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                    <title>TIGblogs - Carla Cristina Hirata Miyasaka's TIGBlog</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/</link> 
                    <description>What's on the minds of young leaders from around the globe?</description> 
                    <language>en-us</language> 
             
                <item> 
                    <title>Graveola e o Lixo Polifônico</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/648009</link> 
                    <description><![CDATA[DOIS LADOS DA CANÇÃO<br />
(josé luis braga, luiz gabriel lopes)<br />
<br />
quando eu ouço as canções que eu fiz pra você<br />
o tempo vem dizer <br />
o que o tempo deve ser<br />
o espaço em que agora o meu passo chegar<br />
vai dizer: <br />
- amanhã já é outro lugar<br />
<br />
eu juro que é melhor enfim<br />
eu juro vai ser melhor assim<br />
<br />
eu já não ligo mais para você<br />
hoje não canto<br />
não falo, não saio, não durmo bem<br />
os tênues fios que me ligam a você estão hoje em prantos<br />
e no entanto arriscamos tanto nos envolver<br />
<br />
desligo você<br />
nus, deslizamos<br />
pra que te esquecer<br />
se o amor é tanto?<br />
existo em você<br />
por louco engano<br />
<br />
www.graveola.com.br<br />
<br />
para divulgar uma ótima banda. para falar o que tenho pra falar sem ter que falar.]]></description> 
					<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 01:37:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>VIVA!!!</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/578655</link> 
                    <description><![CDATA[E foi com esse anúncio vindo das criancinhas barulhentas das primeiras poltronas do ônibus que chegamos à Buenos Aires.<br />
<br />
Essa viagem toda me trouxe realmente <b>bons ares</b>. Clichê enorme falar isso... mas é o que é...<br />
<br />
Foi uma pausa de um ritmo de trabalho insustentável e mal pago. 13 dias de folga mal-vistos pela equipe do trabalho, porém muito justos e merecidos!<br />
<br />
Foi um escape de milhares de pensamentos e sentimentos bagunçados, de vontade opostas dentro de uma só de mim. Foi um sossego para a mente e para o coração baqueados depois de um namoro terminado.<br />
<br />
Foi talvez a dose necessária de distância, de saudade, de aprendizados, de vivências para um namoro recomeçado, renovado.<br />
<br />
Foi, mais intensamente, o despertar da minha (ultimamente) apagada, porém eterna paixão por viajar! Acumular na bagagem da vida horas de estrada num ônibus nem sempre muito confortável, mergulhar numa cultura diferente, explorar os cantinhos de cidades desconhecidas, sentir todos os dias uma <b>liberdade</b> e uma <b>independência</b> que, mesmo longe da bela utopia trazida por essas palavrinhas, são renovadoras e incrivelmente satisfatórias para mim!<br />
<br />
Respirar novos ares.<br />
E respirar fundo.<br />
E suspirar...<br />
<br />
... eu estava com saudades disso...]]></description> 
					<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 16:32:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>um tour por Porto Alegre</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/574749</link> 
                    <description><![CDATA[Aí está Mohana em frente a uma das lindas (e fechadas) portas que visitamos! Não me lembro o que era... mas a porta já valeu a pena, né?!]]></description> 
					<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 18:58:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>que comece a viagem... rumo à Buenos Aires!</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/573929</link> 
                    <description><![CDATA[Durante os 13 dias de viagem (Brasília - Porto Alegre - Buenos Aires - Montevideo - Porto Alegre - Brasília) textos de um diário de bordo mental foram surgindo na minha cabeça, mas na hora de passá-los para o papel... nada... as palavras escapavam como se estivessem fugindo do fatal destino de se tornarem nada mais que palavras e, assim, deixarem de ser sensações tão particulares ao meu eu.<br />
<br />
Mas, finalmente, aqui estão elas! E garanto a vocês que essas palavrinhas, ainda um pouco fujonas, se colocam aqui não como meras palavras, mas sim como um compartilhar que pretende emanar essa tão boa sensação de viajeira, viajante e (ainda pouco) viajada. Um compartilhar que vem como um convite a sempre nos encantarmos com os lugares novos, as pessoas novas, os ares novos e, claro, com os aprendizados de sempre.<br />
<br />
Dia 31/12.<br />
Rumo à Chapada dos Veadeiros depois de um convite que há tempos eu não topava "Chapada amanhã, partiu?!". Viagem corrida, porém tranquila! A virada do ano foi na pracinha de São Jorge. E nada como um belo e ensolarado banho de cachoeira para começar 2009! Nham!<br />
<br />
Dia 02/01.<br />
Depois de pouco mais de 260 km percorridos em 5 horas dentro de um ônibus "pinga-pinga", cheguei em casa, na correria para terminar as coisas do trabalho e arrumar a mala.<br />
<br />
Dia 03/01.<br />
Começa então a viagem para Buenos Aires... numa manhã bem sonolenta porque, como sempre, minha mala insiste em ser feita na madrugada anterior à viagem (mas sempre também por bons motivos!). Peguei o avião para Porto Alegre, rodeada de crianças peraltas e intrigadas com o fato de que as nuvens e o próprio avião pareciam não sair do lugar.<br />
<br />
Cheguei numa Porto Alegre chuvosa e meio deserta. E, com aquele ar de mochileira independente e criativa (hehe), peguei o ônibus gratuito até a estação de metrô e depois metrô até a rodoviária e depois (já com minha companheira de viagem, Mohana) táxi até nosso abrigo da chuva e do cansaço.<br />
<br />
Coisas úteis (ou não) que aprendi até então:<br />
Trem = metrô.<br />
Lomba = ladeira.<br />
Taxista que não conhece a cidade e pergunta "Você sabe onde é?" para as duas passageiras que não têm a menor cara (ou melhor, sotaque) de que são de lá = dinheiro desperdiçado com motorista perdido.<br />
<br />
Devidamente instaladas no apê gentilmente cedido pelos primos da Mohana (eba!), fomos tentar conhecer a cidade. O apê era muito bem localizado para turistas como nós! Bem no centro e perto de muitos museus e teatros. Saímos a pé e debaixo de garoa, andando pelas praças que tinham por perto e conseguimos conhecer muitas portas bonitas (outras nem tanto)... É isso mesmo... Portas! Porque estava tudo fechado!!!<br />
<br />
Foi tão estranho ver as ruas, que um dia foram do Fórum Social Mundial, vazias... Caminhar pela deserta calçada da avenida do centro onde tem aquela ponte que foi camarote da passeata de abertura do Fórum... não esbarrar em ninguém nos arredores do Mercado Público que estava fechado... Andar por todos aqueles lugares que estavam numa lembrança boa sem aquele clima social mundial foi realmente estranho... e saudoso. E essa sensação de saudade e de vontade aumenta ainda mais agora que o Fórum voltou ao Brasil e está tão perto de começar... Que ventos bons e refrescantes passem pelo FSM 2009, lá em Belém!<br />
<br />
Bom, o jeito foi voltar para o apê e apreciar o delicioso pêssego comprado no fruteiro da esquina, um dos únicos estabelecimentos abertos naquele sábado chuvoso, e descansar!<br />
<br />
04/01<br />
Isso que dá deixar pra escrever essas coisas depois... não me lembro se nossa visita às portas dos Museus e do Mercado foi mesmo no dia 03... tô achando que foi na manhã do dia 04... ihh... sei lá...<br />
<br />
Mas enfim... lá pelas 16h fomos para rodoviária fazer o check-in mais enrolado do mundo e encontrar com a Bel, mais uma companheira de viagem! Comprei nossas passagens pela internet, aqui em Brasília ainda, pela empresa Pluma. Tinham dois ônibus saindo no mesmo horário e, claro, que eu escolhi o que iria dar errado! Durante o demorado e burro processo de check-in descobrimos que nosso ônibus ia atrasar... tudo bem... mas quando pergunto para o moço quanto tempo ia atrasar, na maior tranquilidade ele me responde "o ônibus está vindo de São Paulo e só vai chegar amanhã..."!<br />
<br />
Mais coisas que aprendi:<br />
Passagens compradas pela internet nessa empresa = um saco para fazer o check-in tanto pro passageiro quanto para o atendente.<br />
Comprar o seguro viagem (2 reais a mais) = o dobro do dinheiro de indenização pra sua família e o dobro de demora no check-in.<br />
Importante: caso tudo dê errado, fale alto o suficiente para que o atendente do lado (provavelmente mais experiente do que aquele que está te atendendo) escute e te ajude!<br />
<br />
Então... o atendente do lado (que se não era mais experiente, pelo menos era mais espertinho) reservou lugares para gente no outro ônibus, que ia sair lá de Porto Alegre mesmo e que não ia atrasar. Conseguimos! Lugares ao lado do banheiro, mas... ainda naquele dia.<br />
<br />
E como toda viagem tem que ter histórias meio loucas para serem contadas, sempre existem pessoas igualmente loucas para nos proporcionar histórias assim. No embarque em Porto Alegre, uma senhora e (acho que era) a filha estavam conversando com o motorista. A filha estava embarcando a senhora, que mal conseguia andar, sozinha para uma viagem de quase 20h... Na primeira parada a senhora passou mal e foi ajudada pelos outros passageiros. Na metade da viagem trocaram os motoristas e aquele que havia conversado com a suposta filha não avisou nada para os novos motoristas e, então... Na fronteira Brasil-Argentina foram pegar os documentos da senhora e ela não sabia para onde estava indo nem onde estavam os documentos... preocupante. A senhora parecia estar muito mal... Acharam os documentos, passamos pela fronteira e seguimos viagem. Não sei o que aconteceu com a senhora quando chegamos em Buenos Aires... mas espero que alguém mais responsável e com bom senso na cabeça tenha ido buscá-la na rodoviária.]]></description> 
					<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 16:50:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Romance</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/531089</link> 
                    <description><![CDATA[Qual é o tamanho do sofrimento que o amor suporta, aceita, exige?<br />
<br />
O que acontece quando o sofrimento dos mocinhos do filme parece ser menor e mais passageiro que o seu?<br />
<br />
Acho que filmes de Guel Arraes são difíceis de ver quando se tem coisas que ficam martelando na cabeça a cada frase que te dizem, a cada música que toca no rádio, a cada fala que você escuta.<br />
<br />
São muitas palavras, muitos gestos, muitas pausas... todos muito cheios de significado, de emoção, de confusão. Na ficção e na realidade.<br />
<br />
Ou será tudo isso ilusão? Imaginação? Representação? Invenção...<br />
<br />
Acho que talvez... esse Romance deixou minha cabeça mais bagunçada do que antes. Mas só acho.<br />
<br />
Uma das coisas que me perguntei é se existem alguns filmes que você tem que ver com a pessoa certa (inclusive se a pessoa certa for você mesmo), se faz diferença - na realidade e na ficção. Será?<br />
<br />
Acho que sim... ou que talvez... e tenho a impressão de que esse foi o caso.]]></description> 
					<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 21:45:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>ô de casa...</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/507264</link> 
                    <description><![CDATA[Com licença<br />
quero entrar na sua cabeça,<br />
coração e essência.<br />
<br />
Vai... me dê licença<br />
só preciso de uns minutinhos aí dentro<br />
Tenha paciência<br />
e me faça essa gentileza<br />
<br />
Não quero te invadir<br />
nem ser seu centro<br />
Não quero roubar sua beleza<br />
ou me apossar de suas riquezas<br />
<br />
Hein, deixa?!<br />
prometo que não vou demorar<br />
e que terei delicadeza<br />
Não vou te machucar<br />
<br />
O que quero é muito simples<br />
fácil de saber<br />
só quero a certeza<br />
de que ainda faço parte de você<br />
<br />
Por favor,<br />
preciso garantir o meu lugar<br />
preciso que você se lembre de mim<br />
se não...<br />
eu vou sumindo devagar]]></description> 
					<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 12:05:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>uma tentativa</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/502511</link> 
                    <description><![CDATA[Estou com palavras entaladas<br />
não sei nem em que parte do meu corpo<br />
Sinto necessidade de escrever<br />
- de falar nem tanto - <br />
mas as palavras insistem<br />
se escondem e ficam aqui<br />
presas e me consumindo<br />
<br />
Escuto músicas<br />
Leio poemas<br />
Presto atenção nas falas<br />
vejo tudo<br />
Na tentativa de desentalar palavras<br />
mesmo que elas não sejam minhas<br />
<br />
Quero falar que amo<br />
Quero mostrar que eu odeio<br />
Quero perguntar<br />
Preciso escutar<br />
não me calar<br />
<br />
Palavras boas e ruins<br />
indeferentes e repetidas<br />
todas elas, dentro de mim<br />
me fazem sumir<br />
con.somem meus sentimentos]]></description> 
					<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 22:50:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>acredita?</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/361107</link> 
                    <description><![CDATA[Hoje eu vi.<br />
Prometo que vi.<br />
Mesmo que por um só segundo,<br />
mas vi.<br />
<br />
Foi uma dessas coisas que quando se vê seu corpo pára pros olhos poderem se fixar e degustar (ou digerir) o visto. Mas é bem nesse instante, nesse segundo que se tem para ver, que suas pálpebras resolvem dar aquela piscadinha lubrificante e você fica imaginando "será que vi?" e a imagem (seja ela vista ou imaginada) fica passando diante dos seus olhos (estejam eles fechados ou não).<br />
<br />
Mas eu vi.<br />
<br />
Foi no caminho para a biblioteca, um longo caminho para pernas doloridas e corpo sonolento, mas o dia estava bonito e convidativo.<br />
Meus olhos desviaram dos olhos do hippie sentado no chão com seus trampos para vender. Na verdade, meus olhos fugiram dele. E, depois de disfarçarem a fuga se virando para minhas mão, meus olhos encontram um lindo refúgio.<br />
<br />
Que nuvens lindas. A vontade era de passar por dentro delas só pra fazer parte daquela boniteza.<br />
<br />
(Às vezes acho que todo esse meu encanto pelo céu, pela lua, pelo pôr-do-sol tira meus pés do chão - num sentido não muito legal -, mas não me importo. Faz bem ter a cabeça nas nuvens)<br />
<br />
Mas foi no movimento seguinte dos meus olhos que o segundo durou mais que o convencional, que meu corpo interrompeu a caminhada, que aquilo que vi me parou.<br />
<br />
Hoje. Hoje eu vi. Mesmo.<br />
<br />
Vi os dois. Inconfundíveis. Vi os dois juntos em plena luz do dia e ali... a céu semi-aberto! Mas durante aquela tal piscadinha eles se esconderam fugindo de olhares comprometedores. Não queriam ser vistos, não juntos. Não assim, não sem ninguém esperar. Se enconderam pra ninguém desconfiar. Juntaram um bolo de nuvens e foram pra trás delas.<br />
<br />
Mas eu vi! O sol e a lua, sim. Juntos. Os dois. Prometo. Ali, assim. Um do ladinho do outro.<br />
<br />
É...<br />
<br />
Só sei que no caminho de volta, ainda longo e de pernas cansadas, o dia continuava bonito. O sol parecia estar feliz e radiante. O hippie já não estava mais lá e as nuvens eram as mesmas. Mas acho que essa idéia de juntar as nuvens e fazer delas esconderijo gerou consequências. Começou com gotinhas tímidas e de repente desabou a chover!<br />
<br />
Seriam lágrimas de lua depois de uma despedida? Suor de dois corpos (celestes) amantes? Frenesi das nuvens com tal encontro? Ou, para os menos românticos, apenas precipitação de água sobre a superfície da Terra?<br />
<br />
Sei lá. Mas eu vi. De verdade.<br />
..........................<br />
<br />
PSiu - escrevi isso no dia em que vi. que não foi hoje. mas não coloquei data. ê lelê. mas eu vi! hehe<br />
PSiu de novo - a foto foi tirada do meu celular, voltando a poucas horas da manhã de são paulo. nas nuvens.]]></description> 
					<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 23:17:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>"hoje eu sou mais eu"</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/325519</link> 
                    <description><![CDATA[eram 2 e 42 da manhã e eu estava saindo da casa do meu namorado.<br />
namorado. meu.<br />
<br />
o vidro do carro embaçava toda hora e os pingos de chuva caiam aos poucos. caiam de pouco em pouco como se só quisessem que o pára-brisas saísse da preguiça e trabalhasse um pouco.<br />
<br />
eu não estava no caminho de ninguém e nenhum carro estava no meu caminho.<br />
meu. caminho.<br />
<br />
a música me dava vontade de dançar. de cantar. de parar no meio da chuva pouca, descer do carro e ir dançando e cantando como se eu estivesse num clip de música mas não como uma pessoa saltitante <i>singing in the rain</i>.<br />
<br />
a vontade era continuar dirigindo até chegar num lugar que eu já fui. num lugar que está na minha memória boa. na verdade não é nem chegar num lugar... é chegar num momento, num instante, numa sensação. naquela lua, naquele show, naquela vista.<br />
<br />
não queria chegar na minha casa.<br />
casa. minha.<br />
<br />
a vontade era dirigir até o dia amanhecer. e também que o dia não amanhecesse. que o sol ficasse guardado um pouquinho mais.<br />
<br />
<div align="center"><img src="http://www.takingitglobal.org/images/connections/tigblogs/entryphotos/325511.jpg" width="366" height="149" /></div><br />
<br />
gosto tanto da noite. prefiro a noite. sei que é besteira me perguntar isso, mas às vezes me pergunto por que não usar a manhã para dormir? a vontade era... <a href="http://polikhromos.blogspot.com/2008/01/guarda-para-mim-o-nascer-do-sol.html">guardar o nascer do sol</a>.<br />
<br />
a vontade era subir a pira da praça dos 3 poderes e ver o sol nascer. feliz dessa vez. deu vontade de ficar acordada, até o sol nascer, naquela hora. 2 e 46. nessa hora que eu estava estranhamente bocejando de sono.<br />
<br />
a vontade era fugir. como tantas outras vezes. simplesmente sumir. mas dessa vez não foi um fugir pra me sentir melhor. pra ficar de bem comigo mesma. era só um fugir.<br />
<br />
e o melhor. a sensação no meio e junto de todas essas vontades e pensares era de que eu gosto de ser do jeito que eu sou. de que eu sou quem eu quero ser ou pelo menos sou quem eu tento ser. de que sou reconhecida pelo que me esforço a fazer na maneira condizente ao jeito que penso a minha vida.<br />
vida. minha.<br />
<br />
foram 15 minutos que, no momento, eu queria que durassem até o dia amanhecer. foram 15 minutos conversando comigo mesma e que me fiz acreditar que tenho sim a liberdade que pareço estar sempre buscando. que o acaso e o transitório fazem sim parte da minha vida de um jeito que eles não tornam as experiências superficiais.<br />
<br />
e agora são 4 e 9 da manhã. a sensação já não é mais na intesidade de algumas horas atrás. a sensação já está passando pra racionalidade das coisas e talvez não passe daí e talvez até desapareça sem nem deixar um sinal de vida. mas que venha o sol. estou disposta a conviver com sua luz mesmo que eu esteja sem óculos escuros.]]></description> 
					<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 04:14:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>A vida que me é (do verbo é)</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/318847</link> 
                    <description><![CDATA[Para aqueles que viram <b>Meu mundo em perigo</b>, do Belmonte. Linda e acertada "epígrafe".<br />
<br />
<i>A SOLIDÃO E SUA PORTA<br />
<br />
Quando mais nada resistir que valha<br />
a pena de viver e a dor de amar<br />
e quando nada mais interessar<br />
(nem o torpor do sono que se espalha),<br />
<br />
quando, pelo desuso da navalha<br />
a barba livremente caminhar<br />
e até Deus em silêncio se afastar<br />
deixando-te sozinho na batalha<br />
<br />
a arquitetar na sombra a despedida<br />
do mundo que te foi contraditório,<br />
lembra-te que afinal te resta a vida<br />
<br />
com tudo que é insolvente e provisório<br />
e de que ainda tens uma saída:<br />
entrar no acaso e amar o transitório.</i><br />
<br />
Carlos Souto Pena Filho (Recife PE 1929-1960)<br />
<br />
E para mim que, mesmo acreditando que ainda vale a pena viver e (ou pelo menos me esforçando para acreditar) que  valha a dor de amar, procuro sempre lembrar que me resta a vida e que se eu entrar no acaso e amar o transitório sofrerei menos (ou não).<br />
<br />
Quem sabe um dia consigo novamente mergulhar no acaso e me reconciliar com o transitório, mesmo que isso signifique abrir mão de muitas coisas que me são queridas.]]></description> 
					<pubDate>Sun, 06 Jan 2008 22:32:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>RE-LOCAMENTOS</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/304571</link> 
                    <description><![CDATA[<i>eu.<br />
eu sou assim.<br />
nem haicai<br />
nem cordel.<br />
nem ipê<br />
nem bonsai.<br />
sou a possibilidade<br />
de ser.<br />
sou o que está no papel.</i><br />
<br />
06.12.07]]></description> 
					<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 23:31:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>depois de palavras, imagens</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/243563</link> 
                    <description><![CDATA[Cena típica de uma Itaúnas cheia de turistas praeiros.<br />
<br />
Saindo da praia, atravessando as dunas, rumo a um lindo pôr-do-sol.]]></description> 
					<pubDate>Sat, 25 Aug 2007 01:06:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Férias?</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/239485</link> 
                    <description><![CDATA[Mais uma lua cheia e mais um bocado de coisas vividas.<br />
<br />
Depois de umas 20 horas de viagem de carro apertado e muitos quilômetros rodados, chego em Brasília... assim... aqui. A lua veio nos acompanhando e clareando a estrada toda e quando chegou sua hora veio o sol... lindo e cheio de si.<br />
<br />
Foi desses momentos em que você pensa como é gostoso viajar. De um lado a lua ainda cheia e ainda dona do céu, do outro lado o sol nascendo ainda frio. Na frente a estrada... reta... cheia de <br />
curvas... só minha, só nossa. Sem sono, sem fome e sem canseira.<br />
<br />
Fui para Itaúnas/ES. <i>"Uma terrinha muito boa onde há muitas pessoas em que se pode confiar, quando estou lá parece que o mundo pára, não existe nem relógio para o tempo controlar"</i>.<br />
<br />
A Vila de Itaúnas, antes (muito antes), era na beira do mar, mas as dunas engoliram a vila. Agora temos de andar um bocado e ainda atravessar as dunas até chegar na praia, protegida por muita muita areia. Haja pernas. Mas todo brasiliense sabe aproveitar uma boa praia... também não é pra menos... viajar tanto só pelo gostinho da água salgada! Vale a pena. Praia gostosa, comprida, bonita e regada de muito forró.<br />
<br />
Mas cuidado aos que forem para lá em julho! Alto risco de overdose de forró! Nossa... a cidade não desliga! Dia 23/07 começou o Festival Nacional de Forró, em sua sétima edição, e, depois desse <br />
dia, não se sabe o que é silêncio em Itaúnas. O Festival terminou no dia 29/07.<br />
<br />
Falar não adianta... (e eu também estou com um pouco de preguiça.. hehe) tem que ir lá pra entender o que estou dizendo. Forró madrugada adentro, forró na ponte com os primeiros raios do sol, forró na padaria com o sol de meio-dia, forró na praia até a chegada da lua, forró pra esquentar pra mais uma madrugada de forró e por aí vai. Mas nada que uma mpb só na voz e violão nos cantinhos da vila não resolva pra dar uma folga aos ouvidos. Eee delícia.<br />
<br />
Foi meio canseira essa viagem, canseira dos pensamentos, das idéias, da cabeça... o corpo dormiu até demais. Mas momentos totalmente recompensadores é que realmente ficam na memória. <br />
Enfrentar vento sul, vento norte pra curtir uma praia linda. Subir no pique uma duna enorme e dar de cara com um pôr-do-sol maravilhoso... de tirar o folêgo (mais do que a subida da duna). <br />
Sentar na varanda, sozinha numa cidade lotada, e respirar e ver-se fraca mas sentir-se forte. Conhecer pessoas que fazem os poucos minutos que passamos com elas serem alegres. Conhecer as pessoas com as quais passamos muitos minutos. Buscar refúgio no céu...estrelado, laranjado, roxo, azulzinho... e achar. Se despedir da terrinha muito boa com a lua cheia se olhando no rio.<br />
<br />
Agora... de volta a minha querida Brasília, mas meu eu, ou seja lá o que for, parece estar longe daqui e eu não sei onde encontrá-lo.<br />
<br />
(comecei a escrever quando a lua estava cheia... termino agora que ela já está mais magricela mas nunca vazia.)]]></description> 
					<pubDate>Mon, 06 Aug 2007 00:58:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>O céu da minha vida</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/225981</link> 
                    <description><![CDATA[Não tem...<br />
Não tem como não se apaixonar<br />
<br />
Só tem como tantas vezes admirar<br />
<br />
Todo dia um pôr-do-sol<br />
Todo mês uma lua<br />
Todo sempre um amor<br />
<br />
Hoje foi tudo de uma vez<br />
<br />
Não tem como não sorrir<br />
<br />
Eta lugar do mundo bonito...]]></description> 
					<pubDate>Mon, 02 Jul 2007 00:03:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Descoberta (quase) inútil</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/209127</link> 
                    <description><![CDATA[Ontem me veio uma descoberta dessas que você não espera e que você (quase) não está preparado para encarar a sua (quase) obviedade.<br />
<br />
Um dia apaixonante de bobeira necessária, consciente e irresponsável.<br />
<br />
Momento (pra mim) desesperador e (pra ele) engraçadíssimo.<br />
<br />
Aí, nesse dia, nesse instante, foi que escutei, descobri e senti que<br />
<br />
<b>o sovaco serve pra rir melhor</b>]]></description> 
					<pubDate>Wed, 23 May 2007 21:20:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>maldito sono que não chega</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/181685</link> 
                    <description><![CDATA[<i>minha vida é andar<br />
pra onde o vento soprar<br />
e o vento soopra...<br />
e eu vou</i><br />
<br />
mas às vezes é preciso direcionar o vento.<br />
<br />
o ventilador eu tenho... falta o rumo... ou somente a coragem de seguí-lo.]]></description> 
					<pubDate>Sat, 14 Apr 2007 02:01:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>a passagem</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/178707</link> 
                    <description><![CDATA[Qual a lembraça que você visitaria antes de morrer?<br />
<br />
Seria aquele dia de manhã chuvosa, no despertar de um dia das crianças em que você está numa varanda olhando pra chuva pensando justamente que você não é mais criança...<br />
<br />
Seria aquela última quarta-feira do ano em que pouco importava se tinham mil pessoas disputando um lugarzinho para pisar e só o que importava era o frio na barriga de estar com seu amor...<br />
<br />
Seria aquela viagem ao sabor e rumo do vento, onde não se sabia o que iria acontecer só se sabia aproveitar ao máximo o que acontecia...<br />
<br />
Seria aquela outra viagem em que nada demais acontecia mas isso já era suficiente para ser a pessoa mais realizada de sua própria vida...<br />
<br />
Seria aquele fechar os olhos e respirar e se inspirar com os novos (desconhecidos) ares, quando surgiram aquelas lágrimas por conta da beleza daquele momento unicamente especial pra você naquele frio congelante (literalmente), no meio de um silêncio bem barulhento...<br />
<br />
Seria aquele luar, aquele eclipse, aquele nascer do sol, aquela chuva, aquela cachoeira, aquela imagem, aquela festa, aquele pôr-do-sol, aquela pessoa, aquele encontro, aquela música, aquele beijo, aquele tapa, aquele mergulho, aquela entrega...<br />
<br />
A lembrança é algo que a gente inventa? Algo que a gente constrói na nossa imaginação? Ou é de fato algo que existe/existiu, algo que apenas resgatamos nos confins de nossa memória.<br />
<br />
E a memória?]]></description> 
					<pubDate>Mon, 09 Apr 2007 01:10:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Artista Plástica</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/166821</link> 
                    <description><![CDATA[No começo de semestre sempre pareço uma aluna dedicada à minha formação acadêmica, mas pena que o começo do semestre geralmente dura tão pouco.<br />
<br />
Estou animada com as minhas aulas, em sua maioria téoricas, e com os rumos que posso tomar a partir delas. Horários protegidos para estudo, leituras, resenhas, estudos em grupo, linha de trabalho, exposições, concursos. É... vamos lá!<br />
<br />
Tenho que reaprender a estudar e acho que estou no caminho. Já acumulei algumas horas-biblioteca só nessa primeira semana de aula.<br />
<br />
E meu dia começa assim:<br />
<br />
História da arte do século XIX. Slides, pinturas famosas, pintores famosos, escurinho, voz sonolenta, análises, histórias, visões. Tão diferentes e, ao mesmo tempo, tão iguais às aulas de artes do 2° grau. Achei engraçado essa comparação da minha memória... a "quase mesma" aula agora tem propósito. Conhecimento que não vai se diluir assim que passar a prova do PAS. Conhecimento que agrega na minha formação.<br />
<br />
Almoço no bandejão. Soja em pedacinhos, soja moída, soja despedaçada, soja misturada, soja disfarçada. FORA, SOJA!!! blerg!<br />
<br />
Fundamentos do Desenvolvimento e do Aprendizado. Formação de professores... cercada de calouros tipo B de Educação Física, siglas nada a ver, professora doida e obsessiva, cronograma pronto com o que devemos fazer, pensar e dizer. Vamos ver no que vai dar. Serei uma professora de aulas de slides (ou seja, aula da bagunça) em escolas particulares de 2° grau?<br />
<br />
Atravessa o Pavilhão todo, atravessa o minhocão, passa pelo RU, chego no fim do IdA (Instituto de Artes). Quantas pessoas, quantos rostos, quantas conversas picadas, quanta correria, quanta UnB.<br />
<br />
Pintura 1. Mais slides, mas por enquanto. Professor que é meu orientador e que quer "todo mundo feliz! Se tiver alguém que já está infeliz pode trancar a matéria que não vai dar certo!!". Risadas. Sala grande. Poucos alunos. A única disciplina prática nesse semestre e que já me fez pensar um bocado nessa onda de "futura artista". Estou feliz.<br />
<br />
Noite chega. Cansaço se aproxima. Muita informação num dia só.<br />
<br />
Estudo da Arte em textos filosóficos. 1 aula por semana. 1 aula doida por semana. Orientandos de mestrado, bolsistas de pesquisa de iniciação científica, professora doutora/pós-doutora/seja-lá-o-que-for. Muita conversa. Muita leitura. Muita resenha. Muitos pensares. Muitas possibilidades. "E aí?! Qual a sua linha de trabalho?!".<br />
<br />
E no fim do dia, fico a matutar... o que fará de mim uma artista? Assim como o que faz de um médico um médico, de um arquiteto um arquiteto, de um designer um designer?<br />
<br />
Artista Plástica.<br />
<br />
Gosto da sonoridade dessas duas palavrinhas. Gosto das possibilidades que elas representam pra mim e que podem vir a representar para outras pessoas.<br />
<br />
Bom começo de semestre pra nós. Bom despertar para outras vidas.]]></description> 
					<pubDate>Fri, 16 Mar 2007 12:48:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>e esse ano?</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/165511</link> 
                    <description><![CDATA[<b.Corre - Corre</b><br />
Rita Lee<br />
<br />
Composição: Rita Lee e Roberto de Carvalho<br />
<br />
O ano passado passou tão apressado<br />
Eu sei que foi um corre-corre-corre danado<br />
O ano inteiro eu passei sem dinheiro<br />
Eu sei que foi um tal de segurar essa peteca no ar<br />
Como se fosse empinar papagaio<br />
<br />
Nem sempre tem vento<br />
Mas sempre tem jeito pra dar<br />
Quando se trata de vida ou de morte<br />
E se não me engano<br />
No próximo ano<br />
Vai vir aquela dose de cicuta que eu vou ter que engolir<br />
Como se fosse um suco de fruta<br />
Como se fosse eu a grande maluca<br />
<br />
Corre-corre-corre<br />
Corre-corre-corre]]></description> 
					<pubDate>Wed, 07 Mar 2007 14:59:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>absolutamente</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/155561</link> 
                    <description><![CDATA[<i>Sabe quando as buchechas ficam doendo...<br />
Naquela dorzinha boa e boba de sorriso constante?<br />
<br />
Sabe quando você fecha os olhos e sente<br />
Aquele arrepio de presença distante?<br />
<br />
Sabe quando você tem muita coisa na cabeça...<br />
Mas só uma, a mais simples, é a que faz todo o resto parar?<br />
<br />
Sabe quando acha que as músicas foram feitas pra você...<br />
Principalmente aquelas mais bobinhas?<br />
<br />
Sabe quando "prazer" é mil vezes mais que uma palavra...<br />
É aquele arrepio de presença amante?<br />
<br />
Sabe quando o que você mais quer é tão simples...<br />
Basta fechar os olhos e imaginar e sonhar?<br />
<br />
Sabe quando você não repara nas horas...<br />
E só repara quando é pra esperar aquele momento chegar?<br />
<br />
Sabe quando toda sensação é intensa...<br />
Intensidade que te faz fechar os olhos e se entregar?<br />
<br />
Sabe quando cada detalhe bom e bobo te faz bem...<br />
Daquele jeito de fazer as buchechas doerem?<br />
<br />
Sabe?<br />
<br />
Eu sei!</i><br />
09/01/06<br />
<br />
Eu continuo sabendo e sentindo e vivenciando e descobrindo e vivendo. E todo dia me apaixonando e a cada dia amando.]]></description> 
					<pubDate>Sat, 27 Jan 2007 01:01:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>qual a cor da sua tranquilidade?</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/78151</link> 
                    <description><![CDATA[.]]></description> 
					<pubDate>Mon, 11 Dec 2006 15:35:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>mais exercícios</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/78149</link> 
                    <description><![CDATA[agora com gostinho de últimos exercícios de fim de semestre]]></description> 
					<pubDate>Mon, 11 Dec 2006 15:32:00 EST</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://carlinha.tigblog.org/post/78149</guid>
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                </item> 
                <item> 
                    <title>2006</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/75623</link> 
                    <description><![CDATA[<table align="center" width="800" cellspacing="3" cellpadding="3" border="0"><br />
<tr><br />
<td align="right">carvão e giz<br />
seria eu puro pó?<br />
meu corpo se refez<br />
em tantos pedaços<br />
pequenos em grãos<br />
e cheios de cansaço.<br />
<br />
formão e verniz<br />
quantos dias mais?<br />
cavando um buraco<br />
num ano interminável<br />
numa madeira<br />
e sem formato<br />
escondendo o desagradável.<br />
<br />
aplauso e bis<br />
quando vamos dizer<br />
"pronto! já fiz!"?<br />
e parir o filho da natureza<br />
que dentro da barriga<br />
já criou sua beleza<br />
e quer logo ser gente<br />
ser livro<br />
ser certeza.<br />
<br />
ainda assim feliz<br />
parecem três vidas<br />
que se combinam<br />
e se apoiam.<br />
de dia rala<br />
de noite rola.<br />
</td><br />
<td><img src="http://www.takingitglobal.org/images/connections/tigblogs/entryphotos/75619.jpg"></td><br />
</tr><br />
</table><br />
]]></description> 
					<pubDate>Tue, 05 Dec 2006 19:42:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>banco de imagems 1</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/75619</link> 
                    <description><![CDATA[.]]></description> 
					<pubDate>Tue, 05 Dec 2006 17:04:00 EST</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://carlinha.tigblog.org/post/75619</guid>
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                </item> 
                <item> 
                    <title>apesar de tanta coisa</title> 
                    <link>http://carlinha.tigblog.org/post/74891</link> 
                    <description><![CDATA[<i>finalmente! sim!<br />
<br />
<b>ele</b> está bem dentro de mim. mas a sensação é estranha. não sinto nada. sinto muito.<br />
<b>ele</b> chegou meio atrasado. mas está aqui. 02h43.<br />
com certeza <b>ele</b> vai chegar mais tarde. de novo. numa hora indesejada. vai chegar com força. naquela hora depois do almoço. naquela fome já saciada. na minha cama arrumada.<br />
<b>o</b> espero a noite inteira. e <b>ele</b> parece que nunca chega. <br />
e hoje que eu queria ver nascer o dia... <b>ele</b> me aparece... assim, como se tomasse conta de mim. do meu corpo. das minhas idéias. da minha noite. do meu dia.<br />
<br />
<b>sono</b> maldito. por que você chega agora? não tinha outra hora? outra companhia? <b>sono</b> impertinente. por que você me invade assim? se não te quero dentro de mim? <b>sono</b> que só chega quando não é convidado. <b>sono</b> mal-amado.<i><br />
<br />
=o)<br />
<br />
é, tô com sono mas a vontade de dormir está lá longe. queria mesmo era estar lá, naquele colo, naquele lu(g)ar. queria mesmo é ficar aqui falando e falando e falando nada.<br />
<br />
mas acho que basta dizer<br />
<br />
"é muito fácil ficar feliz!"<br />
<br />
e eu estou feliz. com sono. feliz.]]></description> 
					<pubDate>Sun, 03 Dec 2006 23:09:00 EST</pubDate> 
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