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                    <title>TIGblogs - Murillo M dos Santos's TIGBlog</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/</link> 
                    <description>What's on the minds of young leaders from around the globe?</description> 
                    <language>en-us</language> 
             
                <item> 
                    <title>Cidade Limpa</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/324699</link> 
                    <description><![CDATA[Penso que nunca verei<br />
Um outdoor belo como uma árvore.<br />
Talvez, a menos que os outdoors caiam,<br />
Eu jamais verei árvore alguma.<br />
<br />
<i>I think that I shall never see<br />
A billboard lovely as a tree.<br />
Perhaps, unless the billboards fall,<br />
I`ll never see a tree at all.</i><br />
<br />
Ogden Nash, Song of the Open Road, 1933.<br />
Parodia do poema de 1914 Trees de Joyce Kilmer .<br />
I think that I shall never see<br />
A poem lovely as a tree.<br />
(...)<br />
<br />
Fonte: <a href="http://www.sopadeletrinhas.com.br/2007/10/cidade-limpa.html" target="_blank">http://www.sopadeletrinhas.com.br/2007/10/cidade-limpa.html</a>]]></description> 
					<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 12:16:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Loucos</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/224815</link> 
                    <description><![CDATA[Quem é louco? Pergunto à senhora.<br />
Aquele que ri ou aquele que chora?<br />
 <br />
Fôssemos todos loucos... loucos de dar nó<br />
Doidos de pedra, banhados em chuva<br />
Fumando cachimbos<br />
Pulando num pé só.<br />
<br />
- Murillo Martins]]></description> 
					<pubDate>Fri, 29 Jun 2007 11:20:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Aurora</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/192989</link> 
                    <description><![CDATA[Que a estrada contemple<br />
os anseios da essência<br />
e que a raiva<br />
contida<br />
seja mantida<br />
em virtude da luta<br />
não rancorosa<br />
ora atribuída<br />
por toda existência<br />
<br />
- murillo martins]]></description> 
					<pubDate>Sun, 29 Apr 2007 04:57:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Por que cursar Ciências Sociais? - Crítica à maturidade acadêmica</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/166385</link> 
                    <description><![CDATA[por Tiago Mazeti *<br />
<br />
É fato que as ciências sociais se configuram hoje como a superação da hipocrisia, alternativa crítica ao senso comum e, claro, como um conjunto de ciências extremamente humanista que visa à resolução das dificuldades sociais do homem. Para tanto, é necessário ao estudante de ciências sociais despir-se de sua própria hipocrisia, deixar de contribuir para com o senso comum, em sua palavra e em sua conduta. Isto significa transcender aquilo que somos enquanto indivíduos inseridos numa conjuntura mundial, ou seja, transformar a humanidade numa sociedade mais humanista, que agregue e não exclua, que coopere e não explore, que respeite e não marginalize.<br />
<br />
O esforço dispensado por nós, futuros sociólogos, tem de objetivar uma postura acadêmica para fortalecer nosso caráter profissional e nossa maturidade pessoal. Esta preocupação parece-me imprescindível para que tenhamos uma formação sólida que nos possibilite embasar metodologicamente nossas críticas, afirmações e análises.<br />
<br />
Todavia, ainda hoje, podemos perceber em um curso de ciências sociais uma enorme debilidade no que concerne à maturidade acadêmica, ou talvez sua inexistência, quando os estudantes se negam a discutir uma ementa de aula, ou até mesmo a grade curricular de seu próprio curso, de forma organizada, tendo como princípios fundamentais a ética acadêmica, a reciprocidade de respeito e o livre direito de expressão, desde que o façamos sem esquecermos que estamos em uma faculdade cujo curso possui demandas teóricas específicas.<br />
<br />
A idiossincrasia deste curso não abarca de maneira alguma infantilidades que em nada contribuem a interação dos estudantes, para com o processo de maturação dos debates e com a produção do conhecimento em sala de aula. Sejamos nós weberianos, positivistas ou marxistas, nossas discordâncias têm de ser resolvidas de forma acadêmica e dentro da sala de aula, com o máximo de estudantes possível, não esquecendo que, ao tentar refutar a ideologia alheia, estamos criticando, antes de mais nada, idéias e não somente pessoas.<br />
<br />
Mas qual seria a finalidade disto? Simplesmente provar que eu enquanto indivíduo estou correto e o outro não? Que eu detenho a razão absoluta?<br />
<br />
Quando Albert Einstein foi indagado sobre a possibilidade de aplicar na prática sua teoria da transformação da matéria em energia, respondeu: “Isso equivale a atirar em pássaros num bosque com poucas árvores e no escuro total”. Anos depois, a humanidade perceberia, de forma drasticamente desumana, que Einstein estava errado. Contudo, um bom cientista não responde a uma questão como se o que fosse dizer correspondesse a uma verdade única e intransponível. Essa é a postura ideal para quem se pretende cientista em qualquer âmbito. Ouvir o outro (o contraponto) para depois debater, tendo como objetivo o avanço científico. Com isso, ao invés de isolarmos covardemente a contraposição, devemos aproximar os pontos de vista.<br />
<br />
Esta meta aponta inexoravelmente para a consolidação da maturidade acadêmica, o que, de forma alguma, deve ser encarado como uma tarefa fácil. É a via mais árdua. Porém, se o que buscamos não é isso, não é a superação da futilidade humana, do descaso à falta de justiça social, com base na seriedade que a vida universitária exige, então pra que estudar ciências sociais?<br />
<br />
* Tiago Mazeti é estudante do 5º semestre de Ciências Sociais do ISCA Faculdades e presidente do Diretório Acadêmico Vinte de Maio]]></description> 
					<pubDate>Wed, 14 Mar 2007 09:27:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Uma verdade inconveniente</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/165217</link> 
                    <description><![CDATA[<br />
Nesse documentário, Al Gore (que já foi ex-futuro presidente dos Estados Unidos da América) exibe sua incansável e longa campanha ambiental. Seu objetivo é alertar a todos sobre os efeitos do aquecimento global e apontar as principais causas desse fenômeno que, gradativamente, vem alterando o comportamento de nosso ecossistema.<br />
<br />
Mais do que uma simples campanha ambiental, é uma cutucada nas relações político-econômicas estabelecidas pelos principais (se não únicos) causadores desse problema: os seres humanos. Esses homens, apesar de suas máquinas fantásticas, ainda se baseiam na equação Economia x Planeta Terra para continuar a reprodução de seu capital e deixar toda questão ambiental para um outro momento.<br />
<br />
Apoiado em dados científicos atualizados, Gore mostra como a verdade a respeito das políticas de preservação podem ser manipuladas por aqueles que detêm o poder.]]></description> 
					<pubDate>Mon, 05 Mar 2007 08:23:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Conversa de mão</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/161161</link> 
                    <description><![CDATA[Produzir pensando<br />
pensar produzindo<br />
pensando a produção<br />
<br />
Mais do que uma conversa, é uma gritaria que gera uma overdose de sinapses.]]></description> 
					<pubDate>Wed, 07 Feb 2007 13:56:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Outro devaneio</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/160535</link> 
                    <description><![CDATA[Abra uma cerveja,<br />
ande de costas,<br />
leia um livro de ponta cabeça,<br />
use meias coloridas,<br />
peça pra falar com o gerente,<br />
coma de boca aberta,<br />
enfie o dedo no nariz,<br />
coloque os pés no chão,<br />
agora ponha-os na cabeça.]]></description> 
					<pubDate>Fri, 02 Feb 2007 07:56:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>...</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/40626</link> 
                    <description><![CDATA["Vem por aqui" — dizem-me alguns com os olhos doces<br />
Estendendo-me os braços, e seguros<br />
De que seria bom que eu os ouvisse<br />
Quando me dizem: "Vem por aqui!"<br />
Eu olho-os com olhos lassos,<br />
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)<br />
E cruzo os braços,<br />
E nunca vou por ali...<br />
A minha glória é esta:<br />
Criar desumanidades!<br />
Não acompanhar ninguém.<br />
— Que eu vivo com o mesmo sem-vontade<br />
Com que rasguei o ventre à minha mãe<br />
Não, não vou por aí! Só vou por onde<br />
Me levam meus próprios passos...<br />
Se ao que busco saber nenhum de vós responde<br />
Por que me repetis: "Vem por aqui!"? <br />
<br />
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,<br />
Redemoinhar aos ventos,<br />
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,<br />
A ir por aí...<br />
Se vim ao mundo, foi<br />
Só para desflorar florestas virgens,<br />
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!<br />
O mais que faço não vale nada. <br />
<br />
Como, pois, sereis vós<br />
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem<br />
Para eu derrubar os meus obstáculos?...<br />
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,<br />
E vós amais o que é fácil!<br />
Eu amo o Longe e a Miragem,<br />
Amo os abismos, as torrentes, os desertos... <br />
<br />
Ide! Tendes estradas,<br />
Tendes jardins, tendes canteiros,<br />
Tendes pátria, tendes tetos,<br />
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...<br />
Eu tenho a minha Loucura !<br />
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,<br />
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...<br />
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém!<br />
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;<br />
Mas eu, que nunca principio nem acabo,<br />
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo. <br />
<br />
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,<br />
Ninguém me peça definições!<br />
Ninguém me diga: "Vem por aqui"!<br />
A minha vida é um vendaval que se soltou,<br />
É uma onda que se alevantou,<br />
É um átomo a mais que se animou...<br />
Não sei por onde vou,<br />
Não sei para onde vou<br />
Sei que não vou por aí! <br />
<br />
- Jose Regio]]></description> 
					<pubDate>Tue, 11 Jul 2006 18:58:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Eu = Célula</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/40381</link> 
                    <description><![CDATA[Fim de semana no mínimo memorável. Participei da equipe editorial do projeto GEO Juvenil Brasil e pude aprender muito.<br />
<br />
O GEO (Global Environment Outlook) é um projeto criado pelo PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio-Ambiente) que atua na área ambiental e vem como uma resposta às Agendas 21. A grande participação de jovens nesse processo fez surgir então o GEO Juvenil criando publicações e processos específicos para esse público. A versão brasileira dessa iniciativa, GEO Juvenil Brasil, visa potencializar as iniciativas e articulações existentes além de publicar algumas expressões e idéias de jovens e organizações de juventude em relação ao meio-ambiente.<br />
<br />
Dentro de todo esse processo, conheci pessoas das diversas regiões do país, aprendi novas metodologias, dinâmicas, sentimentos e pude até mesmo identificar alguns conceitos que venho estudando dentro desses 4 dias de trabalho. Uma das novidades foi uma nova admiração que surgiu da minha parte em relação ao Rap (enquanto elemento da cultura Hip Hop). Tratando da temática do evento, ouvi um som chamado "De volta ao passado", do MC Ralph, que me deixou pensativo durante todo o evento e aumentou minha admiração à cultura e ao movimento.<br />
<br />
Num tom de denúncia a música propõe uma conversa, uma espécie de aviso, de pessoas vivendo em 2080 que criam uma máquina do tempo para enviar alguns avisos ao passado. Durante o trajeto são lembrados alguns fatos que rolaram em anos anteriores como o fechamento do Ministério do Meio-Ambiente em 2013 e a formação de uma base auto-sustentável em 2020. Mais atual que isso, só mesmo se fosse fato (o que não está longe de acontecer).<br />
<br />
Deixo então aqui a letra dessa música criado por MC Ralph com bases de Arthur Moura.<br />
<br />
Abraços a todos os novos amigos!<br />
<br />
De volta pro passado<br />
Letra: MC Ralph<br />
Base: Arthur Moura<br />
<br />
2080, pra ser sincero<br />
não esperava tá aqui, vivo e tão velho/<br />
quero que a gravação que hoje faço tão cansado<br />
não vá para o futuro, mas sim volte pro passado!/<br />
<br />
Ei teste de áudio bom, vou tentar mais uma vez<br />
calculo que alguém ouça o som por volta de 2006/<br />
direcionei a máquina do tempo para o Brasil<br />
na época que existia o estado do Rio/<br />
traficantes travam treta tráfico traçado<br />
polícia prende pagam propina pra promotor pecado/<br />
paira pelo pátio do presídio e de colégios<br />
quem pregava antes paz, hoje padece em sacrilégios/<br />
<br />
Como aquele lá que invadia o Iraque<br />
depois a Amazônia planejando o ataque/<br />
Desde antes dessa época em que você me ouve<br />
Não lutamos aceitamos hoje veja o que houve/<br />
(cof cof cof) O ar ta poluído<br />
no lugar da floresta prédios foram construídos/<br />
inclusive destruídos por bombas e um exemplo<br />
de como foi o suspense pense em 11 de Setembro/<br />
<br />
Bin laden nunca encontrado por uma questão de lógica<br />
a CIA já sabia da bomba biológica/<br />
têntaram travar tantos tratos na clandestina<br />
o Tio Sam teve que passar o controle da cocaína/<br />
Esse é o cenário mundial que sucedeu<br />
A geração do Mc’Donalds de um povo ateu/<br />
Teu lucro, gerando a nossa esmola<br />
Uma coisa aqui não muda: todos bebem coca-cola!/<br />
<br />
2080, pra ser sincero<br />
não esperava tá aqui, vivo e tão velho<br />
quero que a gravação que hoje faço tão cansado<br />
não vá para o futuro, mas sim volte pro passado!/<br />
<br />
Pesadelo resultado, de um sonho errôneo<br />
Indústrias decretaram o fim da camada de ozônio/<br />
De dia cinquenta graus, a noite menos de zero<br />
Ministério da natureza nunca levado a sério/<br />
Por pura politicagem, fechado em 2013,<br />
Com intenção de cortar custos, que país é esse?/<br />
Jovens e adultos vaiavam vários discursos<br />
recusavam os insultos, lembravam Renato Russo!/<br />
<br />
<br />
Direitos violados, jogos televisionados<br />
Futebol, cobre com lençol e gera alienados./<br />
Revoltados pelas ruas, praças e favelas<br />
Cancelaram os jornais, e aumentaram as novelas!/<br />
2020 foi um ano memorável <br />
formamos uma base popular auto-sustentável/<br />
contra o inimigo defendíamos os lares,<br />
alguém nos batizou: “Novo Quilombo dos Palmares”/<br />
<br />
2080, pra ser sincero<br />
não esperava tá aqui, vivo e tão velho<br />
quero que a gravação que hoje faço tão cansado<br />
não vá para o futuro, mas sim volte pro passado!/<br />
<br />
<br />
Já fazem 60 anos, da nossa fundação<br />
Toda manhã nosso povo se une pra oração/<br />
São muitos os guerreiros, positiva vibração<br />
Desejo a paz de Jesus como um bom cristão./<br />
Por isso todos sábios do quilombo se uniram,<br />
Para construir algo que nunca construíram/<br />
Uma máquina que possa conversar com o passado<br />
E avisar você que agente ta agindo errado/<br />
<br />
Palmares sendo atacada vai cair em poucas horas<br />
Nossa carta na manga são pequenas ondas sonoras/<br />
Em forma de beat e rima, vem se aproxima<br />
Pelo flow vou voltando no tempo com matéria prima/<br />
Pra lembrar que tentar nunca é demais,<br />
Senão lá na frente talvez não existiremos mais/ <br />
Paz vê se não esquece de salvar nossas vidas<br />
Ralph agradece, “contos e batidas”./<br />
<br />
2080, pra ser sincero<br />
não esperava tá aqui, vivo e tão velho<br />
quero que a gravação que hoje faço tão cansado<br />
não vá para o futuro, mas sim volte pro passado!/<br />
<br />
2080, pra ser sincero<br />
o mundo tá caótico tem que voltar do zero<br />
quero que a gravação que hoje faço tão cansado<br />
não vá para o futuro, “de volta pro passado”!/]]></description> 
					<pubDate>Wed, 05 Jul 2006 15:22:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>1o Congresso Vegetariano Brasileiro e Latino-americano</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/39278</link> 
                    <description><![CDATA[<a href="http://www.svb.org.br/cvb/index.htm" target="_blank"><img src="http://www.svb.org.br/cvb/images/banner-cvb-pt.jpg" alt="1o Congresso Vegetariano Brasileiro e Latino-americano" width="325" height="307"></a>]]></description> 
					<pubDate>Tue, 06 Jun 2006 10:00:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>1o Congresso Vegetariano Brasileiro e Latino-americano</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/39277</link> 
                    <description><![CDATA[1o Congresso Vegetariano Brasileiro e Latino-americano]]></description> 
					<pubDate>Tue, 06 Jun 2006 09:57:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://murillo.tigblog.org/post/39277</guid>
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Shine - (Collective Soul)</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/38222</link> 
                    <description><![CDATA[Give me a word<br />
Give me a sign<br />
Show me where to look<br />
Tell me what will I find.<br />
What will I find?<br />
<br />
Lay me on the ground<br />
Or fly me in the sky<br />
Show me where to look<br />
Tell me what will I find.<br />
What will I find?<br />
<br />
Yeah ... Yeah ... Yeah ... Yeah.<br />
<br />
Woah , Heaven let your light shine down<br />
<br />
Love is in the water<br />
Love is in the air<br />
Show me where to look<br />
Tell me will love be there.<br />
Will love be there?<br />
<br />
Teach me how to speak<br />
Teach me how to share<br />
Teach me where to go<br />
Tell me will love be there.<br />
Will love be there?<br />
<br />
Yeah ... Yeah ... Yeah ... Yeah.<br />
<br />
Woah , Heaven let your light shine down<br />
<br />
<br />
Give me a word<br />
Give me a sign<br />
Show me where to look<br />
Tell me what will I find.<br />
What will I find?<br />
<br />
Lay me on the ground<br />
Or fly me in the sky<br />
Show me where to look<br />
Tell me what will I find.<br />
What will I find?<br />
<br />
Yeah ... Yeah ... Yeah ...Yeah<br />
<br />
Woah , Heaven let your light shine down<br />
<br />
I'm gonna let it shine,<br />
I'm gonna let it shine,<br />
Heaven, let your light shine on me.<br />
Oh, Yeah, Yeah<br />
Heaven, let your light shine on me.<br />
<br />
Shine.....<br />
Shine on me, yeah<br />
Shine.....<br />
C'mon and shine]]></description> 
					<pubDate>Fri, 05 May 2006 10:12:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>...</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/35123</link> 
                    <description><![CDATA[Como dizia o antropólogo-reggaeiro de plantão Jimmy Cliff-Brown: "Karl Marx roeu a roupa do rei de Roma!"]]></description> 
					<pubDate>Wed, 08 Feb 2006 13:26:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Singelo Rascunho Sobre a Chuva</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/33102</link> 
                    <description><![CDATA[<font size="1">Por Cláudio Marques*</font><br />
<br />
<p align="justify"><font size="2"><br />
nbsp;nbsp;nbsp;Há muito que eu estava ansioso por escrever algo mesmo que singelo a respeito do ato da chuva e seu reflexo na imaginação humana, bem como na coloração do mundo. Neste intento de rascunhar a maravilha da chuva ficou de fora a explicação física de sua decorrência para ser enfatizado o caráter intrínseco do argumento cosmológico e suas implicações sintetizadas nas concepções deístas, cristãs, existencialistas, essencialistas (tradição metafísica).<br />
<br />
nbsp;nbsp;nbsp;Seguindo a tradição existencial e atribuindo negação a tudo o que é efêmero, conseqüentemente e tão logo, necessariamente, em decorrência da negação, atribuo valor essencial, e, portanto, de natureza, a tudo aquilo a que meus olhos vêem e no quais meus sentimentos “libertos”, vinculam-se, respondendo, positivamente, que tal e qual objeto ou fato corresponde à natureza humana como elevação do sagrado, e, portanto, impassível de perecimento. Assim é minha relação com o ato da chuva, no qual seu vislumbre me extasia de “leveza”, tornando a partir daí um mero espectador passivo de sua beleza, inerte diante das belíssimas gotas caindo do céu e molhando as árvores, pássaros e lavando o mundo com as esperanças, na posterior expectativa de que sua cessação tornará o mundo mais florido e belo.<br />
<br />
nbsp;nbsp;nbsp;A elegância de seus movimentos ora uniforme, ora disforme no ato de sua caída assemelha-se a um ordenado espetáculo de balé, seguido de maravilhoso som composto por sua ação.<br />
<br />
nbsp;nbsp;nbsp;Ao fim de seu percurso a água ainda em forma de gotas, cai sobre a terra e sua função a partir daí esta relativamente cumprida. Em processo posterior, transforma-se em forma volumosa, contrariando seu sentido inicial. Sua conseqüente transformação, porém, não a exime da condenação existencial decorrente do princípio da efemeridade. O que era expressão unitária tornou-se coletiva e servirá de sustento e alimento para a terra que dará vasão a vida que estava em gestação em seu interior, portanto, o primado do processo dialético é condição e não exclusivamente método; da antiga forma unitária à forma coletiva e sua posterior extinção.<br />
<br />
nbsp;nbsp;nbsp;Assim este processo dialético se dá com a chuva, bem como, infalivelmente, com toda a matéria; deste reconhecimento, configura-se nossa condenação existencial - digna de ser reconhecida -, ao menos que neguemos toda efemeridade, mesmo que em seu sentido, considerando que o sentido é superior à composição física e orgânica da vida.<br />
<br />
nbsp;nbsp;nbsp;Para encerrar em forma de paradoxo, gostaria de saudar a manifestação da chuva com sua implicação efêmera e dialética, bem como, com as manifestações de “aparente” beleza e milagre terreno, reconhecendo que na condenação efêmera a dignidade consiste no aperfeiçoamento diário e cotidiano preparando-se para a extinção.</font></p><br />
<br />
<font size="1">*Cláudio Marques é estudante do 2º semestre de Ciências Sociais no ISCA Faculdades e um grande amigo.</font>]]></description> 
					<pubDate>Wed, 14 Dec 2005 15:26:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Espiral</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/32860</link> 
                    <description><![CDATA[Gostaria de sentir toda energia do universo<br />
fluindo, lentamente, por entre meus poros<br />
alterando os valores das coisas<br />
mostrando a essência da vida<br />
<br />
É pena não termos acesso ao etéreo<br />
da mesma maneira que temos a uma lata de refrigerante...<br />
<br />
Já que o destino fica longe<br />
vou aproveitando a viagem.]]></description> 
					<pubDate>Tue, 06 Dec 2005 15:51:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Dendalei</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/32400</link> 
                    <description><![CDATA["... sou fã da viração do pensamento<br />
da luz do melhor momento<br />
do livre nascimento<br />
da cor do testamento<br />
do velho firmamento<br />
e do agradecimento."<br />
<br />
- Baiano e os Novos Caetanos]]></description> 
					<pubDate>Sat, 26 Nov 2005 16:50:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>céu beleléu</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/32391</link> 
                    <description><![CDATA[quero um dia<br />
ser jogado ao vento<br />
feito papel picado<br />
e num alento<br />
             descontínuo<br />
pousar na tua mão<br />
para que comigo brinques<br />
para que me dobres<br />
               me rasgues<br />
ou te inspire muita folia.<br />
<br />
quem dera<br />
que depois disso<br />
tudo caísse do céu,<br />
                    beleléu<br />
ficando todo mundo<br />
sem serviço<br />
tocando viola de papo pro ar.<br />
<br />
- Álvaro Cardoso]]></description> 
					<pubDate>Sat, 26 Nov 2005 13:37:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>...</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/32337</link> 
                    <description><![CDATA[água corre no vidro<br />
procuro por uma carona<br />
o céu está lavado]]></description> 
					<pubDate>Fri, 25 Nov 2005 12:54:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Devaneios 7</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/32336</link> 
                    <description><![CDATA[Lera chorou, eu te disse lera<br />
<br />
a fotografia deve retratar momentos e não pessoas<br />
<br />
tento, um tanto tonto<br />
procuro mas não vejo<br />
quem foi o abusado que roubou as minhas meias?<br />
<br />
preciso descobrir o que guarda o guarda-chuva<br />
guarda... guarda-chuva... guardanapo... napoleão]]></description> 
					<pubDate>Fri, 25 Nov 2005 12:53:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Devaneios 6</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/32280</link> 
                    <description><![CDATA[peça para entrar que te sirvo um tapa na cara<br />
em casa de ferreiro, tem ferro pra caralho<br />
não me venha com essa conversa de cabeceira<br />
bem aventurado sejam os senhores do regresso<br />
vendo minha alma por um instante de sucesso<br />
não me culpo por ser melhor que você<br />
abra sua mente e deixe-a vulnerável a todo tipo de intervenção anacrônica<br />
sente-se, o filme já vai começar.]]></description> 
					<pubDate>Thu, 24 Nov 2005 14:12:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Coisas</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/32179</link> 
                    <description><![CDATA[Que o Movimento Escoteiro é um tanto complicado não existem dúvidas. Aliás, existem sim. O Movimento é complicado ou são as interpretações quase "disléxicas" que o tornam assim?<br />
<br />
Nada de perturbações ou polêmicas, mas estou numa fase em que cada detalhe me chama atenção. Principalmente os que, a primeira vista, parecem minúsculos.<br />
<br />
Foi então que comecei a me perguntar: Será que aqueles gritos que eu entoava com a tropa fazem mesmo sentido?<br />
<br />
Digo isso porque quando tinha meus 14 ou 15 anos adorava toda adrenalina e atividade da famosa tropa sênior. Fiz, nesse tempo, meus melhores amigos. Amigos que até hoje estão em minha lista de "Pessoas pra dividir uma mesa de bar". Mas essa minha "pulga atrás da orelha" nunca foi discutida por nós.<br />
<br />
Não me lembro de todo o coro, mas havia um grito onde dizíamos "... ataca, massacra, impõe o seu valor...". Humm?!? Algo não desceu legal. Será isso mesmo? Então vejamos alguns pontos.<br />
<br />
Os principais princípios do escotismo são o dever para com Deus(espiritual), para com o próximo e para consigo mesmo. Atacar, massacrar e impor valor fazem parte dos mesmos princípios escoteiros? Será que a dislexia que ataca alguns membros desse movimento também "me pegou"? Posso jurar que tinha aí algo de estranho. Afinal, quem está certo?<br />
<br />
Esse é apenas um exemplo do que comecei a notar alguns meses antes de me afastar das atividades escoteiras. Inúmeros outros podem ser elencados mas, preferi usar esse da tropa sênior por ser essa a tropa que tem um certo destaque no cenário e se tratar de um momento de decisões importantes na vida de um jovem.<br />
<br />
Outra coisa que me deixa intrigado e me parece um pouco fora do contexto são alguns "gritos" usados geralmente no final de atividades. Usarei novamente o exemplo da tropa sênior para não perder o fio da meada.<br />
<br />
Podemos ouvir em algo e bom som diversos jovens gritando em algo e bom som: "Uma vez sênior, sempre sênior!". Quem foi que inventou esses gritos?<br />
<br />
Dessa vez posso me apoiar nas regras da organização escoteira e dizer que isso está errado! Segundo o famoso P.O.R.(princípio de organização e regras), o Ramo Sênior é formado por rapazes e moças de 15 a 17 anos. Ninguém é sempre de um ramo!<br />
<br />
Talvez seja hora de uma revisão no que se grita. Isso pode confundir a cabeça de pessoas "bobinhas" como eu. Não seria esse um dos motivos da resistência de alguns na transição dos ramos?<br />
<br />
Espero conseguir ter mais "pulgas" como essa pra compartilhar e tempo hábil pra postar mais vezes. E lembrem-se: Uma vez sênior... sênior até os 17 anos!]]></description> 
					<pubDate>Mon, 21 Nov 2005 12:37:00 EST</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Eu não acredito</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/29572</link> 
                    <description><![CDATA[Eu não acredito em partidos políticos<br />
Eu não acredito em igreja<br />
Eu não acredito em Herbalife<br />
Eu não acredito em bem ou mal<br />
Eu não acredito em máscaras<br />
Eu não acredito no Jornal Nacional<br />
<br />
Enfim... não acredito em tantas coisas que estou começando a duvidar de mim.]]></description> 
					<pubDate>Fri, 09 Sep 2005 14:14:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>A Queda (Lobão)</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/28106</link> 
                    <description><![CDATA[Quantos sonhos em sonhos acordo aterrado<br />
A terrores noturnos minha alma se leva<br />
É um insight soturno é o futuro passando<br />
Na velocidade terrível da queda<br />
Na velocidade terrível da queda<br />
Ante o colapso final a vertigem<br />
próximo ao chào a penúltima descoberta<br />
Que a lógica violenta das cores tinge<br />
A velocidade terrível da queda<br />
A velocidade terrível da queda<br />
Como cair do céu é tão simples<br />
Queda que a tudo e a todos transforma<br />
Ah! as bombas, a chuva, os anjos e seus loucos<br />
O mundo todo na velocidade terrível da queda<br />
O mundo todo na velocidade terrível da queda<br />
Resvalando em abismos um pôr do sol furioso<br />
Que a sensação de perda ao ver exagera<br />
É o desespero vermelho de um apocalipse luminoso<br />
Ejaculado da velocidade terrível da queda<br />
Ejaculado da velocidade terrível da queda<br />
Diante do medo um sorriso aeróbico<br />
Nas bochecahas a caimbra de uma alegria incompleta<br />
Nada como um sorriso burro e paranóico<br />
Para não perceber a velocidade terrível da queda<br />
Para não perceber a velocidade terrível da queda]]></description> 
					<pubDate>Wed, 17 Aug 2005 11:33:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Mentiras</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/27131</link> 
                    <description><![CDATA[Eu não minto nunca!<br />
Não por ser um bom rapaz. Mas porque não preciso.]]></description> 
					<pubDate>Wed, 03 Aug 2005 10:12:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://murillo.tigblog.org/post/27131</guid>
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Devaneios 5</title> 
                    <link>http://murillo.tigblog.org/post/26316</link> 
                    <description><![CDATA[Mãos frias em panos quentes<br />
Que vontade de encher o copo<br />
Lapso soturno de uma queda de braços<br />
Ando pra não ficar parado<br />
Todos os loucos serão deuses quando enxergarmos a simplicidade como ela realmente É<br />
Sinto nos ossos as dores do mundo<br />
Medir é uma maneira de alcançar o que está longe]]></description> 
					<pubDate>Tue, 19 Jul 2005 17:12:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://murillo.tigblog.org/post/26316</guid>
					<georss:point>-22.7166667 -47.6333333</georss:point><geo:Point><geo:lat>-22.7166667</geo:lat><geo:long>-47.6333333</geo:long></geo:Point>
                </item>
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