cinco dias de emoções diversas!<br />
<br />
No dia seguinte, o mais esperado, não caibo em mim mesma... e passando mal, passo o dia esperando chegar a tão aguardada hora da entrega da premiação. É um daqueles dias que 'dá meia-noite, mas não dá sete horas'.<br />
<br />
E chegou sete, oito, nove e nada da categoria Telejornal. E quando anunciada, a descepção de uma Menção Honrosa. Queriamos o primeiro lugar! Mas nada nos impediu de ir comemorar... no Arpoador.. embaixo de chuva!<br />
<br />
No dia seguinte o passeio foi na delegacia... roubaram o carro em plena luz do dia! Depois do susto e da burocracia, fora as horas penduradas no telefone, fomos curitr a balada carioca. E ouso dizer, que balada! Muito difertido... muitas cervejas depois e samba de monte, nos vemos jogando futebol na rua as 4h da manhã.<br />
<br />
Nada que não se repetisse no dia seguinte. O congresso não chamava atenção, então por que não ir ver a vida real, numa ONG no pé de uma favela? Lá fomos nós, e entre entrevistas, conversas e descobertas, descobrimos um lado do Rio que muitos vêem como mais um ponto turistico. Mas existe sim felicidade na Favela. E gente com vontade de mostrá-la para o mundo.<br />
<br />
A noite, 'Mangueira... estou qui na plataforma da estação... primeira...'. Um show pra gringo ver, mas também eu queria o que? E a noite Carioca acaba cedo... vamos procurar outra balada e damos de cara com um forró estranho e pessoas estranhas na Lapa. Melhor ir pra casa.<br />
<br />
Tem coisas que não dá pra deixar de fazer no Rio. A combinação do sábado foi Ipanema Posto 9, Corcovado e Cristo Redentor, um choppinho no Garota de Ipanema, uma briguinha pra esquentar os ânimos e cair na noite Carioca da Gema! Fechando a noite dormindo na mesa do bar.<br />
<br />
No domingo, almoço de agradecimento, uma corridinha pra praia Vermelha, linda, no pé do Pão de Açúcar. E perceber que a melhor coisa do Rio, não foi só a cidade maravilhosa, mas as companhias e histórias vividas durante essa semana fora do normal.<br />
<br />
Não vejo a hora de ter outra oportunidade como essa. Faltou fazer coisas, ver pessoas, conhecer lugares, mas um dia eu volto lá... poque 'Da janela vê-se o Corcovado, o Redentor, que lindo!']]></description> 
					<pubDate>Mon, 19 Sep 2005 22:29:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Das pequenas coisas...</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/28552</link> 
                    <description><![CDATA[<b>de sonhadora</b><br />
<br />
a Lua, o sorriso do céu<br />
subir em um balão e percorrer o caminho mágico do arco-íris<br />
entrar em um coral de sapos na beira do ribeirão contar quantos carneiros são precisos para se dormir o dia inteiro<br />
andar nas nuvens, para aprender como se faz algodão doce<br />
saber o número exato de estrelas que estão nesse momento em cima da minha casa no céu estrelado da noite paulistana<br />
ficar muito feliz mesmo por que a formiguinha conseguiu concluir seu trabalho do dia<br />
passar uma manhã conversando com peixes na mais profunda imensidão do mar<br />
sentir o menor grão de areia cair da palma da mão e ouvir o barulho que ele faz quando se junta com outros iguais a ele<br />
deitar na barriga de um leão e fazer carinho na sua juba<br />
ter um nome diferente a cada dia<br />
encontrar o príncipe encantado!<br />
<br />
ando sonhando acordada!]]></description> 
					<pubDate>Tue, 23 Aug 2005 22:35:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Das pequenas coisas...</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/28413</link> 
                    <description><![CDATA[<b>de criança</b><br />
<br />
se enrolar na enorme toalha e esperar o corpo se secar sozinho<br />
não se enxergar no espelho que fica em cima da pia<br />
ter medo do escuro, principalmente daquele na casa da avó<br />
fazer coisa errada, levar bronca, ficar de castigo e levantar no dia seguinte com mais uma lição aprendida<br />
chegar no fim do dia e contar para os pais como foi o dia na escola<br />
esquecer do tempo quando se está brincando<br />
o prazer de abrir um presente e brincar com um brinquedo novo<br />
brigar com o amiguinho e cinco minutos depois estar brincando com ele de novo<br />
achar que os meninos são uns 'indiotas'<br />
ter a melhor festa de aniversário do mundo, brincando de castelo no meio de velhos tijolos em um sítio<br />
ter que aguntar as outras crianças tirando sarro de alguma coisa que você fez ou deixou de fazer<br />
achar que no fim tudo dá certo, que todas as pessoas são felizes e que a coisa mais complicada que existe no mundo é aquele problema de matemática que você não consegue entender de forma alguma....<br />
<br />
ando nostálgica!]]></description> 
					<pubDate>Sun, 21 Aug 2005 23:13:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Decisão</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/28133</link> 
                    <description><![CDATA[<br />
<i>Decidi que vou escrever... não necessariamente coisas que façam parte da minha singela vidinha, mas vou escrever sobre qualquer coisa que me passar pela cabeça... não importa o que!<br />
Não se assustem, por favor... e continuem passando por aqui, mesmo que eu demore um pouco pra escrever... prometo ser mais fiel aos meus compromissos literários com o meu blog.</i><br />
<br />
<b>Pra começar</b><br />
<br />
Ando pensando muito nas pessoas que estão à minha volta. Não somente aquelas que fazem parte ativa no meu dia-a-dia, mas também naquelas que simplesmente passam por mim, por acaso, sem deixar muitas marcas, sem dizer uma palavra, sem tanta importância. Agora elas fazem algum sentido.<br />
<br />
Já reparou como as pessoas sempre têm pressa? Passam correndo sem ter tempo nem de dar um sorriso. Eu mesma estou sempre muito atrasada para perceber que encontro quase todos os dias com o mesmo rapaz no ônibus. Já conversei com ele algumas vezes, e sei que estuda lá na Universidade. Porém, um dia, o papo que era somente de conhecidos ameaçou cruzar a linha e passar a algo mais intimo: recebi um elogio! Fugi correndo como uma gata com medo do balde de água fria. Pronto, nunca mais nos falamos, e pior, nem nos reconhecemos mais. Acontece.<br />
<br />
No mesmo ônibus existem outros personagens repetidos. Nunca conversei com eles, mas já decorei o ponto que vão descer. Juntando essa informação com outras como conversas cortadas, modo como se vestem, uma ligação ou outra no celular, fico brincando de adivinhar o que cada pessoa faz.<br />
<br />
Um senhor, simpático e educado, porém com ar de preocupado. Seu ponto é na frente do hospital das clínicas. Só depois de alguns dias reparei que ele sente uma certa dificuldade para caminhar. Parece que está esperando há muito tempo por um atendimento médico, que nunca pode ser feito. Para não perder as esperanças vai todos os dias ao hospital ver se consegue encaixar em algum horário do Doutor. Já fez tantos amigos na fila, que depois que for atendido vai continuar indo para colocar o papo em dia.<br />
<br />
Tem a moça que está sempre muito bem vestida, salto alto, camisa discreta, um blazer com saia ou calça social. Ela desce sempre próximo à Paulista. Deve trabalhar em algum banco ou escritório, na frente de um computador, trocando e-mails secretos com o funcionário do quinto andar por quem anda apaixonada. Carrega um leve sorriso no rosto cansado.<br />
<br />
Logo depois da moça do sorriso, desce uma menina com olheiras profundas e mochila pesada. Vai quase se arrastando pelos degraus do ônibus até chegar à plataforma do ponto. Nas costas carrega algum conhecimento e o peso da escolha que pretende fazer daqui para frente. Vai todos os dias para as aulas do cursinho e pensa se pode existir tortura maior do que aquela que está passando. Acorda às 7 horas da manhã, corre para as aulas, almoça e estuda até a hora de ir dormir. Não teria tanto problema se já soubesse o que vai ser quando crescer... será que é preciso crescer para escolher ou escolher para crescer? Continua a caminhada mesmo na dúvida.<br />
<br />
Chega minha vez. Vou mais uma vez para o trabalho. Na curta caminhada do canteiro central da avenida até a sala sem janelas onde passo quatro horas do dia, vejo muitas outras figuras conhecidas. Estudantes como eu, com suas histórias, suas angústias e alegrias. Cada um reflete sua escolha, mas isso fica para um próximo texto, esse já tá grande demais...]]></description> 
					<pubDate>Wed, 17 Aug 2005 23:22:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Sinto</title> 
                    <link>http://Caroletz.tigblog.org/post/26439</link> 
                    <description><![CDATA[<br><i>“É a meta de uma seta no alvo, <br />
Mas o alvo, na certa não te espera!”</i><br />
<br />
Sinto-me numa encruzilhada, afinal é hora de tomar algumas decisões. As vezes parece que o mundo me pressiona a decidir que rumo tomar e adotar uma meta... chamar alguma coisa de ‘minha’. Não! Quem pressiona não é o mundo. Sou EU.<br />
<br />
Traída por mim mesma estou perdida. Penso muitas vezes na escolha que fiz há cinco anos atrás... como minha profissão é estranha. Não que eu não goste, aliás, eu gosto bastante, mas é uma profissão meio vendida. Nas férias que tirei a pouco (ta mais pra feriado, mas ta valendo) uma amiga me disse pra tentar descobrir o que ‘faz meus olhos brilharem’... hmmm tarefa difícil pra alguém que gosta te tudo, se dá bem com muita coisa e topa qualquer desafio.<br />
<br />
E nessas, de pensar só nisso, falar só disso, enfim, viver nessa angústia, as vezes até cultivando um pouco esse sentimento, vou vivendo. O fim do ano ta chegando, contrato acabando, casa ficando ‘pequena’, pais pegando no pé, e pior, EU me traindo, muitas vezes me cobrando mais que qualquer um.<br />
<br />
Vou jogar tudo pra cima. Esquecer que teoricamente as coisas começam agora, pensar que tenho mil planos, mil trabalhos, mil livros pra ler, mil pessoas pra conhecer, mil... mil... mil... resumidos em uma? Não, em mil decisões que eu faço a todo dia, toda hora, todo segundo.<br />
<br />
Conversando com uma outra amiga (ai ai.. se não fossem os amigos) que passa pela mesma fase que eu, chegamos a conclusão que uma coisa podemos garantir: não vamos ganhar rios de dinheiro, não vamos ser apresentadoras do Jornal Nacional, não vamos escrever na Folha de São Paulo, mas VAMOS ser FELIZES com aquilo que escolhermos... o resto é lucro!<br />
<br />
<i>“Então me diz qual é a graça<br />
de já saber o fim da estrada<br />
quando se parte rumo ao nada?”</i><br />
Paulinho Mosca<br />
]]></description> 
					<pubDate>Sat, 23 Jul 2005 18:16:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://Caroletz.tigblog.org/post/26439</guid>
					<georss:point>-23.5333333 -46.6166667</georss:point><geo:Point><geo:lat>-23.5333333</geo:lat><geo:long>-46.6166667</geo:long></geo:Point>
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