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                    <title>TIGblogs - Elaine Cris C.'s TIGBlog</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/</link> 
                    <description>What's on the minds of young leaders from around the globe?</description> 
                    <language>en-us</language> 
             
                <item> 
                    <title>Sensibilidade arrasada pela "Moral da Civilização Infeliz"!!</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/720247</link> 
                    <description><![CDATA[As pessoas devem se preocupar mais, muito mais, com suas Próprias Vidas! Alguém disse (não consigo lembrar o nome certo, pois são inúmeros os depoimentos) que Michael Jackson agora não está mais sendo torturado pela "moral da civilização".<br />
<br />
Julgamento com piadas infelizes que nunca entendi! A civilização "criou" seu manual de conduta moral se achando dona do certo e do errado. Grande tragédia!<br />
Eu espero que todos aqueles que julgaram, fofocaram possam sentir na pele como foi o calvário e a tortura que Michael enfrentou. E, graças a Deus, Ninguém Morre, essa certeza eu tenho.<br />
<br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ex30DYwQlHUhl=pt-brfs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ex30DYwQlHUhl=pt-brfs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object><br />
<br />
<br />
]]></description> 
					<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 11:07:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>"Mulheres que Correm com os Lobos"...</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/713589</link> 
                    <description><![CDATA[Algumas pessoas perguntam se existem mais textos criados por mim pela internet afora...apenas aqui na Panorama, quem quiser ler é só clicar:<br />
http://www.tigweb.org/express/panorama/search.html?AuthorID=101652Search=Search<br />
<br />
Ah! Aproveito para destacar o Livro "Mulheres que Correm com os Lobos" (Clarissa Pinkola Estés)! Não deixe de Recuperar, Resgatar, colocar em Prática a Mulher Selvagem no seu sentido mais penetrante, latente, xamânico, seja qual for sua idade! Tenha orgulho da Natureza que habita seu Ser! ]]></description> 
					<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 14:45:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Gigante da indústria da carne pratica atividades ilegais na Amazônia</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/696115</link> 
                    <description><![CDATA[O Frigorífico Bertin, maior exportador de carne e um dos maiores grupos do setor no mundo, está envolvido em uma série de escândalos relacionados às atividades na região Amazônica, financiadas pelo IFC (sigla em inglês para Corporação Financeira Internacional) – braço financeiro do Banco Mundial. De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, o frigorífico teria negociado com autoridades do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para evitar pagar multas por não respeitar leis ambientais e adquirir gado apreendido por um preço abaixo do mercado. <br />
<br />
Bertin, que em 2007 recebeu R$ 90 milhões do IFC para desenvolver atividades da pecuária na Amazônia, foi multado três vezes pelo órgão nos últimos nove meses devido a irregularidades ambientais em seus frigoríficos localizados no Pará. No entanto, as multas que totalizam o valor de R$ 3, 4 milhões, não foram pagas. De acordo com Luciano Evaristo, diretor de Proteção Ambiental do instituto, as multas foram “esquecidas” pelos agentes locais do Ibama. Já a funcionária do órgão, Cleonice Aires Pereira, negou a afirmação de Evaristo, dizendo que a o “esquecimento das multas” foi uma decisão deliberada pelo Ibama.<br />
<br />
O jornal descobriu ainda que, alguns dias depois de ser multado, o frigorífico comprou do instituto 3.046 cabeças de gado, que tinham sido apreendidas pelo Ibama. Bertin teria pago cerca de um quarto do preço de mercado, R$ 1,2 milhões.  De acordo com funcionários do Ibama, o órgão teria deixado de cobrar as multas para vender, ilegalmente, o gado apreendido.<br />
<br />
Segundo o deputado federal, Luciano Pizzatto (DEM), o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, teria sido avisado pelo parlamentar sobre a negociação ilegal entre Bertin e o Ibama que, após o vazamento da informação, registrou, no final de abril de 2008,  as multas oficialmente. A execução do registro no sistema do órgão foi feita em agosto de 2008.<br />
<br />
Financiamento<br />
As atividades do frigorífico começaram a se expandir na região amazônica em 2006. Atualmente, ela opera no Pará, Rondônia e Mato Grosso. Inicialmente, sua expansão foi financiada por um empréstimo controverso do IFC.<br />
<br />
No último ano, Bertin recebeu um financiamento de US$ 1,7 bi, equivalente a R$ 3,3 bilhões. De acordo com um documento feito organizações não governamentais ao Banco Mundial, em março de 2007, o empréstimo do IFC foi aprovado sem respeitar os procedimentos internos no banco – omitindo a maior parte dos estudos ambientais e dando informação incompleta e enganosa ao conselho.<br />
<br />
Segundo um estudo do Greenpeace que será lançado na segunda-feira (1), grande parte do gado do frigorífico é ilegal. A empresa, segundo o relatório, também está envolvida com o trabalho escravo.<br />
<br />
A Associação Brasileira dos Exportadores de Carnes - em resposta ao estudo A Hora da Conta, feito pela organização Amigos da Terra - Amazônia Brasileira, reconheceu que seria impossível para qualquer grande frigorífico operar legalmente na Amazônia.<br />
 <br />
Segundo o diretor da organização, Roberto Smeraldi, esta situação “é uma consequência óbvia da deliberada falta de uma efetiva diligência por parte de brasileiros e instituições financeiras internacionais que subsidiam atividades pouco rentáveis se conduzidas na legalidade”<br />
<br />
http://www.amazonia.org.br<br />
Copyright © 2009 Amigos da Terra - Amazônia Brasileira. - Todos os direitos reservados. <br />
<br />
OBS: Carta aberta da senadora Marina Silva ao presidente da República - MP 458 - Amazônia<br />
http://www.greenpeace.org/brasil/amazonia/noticias/carta-aberta-da-senadora-marin]]></description> 
					<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 11:11:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://criscasty.tigblog.org/post/696115</guid>
					
                </item> 
                <item> 
                    <title>"Uma verdadeira consciência ecológica enfrenta radicalmente o discurso da propriedade privada"</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/689577</link> 
                    <description><![CDATA[Luis Sabini é jornalista, editor da Revista Futuros e coordenador de Ecologia na disciplina de Direitos Humanos da Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Buenos Aires (UBA), na Argentina. Confira a seguir a entrevista que ele concedeu à ANA.<br />
<br />
Agência de Notícias Anarquistas > Como surgiu seu interesse por questões ambientais, natureza...<br />
<br />
Luis Sabini < Tenho a impressão que desde muito pequeno, ligado com certo respeito e espanto pela natureza. De pequeno “trabalhei” em casa empacotando talheres de plástico. Causava-me má impressão terminar minhas curtas jornadas com as mãos “coloridas” dos talheres. Parecia-me insensato colocar na boca semelhantes utensílios. Logo, nos anos 60, uma série de artigos sobre doenças “industriais”, o aquecimento global e o derretimento das calotas polares, publicados no semanário Marcha, de Montevidéu (1939-1974), me pus definitivamente no campo ecológico.<br />
<br />
ANA > Você também fez parte da Comunidad del Sur no Uruguai, foi preso político, viveu no exílio...<br />
<br />
Luis < Falar desses “pequenos capítulos” de minha vida... daria um livro... A Comunidade Del Sur foi um “invento” que abracei em minha juventude, com nenhuma experiência e muita garra. Pouco a pouco fui aprendendo que era praticamente o oposto do que se devia praticar. Como já havia visto que se passava em relação ao catolicismo e ao comunismo, que as ideologias declaravam uma coisa e que na realidade faziam exatamente o contrário.<br />
<br />
A Comunidade Del Sur era uma experiência política verticalista que declarava ser horizontalista, foi se convertendo em uma empresa com êxito, que afirmava ser anticapitalista, defendia publicamente a liberdade e vivíamos uma vida cotidiana absolutamente regida por “deveres”. Por isso, a quantidade de pessoas que se interessaram por essa experiência foram centenas, mas a permanência no grupo sempre se reduziu a poucas dezenas, e no momento mais “intenso” apenas dez, ou cinco, fazendo algumas distinções.<br />
<br />
Foi um patético engano. Não no sentido vulgar ou jurídico, mas no seu sentido filosófico. Por isso, se chegou a delírios como “a construção do novo homem”, que em geral não se conhece porque o alcance da Comunidade Del Sur tem sido pequeno. Salvo dentro da “família anarquista” onde se há feito muito pouco, mas existe um culto a ela.<br />
<br />
ANA > E a revista “Futuros”, como nasce?<br />
<br />
Luis < “Futuros” nasceu como uma necessidade minha. Nos anos 90 tive a alegria de ter uma coluna em uma pequena revista, mas com importante valor histórico “Cadernos de Marcha” (“filha” de Marcha, mais precisamente). Ainda que a coluna não fosse assim tão “livre” como eu esperava, era a forma que eu tinha de “ajustar as contas” com muitas questões políticas e ecológicas tão mal argumentadas, segundo o meu modo de ver, claro.<br />
<br />
Mas o Cadernos fechou abruptamente depois de um trágico acidente automobilístico, que terminou com a vida da diretora de produção e do diretor editorial (filha e neto do fundador de “Marcha”, Carlos Quijano).<br />
<br />
Voltei a estar “bloqueado”, ou melhor dizendo, o tempo de jornalista free-lance, de ter artigos quando são aceitos... Isso fez com que eu me decidisse a “fazer” uma revista.<br />
<br />
ANA > A revista aborda temas e lutas ambientais, certo?<br />
<br />
Luis < Em “Futuros” tratamos de questões que consideramos importantes e que não figuram nas agendas midiáticas, ou, quando sim, estão com idéias enviesadas, graças aos capitalistas de plantão. Falamos de questões como o problema alimentar do mundo, das comidas “sujas”, da invasão de aditivos químicos no cotidiano, ou de outra invasão que sofremos na última década, de alimentos transgênicos, que nos obrigam consumir sem nem ao menos sabermos se são ou não organismos geneticamente modificados.<br />
<br />
Claro que não nos atemos somente a esta questão; também ao aquecimento global, as assimétricas relações entre o centro e a periferia, e a fé incondicional no Tecnocientífico...<br />
<br />
Mas também abordamos questões diretamente ecológicas, ainda que ligadas a outras questões como o destino das populações aborígenes, tanto na América como na África, a questão Palestina etc.<br />
<br />
Relacionando todos esses assuntos: agrotóxicos, transgênicos, o avanço do capitalismo, da monocultura na atividade rural, temos textos muito interessantes com a contribuição de Rui Namorado Rosa, Mohamed Habib e Expresso Zica.<br />
<br />
ANA > É possível ser ecologista sem ser anticapitalista?<br />
<br />
Luis < Não. Definitivamente, não. Uma verdadeira consciência ecológica enfrenta radicalmente o discurso da propriedade privada e, sobretudo, o do lucro.<br />
<br />
ANA > Uma vez o pensador Cornelius Castoriadis disse que a ecologia é subversiva, pois ela é intrinsecamente contra o capitalismo. Concorda?<br />
<br />
Luis < Sim, estou de acordo, com a afirmação de Castoriadis. Com essa e com muitas outras de suas reflexões sobre o poder burocrático. Ainda que eu discorde muitíssimo de algumas lamentáveis visões de Castoriadis sobre a ex-União Soviética e os EUA, nos anos 80, quando eram “as duas grandes superpotências” do planeta.<br />
<br />
ANA > Qual a sua principal crítica às ONGs ambientalistas?<br />
<br />
Luis < A maioria, não todas, são financiadas por grupos que atuam geralmente com fundos dos ditos “primeiro mundo”, para trabalhos nos “subúrbios” do planeta. Isso cria um desequilíbrio, uma desigualdade difícil de superar. Ainda que se fale da igualdade entre todos os seres humanos, esse tipo de suporte só acentua as diferenças.<br />
<br />
Por outro lado, o trabalho é de grupos fomentados pela iniciativa privada. Temos aí uma questão importante: combate-se sem querer o estatal e o público, que são coisas diferentes, mas que são “varridas” conjuntamente.<br />
<br />
E a imensa maioria das ONGs ambientalistas se dedicam a encarar um único ponto, o tema que “quita” a problemática de seu verdadeiro caráter, inter-relacionado com outras questões ou temas. Fazer um trabalho ambientalista mediante métodos que desconhece o abc ecológico, as interpelações que existem não são muito boas.<br />
<br />
ANA > No Brasil há centenas, milhares de ONGs ambientalistas, mas pouca luta ambiental efetiva, agitação de mentes e corpos. A maioria delas está voltada para a “educação ambiental”, com uma perspectiva de consumo, capitalista e financiadas com dinheiro público ou privado. Isso também se passa na Argentina, Uruguai...<br />
<br />
Luis < Exatamente. É necessário lembrar-se de onde provém a febre de ONGs... Vem do “primeiro mundo”, quando o mundo enriquecendo se distancia mais do mundo empobrecido e o Banco Mundial e outras organizações filantrópicas decidem “ajudar” aos pobres que têm seus estados destruídos pela dívida e pelo roubo, com organizações não governamentais, é afirmar que organizações privadas que vem “finalizar” a tarefa do neoliberalismo: a destruição do público e o enaltecimento do privado.<br />
<br />
ANA > Hoje, as grandes empresas gastam milhões de dólares por ano com publicidade nas TVs, jornais, rádios e Internet para divulgar suas “Políticas de Responsabilidade Social e Ambiental”. E normalmente adornadas com imagens de paisagens exuberantes, crianças sorrindo... Tudo uma hipocrisia?<br />
<br />
Luis < Talvez não sejam em todos os casos, ou, ao menos, seja uma minúscula parcela de “bens intencionados”. Em alguns casos quem leva a cabo as tais “políticas de responsabilidade social” acreditam no que querem, na “ajuda” deles. Acredito que a maioria das vezes se trata de gente “boa” que não quer se corromper tanto e que aposta em “medidas corretivas”, menores, para obter a consciência limpa sem mudar radicalmente, sem perder privilégios, sem modificar a imagem do mundo que têm e onde eles são os privilegiados.<br />
<br />
“Crises de consciência” e hipocrisia andam muito perto, a linha é tênue. Talvez a hipocrisia seja quando a consciência é a da mentira, e seja franca e forte.<br />
<br />
ANA > E o que falar do tal “desenvolvimento sustentável”? Atualmente também não há muita farsa por trás destas palavras?<br />
<br />
Luis < Certamente. Por trás das “ataduras” que tratava de explicar na resposta anterior. O empresário quer um desenvolvimento sustentável, mas não quer perder todas as vantagens que lhe é outorgado em sua empresa, seu “capital de giro”, sua ganância. Com isso, o “desenvolvimento sustentável” se faz mais propagandístico, mais espetacular do que qualquer outra coisa.<br />
<br />
ANA > O curioso, e irônico, é que quem mais fala em “desenvolvimento sustentável” no Brasil, como a petroleira Petrobras e a mineradora Vale, são exatamente as empresas que mais agridem a natureza. É a mesma coisa na Argentina, não?<br />
<br />
Luis < Claro! Isso é quase uma lei! Quem mais tem a ocultar a contaminação, por exemplo, só pode mostrar-se “preocupado” com ela. A literatura nos mostra que na História temos muitos exemplos semelhantes de comportamento. Mercantis que posam de generosos, soberbos que fingem ser humildes...<br />
<br />
ANA > Qual é a questão ambiental mais urgente na Argentina?<br />
<br />
Luis < A perda da biodiversidade.<br />
<br />
ANA > E qual sua avaliação da luta ambiental na Argentina?<br />
<br />
Luis < A luta ambiental na Argentina é pobre, pobríssima. Mas está avançando. Há que se pensar na seguinte questão: quando tivemos a “invasão” dos organismos geneticamente modificados em todo o mundo, apenas dois países tiveram sua implementação sem problemas, sem discussões, dentro dos vinte ou mais países que questionam essa questão. Os dois únicos países que nada questionaram foram a Argentina e os EUA. Com proporções pequeníssimas de resistência de pessoas, grupos, jornalistas, que estiveram contra essa abominação.<br />
<br />
A Argentina viveu com Menem uma miragem coletiva, que fez pensar que aceitando a tudo, estariam entrando no grupo do “Primeiro Mundo”. Mas, já faz algum tempo, a luta e a consciência ecológica vem aumentando.<br />
<br />
O povo de Esquel (Patagônia argentina) enfrentou sozinho ao governo e a uma transnacional mineradora e evitou mediante um referendo que se instalasse nas montanhas vizinhas. Isso foi histórico!<br />
<br />
Existem muitas populações enfrentando as mineradoras, que só querem resultados máximos para suas extrações, independente do resultado negativo para os habitantes das regiões que são exploradas.<br />
<br />
Há uma incipiente tomada de consciência contra o acúmulo do lixo. E agora, finalmente, em 2009, começamos a ver a consciências do perigo da soja “transgênica”.<br />
<br />
ANA > O Mar Aral, que alimentava aos países da URSS agora é um deserto improdutivo, por obra da "revolução verde" do Estado soviético. África vai caminhando pelo mesmo caminho, se transformando em outro deserto, os monocultivos e os transgênicos têm devastado este continente e sua ação se aprofunda cada vez mais. Em sua opinião, por que há grande dificuldade para avançar com o tema, preservação e luta ambiental ante às contundentes evidências para, pelo menos, deter essa destruição?<br />
<br />
Luis < Porque os interesses econômicos são muito fortes! E porque os paradigmas dominantes no plano tecnocientífico seguem o mesmo “otimismo” tecnológico e à idéia de progresso. Isso ocorre quando tanto a direita quanto a esquerda utilizam o mesmo “espectro ideológico”. Por isso é tão difícil enfrentar essa situação...<br />
<br />
ANA > Acredita que somos testemunhas de um genocídio, suicídio ambiental por obra do capitalismo de Estado ou de mercado?<br />
<br />
Luis < Sim. Os grandes laboratórios planetários estão espalhando muito sua influência e a guerra contra as “pragas”, os vírus, as bactérias etc., estão procurando deixar um planeta sem microflora nem microfauna. E essa situação, só tende a piorar e transformar a biodiversidade para finalmente, empobrecer toda a vida planetária. Como já foi explicado em 1974, com a invocação do Cacique Seattle, em 1855, ante os “avanços da civilização”.<br />
<br />
ANA > Crê que este planeta pode nos sustentar com nossa atual população, cada vez mais crescente?<br />
<br />
Luis < Creio que a humanidade tem perdido em ritmo biológico de crescimento vegetativo. O problema é que alguns querem limitar a população de pobres, outros afirmam que a culpa é do “crescimento demográfico”, quando da verdade o problema maior é a exploração dos países periféricos, o que da natureza, o esgotamento dos recursos naturais pela condição capitalista e a comodidade dos consumidores ricos, a contaminação generalizada...<br />
<br />
ANA > Você se identifica com o “decrescimento”?<br />
<br />
Luis < Parece-me sensato adotar alguma forma de "decrescimento" ao menos de "crescimento zero", estratégia estacionária contra o impulso tecnológico que nos leva, me parece, a um abismo planetário.<br />
<br />
ANA > Efetivamente o tema ambiental conseguiu certo grau de penetração no anarquismo?<br />
<br />
Luis < Sim. O anarquismo tem boas condições ideológicas para incorporar o tema ambiental, pela questão de defesa do “natural”, que por certo não existe entre todos os seres humanos, mas mesmo assim, acredito eu, que todos, pelo menos, deveriam tentar aprender a respeitar.<br />
<br />
ANA > Uma mensagem final, esperançadora para os leitores? Obrigado!<br />
<br />
Luis < Acreditar na vida, aprender que todo o planeta é nosso único barco, e que temos por isso que sermos próximos uns aos outros. Temos que ajudar em todas as vertentes de luta: acabar com o racismo, o chauvinismo e os sentimentos de superioridade que o europocentrismo configurou por mais de meio milênio, como também tantas outras “civilizações” também igualmente racistas como os romanos, os astecas e tantos outros. <br />
Tradução: Palomilla Negra]]></description> 
					<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 14:06:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Satisfação Sexual  Sem Penetração... (às vezes o ser humano esquece de questionar o que foi ensinado como sendo "caminho certo e único"!)</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/684257</link> 
                    <description><![CDATA[Encontrei o pequeno texto abaixo em um site da internet que não existe mais, o link antigo não funciona, de toda forma se você ainda não tem um Amor, não desista, e se você já tem reserve horas e horas para praticar, à sua maneira, o ato mais lindo e significativo da vida, aprenda o que ainda quase ninguém sabe fazer!!<br />
-----------------------------------------------------------<br />
<br />
"A grandeza do sexo é muito mais do que a penetração com um pénis. Trata-se da exploração das várias maneiras de excitar o seu parceiro. É explorar as várias maneiras de se excitar. Trata-se de descobrir novas formas de excitação e redescobrir as velhas.<br />
<br />
Não deve ser envergonhado quando se trata de prazer sexual. Os parceiros que exploram o sexo seguro um com o outro podem descobrir novas formas de excitação sexual. Podem ser claros sobre como e onde gostam de ser acariciados. Podem ajudar-se mutuamente a gozar o sexo ainda mais. O jogo do sexo sem penetração é chamado Satisfação Mútua. Muitas pessoas têm relações com penetração vaginal porque pensam que é assim que deve ser. Durante muito tempo homens e mulheres foram ensinados que o bom sexo significava apenas ter um orgasmo durante uma penetração vaginal. Não há nada de mais falso. A maioria das mulheres não tem orgasmos através da estimulação vaginal. A maioria delas atinge orgasmos quando o clítoris é estimulado - sendo ou não penetradas pelo pénis. O homens também gostam do sexo sem penetração, mesmo quando sentem vergonha de dizer. Relações sexuais sem penetração com muitos parceiros podem ser mais seguras que com penetração apenas com um parceiro."]]></description> 
					<pubDate>Sun, 31 May 2009 18:53:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
                <item> 
                    <title>Pétalas, Fogo, Sina e Oração</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/682627</link> 
                    <description><![CDATA[Pétalas arrancadas e ressecadas<br />
São como caixas amontoadas no velho distante<br />
Você cuidou da obra fosca e inacabada?<br />
<br />
Gotas do seu suor ainda estão naquele lugar<br />
Agora, sólidas, formam um desenho que retrata sua urgência<br />
As pétalas acordaram na fumaça de costume e misturam a reviravolta<br />
<br />
Assustadas, sem a lembrança da coragem esquecida<br />
Uma pequena folha verde, fraca, quase perdendo sua cor<br />
Veio me contar da sua batalha árdua<br />
Para amanhecer e renascer todo dia<br />
E eu escutei segurando o único fio de esperança<br />
Que me chama escondido num cantinho do meu coração<br />
<br />
Você cuidou da obra inacabada que te feriu?<br />
<br />
Reparei suas finas veias <br />
Que suportam as intempéries <br />
Um risco miúdo de água ainda corre alí<br />
Doce, é como afeto que envolve e repara<br />
O peso da situação que aperta demais e faz até buraco<br />
Sua segurança é a Deusa da criação<br />
Essa minúscula continuidade herdou a oração<br />
Que no chão abre viga<br />
E dele solta o fogo que espirra<br />
E, assim abraça a sina com o esplendor que germina.<br />
<br />
E você, sabe se a obra inacabada ainda brilha?<br />
Consegue cuidar dela?<br />
]]></description> 
					<pubDate>Thu, 28 May 2009 19:50:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://criscasty.tigblog.org/post/682627</guid>
					
                </item> 
                <item> 
                    <title>"Publicidade: Novas e antigas verdades e mentiras" - "Desconto é mentira para vender produtos mais caros"</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/670967</link> 
                    <description><![CDATA[Consumidor você tem o poder nas mãos e não se dá conta disso - ou finge que não sabe desse detalhe que faz total diferença.<br />
Será que sente prazer em ser enganado, manipulado, prefere não enxergar?? Muitas empresas matam de um lado e tentam "arrumar" do outro! Saiba separar a bela e rara verdade da grande mentira! Abaixo mais um lembrete, afinal nunca é demais!<br />
------------------------------------------------------------<br />
<br />
"...A liberdade de criação e expressão da publicidade está limitada à ética que dá sustentação à lei. Por isso, não só não pode oferecer uma opinião como deve sempre falar e apresentar a verdade objetiva do produto e do serviço e suas maneiras de uso, consumo, suas limitações, seus riscos para o consumidor etc.<br />
<br />
Infelizmente, nada disso impede que haja anúncios publicitários que enganem o consumidor, com métodos bem antigos. Uma forma bastante usada é o "chamariz". Este é uma modalidade de enganação que não está necessariamente atrelada ao produto ou serviço em si. Por exemplo, ouve-se no rádio o seguinte anúncio: "Os primeiros dez ouvintes que ligarem terão desconto de 50% na compra de tal produto; ou farão o curso gratuitamente etc.". Quando o consumidor liga, ainda que seja logo em seguida, recebe a resposta de que é o décimo primeiro a ligar. E em seguida recebe o "malho" de venda. Esse tipo de "chamariz" também é usado por meio de malas diretas, anúncios em jornais, na TV etc.<br />
<br />
Outro exemplo dessa "técnica" é o "chamariz" da liquidação. Anuncia-se a liquidação, com grandes descontos, e, quando o consumidor chega à loja, a liquidação é restrita a uma única prateleira ou estante.<br />
<br />
Esse método é usado em larga escala. Há lojistas, em véspera de época de liquidação, que aumentam o preço para depois, com o desconto, voltar ao preço anterior. E há lojas que estão em "liquidação" ou "promoção" o ano todo. Existem também produtos que são vendidos de modo que o consumidor nunca saiba qual é o preço, pois na oferta sempre consta algum tipo de desconto. É que se chama vender "descontos".<br />
<br />
Mais outro caso: o consumidor vê na vitrina uma roupa bonita a preço baixíssimo. Entra na loja, pede a roupa, mas há um único exemplar, de tamanho fora do padrão. Ele, então, constrangido, recebe o "ataque" do vendedor, que oferece outros produtos.<br />
<br />
O "chamariz" é, portanto, uma maneira enganosa de atrair o consumidor, para que ele, uma vez estando no estabelecimento (ou telefonando), acabe comprando algo. Muitas vezes, bem constrangido.<br />
<br />
Além disso, é de considerar algo evidente: o anúncio será enganoso se o que foi afirmado não se concretizar. Se o fornecedor diz que o produto dura dois meses e em um ele está estragado, a publicidade é enganosa. Se apresenta o serviço com alta eficiência, mas o consumidor só recebe um mínimo de eficácia, o anúncio é, também, enganoso etc. Enfim, será enganoso sempre que afirmar algo que não corresponda à realidade do produto ou serviço de acordo com todas as suas características.<br />
<br />
As táticas e técnicas variam muito e todo dia surgem novas, engendradas em caros escritórios modernos onde se pensa frequentemente em como impingir produtos e serviços mesmo contra a real vontade do consumidor e também fazendo ofertas que nunca se realizam efetivamente na realidade. São os produtores da mentira dessa sociedade capitalista com pouca ética."<br />
<br />
Rizzatto Nunes <br />
Fonte: <br />
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3770209-EI11353,00-Publicidade+Novas+e+antigas+verdades+e+mentiras.html]]></description> 
					<pubDate>Mon, 18 May 2009 09:47:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://criscasty.tigblog.org/post/670967</guid>
					
                </item> 
                <item> 
                    <title>"O futuro possível: onde começa o novo humanismo"</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/661669</link> 
                    <description><![CDATA[“É preciso reencontrar as coisas belas, as sementes, as hortas”, afirma o cineasta Ermanno Olmi. “Recuperar a agricultura hoje quer dizer retomar a dignidade”, afirma o fundador do movimento Slow Food, Carlo Petrini. Nesta conversa bem informal, ambos comentam a relação com a natureza e criticam o modo de produção atual. Segundo eles, a natureza tem uma grande capacidade de se regenerar, contanto que seja deixada em paz. “A tragédia que vivemos não é econômica, mas filosófica: é preciso recuperar a essência”, afirmam. A reportagem é de Paolo Rumiz, publicada no jornal La Repubblica, 28-04-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto.<br />
<br />
Virá a fome, a fome do alimento justo. Virá a rejeição aos venenos e ao desperdício. Então, o filho pródigo voltará à casa do pai, redescobrirá a Boa Terra e iniciará a resistência contra o império do consumo e o saque à natureza. A hora se aproxima, os sinais são claros: o sistema está devorando a si mesmo, o barco afunda.<br />
<br />
Conversamos sobre esses temas com o líder do movimento Slow Food, Carlo Petrini, e o cineasta Ermanno Olmi, em um diálogo “bíblico”, às vésperas da estréia do filme “Terra madre”, dedicado aos pequenos agricultores do mundo.<br />
<br />
Como explicar que é preciso voltar à terra?<br />
<br />
Olmi - Pensemos. Como se trai uma mulher? Quando a reduzimos a um instrumento procriativo. Mas o que é a terra senão uma mulher? Se não entendermos a sua essência vital, não compreendemos nada… A tragédia de hoje não é econômica, mas filosófica. É hora de voltar à essência, à verdade das necessidades.<br />
<br />
Petrini - Olhe quanta dignidade os agricultores dos países pobres têm… Fazem com que pareçamos ridículos… Diante deles, vemos que somos feios, barulhentos, envenenados pelo inútil, curvados aos celulares… Pois bem, devemos explicar melhor que, hoje, voltar à terra não é mais voltar à miséria… Para evitar esta, temos a tecnologia… Mas voltar à dignidade, à beleza.<br />
<br />
Sim, mas a nobreza das mãos não é mais representada. Nos jornais, só vemos fotos de empresários.<br />
<br />
Petrini - É uma coisa que irrita. Nunca um agricultor, ou um pastor… Ignoram-se os novos sinais: a mulher de Obama que planta na horta da Casa Branca quer dizer alguma coisa, não? Muitos se dão contam, entendem que o agricultor pode ser rico como um rei… mais do que um empresário ou um advogado.<br />
<br />
Olmi - Escute. Nunca como agora os empresários sentem o vazio da sua vida, entendem que desperdiçaram inutilmente… O modelo está no fim da linha, o Titanic afunda. Sabe o que estava escrito na quilha do Titanic? “Só Deus pode me afundar”. E depois…<br />
<br />
Mas o modelo Titanic continua. Até a FAO exorta a produzir mais.<br />
<br />
Petrini - Tolos. Empurrar a economia com o consumo é como dizer a um diabético “empanturre-se em uma confeitaria”. O consumismo faliu e deve ser recusado em todas as frentes. A velocidade deve ser combatida com lentidão; as necessidades inúteis, com a austeridade; o desperdício, com a propensão à reutilização… Resistência dura.<br />
<br />
Olmi - Hoje, nos partidos, triunfa a palavra Liberdade. Li-ber-da-de. Sabe o que isso quer dizer? Simples. Liberdade para recuperar um modelo clamorosamente falido. Liberdade para consertar o Titanic. Liberdade para consumir, para desperdiçar, para envenenar. Se fosse eu, fundaria um partido da pobreza, entendida como redução do consumo. Não condenação, mas conquista.<br />
<br />
Não é fácil entender. Estamos muito envenenados.<br />
<br />
Olmi - Tranquilo. Virá a fome, e então entenderemos… A fome, quero dizer, do alimento justo… Pense na parábola do filho pródigo. De que ele se alimentava? Lavagem dos porcos. E nós? Igual. Lanchinhos, alimentos com aditivos. Porcarias. No nosso intestino, o alimento não fermenta mais, mas se putrefaz. E, assim, os mesmos que nos envenenam nos fazem gastar com remédios para acalmar os gases… Vamos acordar quando entendamos que, por trás da nossa fome, há uma tremenda saudade da qualidade. Então, o Pai virá e fará com que assem o novilho gordo… E vocês verão, será maravilhoso.<br />
<br />
Como organizar a resistência?<br />
<br />
Petrini - Roma passou séculos afundando… Os imperadores dispunham, julgavam, publicavam editos, mas o controle do território era tratado com desleixo. E assim, anarquicamente, nasciam aldeias com suas próprias regras. Nós vivemos um momento semelhante. Como Roma, o totalitarismo global desaba, mas continua comandando. E então se resiste construindo novas aldeias, núcleos de solidariedade, baseados não na utilidade ou no prazer, mas no bom e no justo. Comunidades da ética.<br />
<br />
Olmi - A estratégia justa não é o choque frontal e nem a guerrilha. É ignorar os culpados, separar-se deles. Tornar-se estranhos ao seu projeto. Ajudar o filho pródigo a construir uma horta sua, a colocar debaixo da pia azeite e cinzas no lugar dos venenos, a não comprar congelados. Olhe o meu jardim: tem uma horta de oito metros quadrados e não sei como parar com ela…<br />
<br />
Os italianos, se pudessem, encheriam a terra com galpões industriais.<br />
<br />
Olmi - De fato, vivemos uma crise de civilização antes que uma crise econômica. Os valores, não os números, estão errados. Quem diz que a crise ou a superação da crise se mede em números não entendeu nada. Por que Marx faliu? Porque acreditava que a economia fazia a civilização. Agora cometemos o mesmo erro. Não entendemos que o nosso mundo, nos últimos dois mil anos, expressou uma única revolução: a de Cristo. Cristo, sublinho. Não a Igreja de hoje.<br />
<br />
Petrini - É claro, precisamos de um novo humanismo. Vivemos três crises simultâneas: climática, energética, financeira. Mas todas têm uma única causa: a ganância. Um novo humanismo.<br />
<br />
Na prática, o que isso quer dizer?<br />
<br />
Petrini - Retorno a uma anarquia austera, com as comunidades que decidem sozinhas… A Terra é anarquia por natureza, rejeita escolhas que caem do céu… Ao ponto que até o Slow Food deve combater a tentação de querer fazer bem o bem aos outros… Mas essa multidão de ONGs em circulação não está certo, não está certo…<br />
O risco é que já seja tarde. Muitos venenos.<br />
<br />
Petrini - Nããão! O Tâmisa parecia morto, e olhe como está hoje… O Bormida [rio italiano] era um esgoto e está se recuperando. A terra é como o ânimo humano. Quando está destruído, do que ele precisa? Tempo, cuidado, manutenção… Exatamente o que o nosso mundo baniu.<br />
<br />
Olmi - Não consigo me esquecer disto. Eu estava trabalhando com Renzo Piano na recuperação da Falk [indústria metalúrgica], em Sesto San Giovanni, e em um momento me dei conta que cresciam plantas na terra envenenada após um século de industrialização… Também ali, entende? A natureza tem uma capacidade monstruosa de se regenerar. Basta deixá-la em paz.<br />
<br />
Vocês nunca se deram de cara contra o poder?<br />
<br />
Olmi - Com os latifundiários de ontem, você até poderia se chocar. Com os de hoje, não. Não são pessoas, são fantasmas. Você não sabe quem está por trás. Bancos, crime, política, igrejas, lobby… Se você os ataca, eles não respondem. Vandana Shiva chama-os pelos seus nomes e pelos sobrenomes, os acusa de serem criminosos, e não acontece nada. Um muro de borracha.<br />
<br />
Petrini - Os arrogantes da terra não precisam matar. Basta-lhes a imprensa para difundir apatia, descompromisso, a ideia de que toda resistência é leviana. O drama é que uma certa esquerda também pensa assim, e isso é horrível… Uma traição… Justamente eles, os meus companheiros de estrada…<br />
<br />
Como representar a agricultura hoje?<br />
<br />
Olmi - No filme “Terra Madre”, conta-se a história de Ernesto, um agricultor do Vêneto, que viveu em perfeita autarquia e absoluta solidão até a sua morte. Dieta bíblica sem carne, só produtos da sua terra. Certamente, não é um modelo a ser imitado. Mas a ser meditado, sim. Ele nos confiou um pedaço de terra bíblica no meio de indústrias e culturas intensivas. Mostrar a beleza desse lugar é impressionante. Faz entender como nós decaímos tão profundamente.<br />
<br />
Petrini - Não acredito que Ernesto tenha pensado nos descendentes. O que conta é que ele nos confiou esse laboratório único… Você não tem ideia de como esse lugar é diferente do que o circunda. Outro cheiro, outra forma, outra geometria… Uma maravilha.<br />
<br />
O que vocês dizem dos bancos de sementes nas ilhas Svalbard?<br />
<br />
Olmi - Esse lugar não é uma conquista, é uma tragédia. Isso são as imagens que dizem, sem necessidade de comentários. Na inauguração, o comissário da União Européia, [Durão] Barroso falou de um “jardim do Éden congelado”. Mas você se dá conta? Aquele ali é o lugar onde os arrogantes da terra vão proteger a vida do colapso que eles mesmos produzem! Monsanto, Coca-Cola, Bill Gates…<br />
<br />
Petrini - As Svalbard, um monumento à arrogância e à estupidez. Escolheram o lugar por causa do frio, não? Bem, o que fizeram? Uma caverna na rocha, quando até os burros sabem que debaixo da terra a temperatura sobe… Assim, tiveram que colocar refrigeradores… Pense que demência… Não se deve entubar as sementes, deve se fazer com que elas vivam na gratuidade e na troca…<br />
<br />
Enquanto isso, eles se apropriam das sementes e da água.<br />
<br />
Olmi - Você vai ver! No fim, trocaremos as sementes às escondidas, como os livros proibidos. Será o modo de despedaçar o poder deles. Não vejo outra revolta possível. Olhe esta arvorezinha que nasce. É uma macieira. Vem da semente de uma macieira que um menino de uma escola lombarda que cuidava da horta da turma me deu. Eu a plantei e agora está crescendo. Pode haver um sinal mais bonito?<br />
<br />
Fonte: http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/o-futuro-possivel-onde-comeca-o-novo-humanismo/?utm_source=newsletterutm_medium=emailutm_campaign=mercado-etico-hoje]]></description> 
					<pubDate>Sat, 09 May 2009 11:23:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://criscasty.tigblog.org/post/661669</guid>
					
                </item> 
                <item> 
                    <title>Livro revela lado obscuro da principal fabricante de sementes transgênicas</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/654831</link> 
                    <description><![CDATA["A revista Caros Amigos publica uma corajosa entrevista com a jornalista francesa Marie-Monique Robin, que pesquisou durante quatro anos as ações da multinacional Monsanto. Essa empresa química é conhecida mundialmente por produzir, patentear e vender sementes transgênicas de soja, milho e outros cereais.<br />
Junto com as sementes transgênicas, ela produz e vende agrotóxicos específicos para essas sementes, o que torna os agricultores dependentes de seus produtos químicos. Antes de entrar nessa linha de produtos, a Monsanto, que tem sede nos Estados Unidos, tinha produzido o agente laranja – um desfolhante cancerígeno usado pelas forças armadas norte-americanas na guerra do Vietnã.<br />
As pesquisas da jornalista Marie-Monique revelam que os agrotóxicos da Monsanto estão diretamente relacionados com os aumentos de câncer em várias partes do mundo. A denúncia é forte. Por isso mesmo, boa parte da grande imprensa não tem coragem para denunciar essa empresa."<br />
Fonte: Revista Caros Amigos<br />
<br />
Leia mais: http://loja.livrariacasavermelha.com.br/REF-478-MUNDO-SEGUNDO-A-MONSANTO-O]]></description> 
					<pubDate>Fri, 01 May 2009 19:07:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://criscasty.tigblog.org/post/654831</guid>
					
                </item> 
                <item> 
                    <title>Lula é o cara -  Marcelo Carneiro da Cunha</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/631527</link> 
                    <description><![CDATA[Marcelo Carneiro da Cunha<br />
De São Paulo<br />
<br />
É dura a vida de colunista e escritor. Não adianta eu falar, insistir, berrar aqui nesse espaço ou onde mais me deixarem à solta. Tem que vir o Obama pra dizer em alto e bom inglês que o Lula é o cara, Lula is the man, e aí sim, a imprensa repete aos milhões, o Fernando Henrique tem um choque anafilático de tanta inveja e todo mundo cai na real.<br />
<br />
Isso não significa que eu não tenha críticas ao Lula ou ao partido. Minha relação com eles é mais ou menos a que eu mantenho com as mulheres: gostaria que fossem muito diferentes, mas, olhem só as alternativas! Vivemos em um mundo real, com defeitos reais, consequências infelizes da nossa humanidade. Compreender esse mundo e governar para ele, tentando ao mesmo tempo torná-lo melhor, com direito a alguma quantidade de sonho, é o que diferencia um político competente de um estadista. E Lula é um estadista, o maior que já tivemos.<br />
<br />
Eu acho que boa parte desse preconceito contra o Lula é preconceito mesmo, do ruim. Olhem o que eu ouvi ontem mesmo de uma moradora de um bairro nobre daqui. Ela explicou que não torce para o Corinthians, porque, afinal "tenho todos os meus dentes e conheço o meu pai". Uffff.<br />
<br />
Lula, por exemplo, que mal conheceu o pai, na infância, e não sei quanto aos dentes, mas sei quanto aos dedos, torce para o Corinthians. E eleger o Lula foi um momento sublime para os brasileiros porque ele representou a nossa aceitação de nós mesmos por nós mesmos, condição essencial para uma nação ser algo maior do que um mero país. Eleito, Lula nos libertou e o Brasil deu o salto que todos vivem, mesmo que não queiram ver.<br />
<br />
Na América Latina, e eu leio a imprensa dos nossos vizinhos, Lula é idolatrado como um grande líder nacional, que ama seu povo e se dedica a defender os seus interesses, ao mesmo tempo em que tenta sinceramente ajudar e integrar os que nos rodeiam. Somos admirados por que passamos a nos levar a sério e deixamos de puxar o saco do primeiro mundo, como fazia o nosso pomposo FHC. Barramos espanhóis (inocentes, claro) na fronteira exigindo tratamento decente aos nossos viajantes que entram na Europa. Lula não tem medo de ninguém e exige estar no G-20, mas junto com o G-8, ou onde quer que se decida alguma coisa.<br />
<br />
Lula ajudou Chávez a sobreviver e hoje o enche de elogios, enquanto sabota seus piores planos e ajuda o Brasil a vender e ganhar muito com a Venezuela. Garantiu o empate na quase guerra de araque entre Colômbia e Equador, fazendo o Brasil atuar como o líder que tem que ser. Lula abriu agências da Embrapa em países africanos, onde nossa biotecnologia tropical vai ajudar a combater a fome e criar uma agricultura moderna. Ele também decidiu que não vamos exportar petróleo do pré-sal, coisa de país atrasado, e sim derivados com alto valor agregado. Isso não é lá visão geopolítica e estratégica? Viajou aos países árabes, nunca antes assunto para nossos governantes e criou laços que hoje se transformam em comércio, bom para todos.<br />
<br />
Aqui dentro, já que o Brasil também é assunto, manteve sim a política econômica anterior, mas lhe deu a direção social que faltava. E se alguém acha que isso foi coisa pouca, imaginem as pressões que Lula sofreu, às quais teve que resistir, enquanto a Argentina, aqui ao lado, experimentava heterodoxias com o Kirchner e crescia 10% ao ano. Imaginem o que foi para um ex-torneiro mecânico peitar toda a suposta elite econômica instalada nos principais veículos de comunicação, que tentavam dizer a ele para onde apontar o nariz e que aprendesse a obedecer ou o mundo iria cair, culpa dele. Quem resiste a tudo e segue firme no caminho em que acredita é um líder. L-Í-D-E-R. Acerta e erra, mas lidera.<br />
<br />
O maior mérito do Brasil de hoje é nosso, do povo brasileiro. Fomos nós que soubemos mudar, acabar com o PFL, optar pelo moderno e, por isso, hoje nosso destino se divide entre dois partidos e projetos viáveis, PSDB e PT. Se os dois são viáveis, o PT é mais generoso, e por isso a minha escolha.<br />
<br />
Provavelmente seguiremos crescendo e nos afirmando como nação moderna e emergente, capaz de alimentar a si e ao mundo, o que para mim já está uma beleza, obrigado. Mas, alguém aí ousa comparar o Lula a gente um tanto insípida, inodora e incolor, como Aécio, Serra e mesmo a Dilma? Vamos talvez seguir rumo à prosperidade, mas de um jeito tão mais sem graça. Vocês conseguem imaginar algum desses nomes acima fazendo a frase sobre "banqueiros brancos e de olhos azuis, que achavam que sabiam tudo de economia" que hoje é repetida no mundo inteiro?<br />
<br />
Lula, para mim, representa o fim do enorme desperdício que nosso país sempre praticou, ao ignorar a humanidade e inteligência do seu povo, acusando-o de ser pouco escolarizado. Eu tenho o privilégio de, de tempos em tempos, encontrar com leitores de grupos de EJA (Educação de Jovens e Adultos), na prática turmas de pedreiros, domésticas, carpinteiros, eletricistas; gente que deixou a escola quando criança e voltou agora, para aprender, inclusive, a ler. E ser lido por essas pessoas é uma enorme honra para um escritor que gosta de ser lido. E eles leem como ninguém, minha gente. Com uma garra e encantamento de arrepiar. E raramente têm a chance de trazer essa visão absoluta do mundo, essa experiência toda a para vida do nosso país. Lula, prezados leitores, fez e faz exatamente isso.<br />
<br />
Eu conheço meu ilustre pai, para o bem ou para o mal, tenho praticamente todos os dentes e certamente todos os dedos, o que me coloca em uma camada, digamos, privilegiada, no Brasil. Mas, mesmo que não seja exatamente a minha cara, Lula consegue ser a cara brasileira da minha alma, de tantas outras almas de nosso país e, por isso mesmo, ele é, tem sido e vai ser o cara. O Cara, a nossa cara.<br />
<br />
Pelo que eu conheço do mundo, essa coluna vai atrair toda uma desgraceira pra cima desse colunista. Pois, muito bem, que venha. Esperar menos do que isso, estar menos preparado do que estou para combater o que vier, seria um desrespeito desse cidadão agradecido aqui, ao seu presidente, a quem tanto admiro e por quem tenho mais é que brigar mesmo. Podem vir, serão todos bem recebidos, e vamos em frente, nós e o Cara, fazer o debate e o país de que tanto precisamos.<br />
<br />
Dizer "Esse é o cara" afirma a negritude do Obama e sua admiração por Lula. Vivemos melhor em um mundo assim, de aceitações, reconhecimentos, sinceridades. Se eles, que são políticos, podem, então a gente pode tudo, até mesmo torcer para o Corinthians, imagino, nesse admirável mundo novo que o século 21 nos traz.<br />
<br />
Terra Magazine: http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3677589-EI8423,00-Lula+e+o+cara.html]]></description> 
					<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 10:37:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://criscasty.tigblog.org/post/631527</guid>
					
                </item> 
                <item> 
                    <title>"Toca o Berrante seu Moço"!!!! Toca quantas vezes for preciso.</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/614895</link> 
                    <description><![CDATA[Como é bom ir ao cinema e ver um filme que representa a essência, a cultura de um povo.<br />
Uma ingenuidade que arrebata o coração muito bem arrumada.<br />
É tão bom não ver carros e parafernália eletrônica.<br />
<br />
Saber que algumas pessoas ainda estão interessadas em colocar lá, naquela tela enorme (por onde passam tantas histórias que não falam daquilo que somos ou da nossa origem, reservada na maioria das vezes para o cinema high-tech, violento, rápido, brutal, agressivo, bobo, inútil...) a Simplicidade rural do nosso querido Brasil, o amor, a delicadeza e a força da terra que está dentro de cada um que valoriza suas raízes e tem saudade...<br />
Uma saudade que quase tira nosso chão de tão viva que permanece<br />
A boiada que quando estoura parece nos levar junto para um lugar de sonho, assim no susto, de forma inesperada<br />
O berrante que quando toca acorda o sertão dentro do nosso peito<br />
E como diz Guimarães Rosa "o sertão é dentro da gente"!<br />
O canto sertanejo embalando aquela comitiva é combinação perfeita<br />
E o sol, a natureza envolvendo a cena com sua beleza poética que faz doer lá no fundo, naquele lugar que só esse tipo de coisa faz mexer, remexer e bagunçar,<br />
e o sentimento toma conta da situação.<br />
Enfim, produtores, diretores, roteiristas...escutem nossa ânsia por um cinema que retrata o campo, a ingenuidade gostosa, a vida rural, simples, verdadeira, a trilha sertaneja tão enraizada na nossa história, a parceria sempre perfeita do ser humano com a terra sagrada. Queremos ver mais filmes nessa toada!<br />
<br />
Êita berrante bom que dentro de mim toca sem parar!]]></description> 
					<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 14:38:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://criscasty.tigblog.org/post/614895</guid>
					
                </item> 
                <item> 
                    <title>O carro: pane de libido? - O automóvel está perdendo seu encanto... Pascal Bruckner</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/602651</link> 
                    <description><![CDATA[Le Monde<br />
Pascal Bruckner*<br />
<br />
São milhares de carcaças novas que, por toda a Europa e Estados Unidos, formam filas nos pátios, sob galpões, e esperam em vão por um comprador. Em nada lembram os clássicos cemitérios de carros, com seus montes de latarias amassadas, de chassis danificados apodrecendo em um terreno baldio, como o mítico Cadillac Ranch na Route 66 nos Estados Unidos, monolitos de metal pintados de forma grotesca, enfiados na areia do deserto californiano. Estes testemunhavam a vitalidade de uma indústria que largava atrás de si seus dejetos.<br />
<br />
Os cemitérios de hoje vivem uma pane do sistema. A crise acelera uma aversão crescente pelo automóvel. Os glutões 4 x 4 são denunciados nos Estados Unidos pelos grupos evangélicos que veem neles símbolos de uma arrogância contrária aos ensinamentos de Cristo! Em toda parte os grandes fabricantes fecham usinas, reduzem a produção, declaram falência, demitem a torto e a direito. Fim de um objeto de fetiche que foi herói do século XX e criou em sua esteira tantas obras-primas, pequenas maravilhas da mecânica.<br />
<br />
As mudanças na demografia anulam o direito à mobilidade. Tão maravilhoso quanto reservado a uma minoria, o carro, uma vez popularizado, se transforma em pesadelo, tornando cada motorista em prisioneiro de seu veículo, além de ser dispendioso. Fim da rapidez, da generalização do engarrafamento, do acidente como mostram tantas obras literárias ou cinematográficas.<br />
<br />
Alienação e inércia<br />
O escritor Roberto Calasso bem disse: "A democracia é o acesso de todos a bens que não existem mais". Acrescente a esse descrédito o encarecimento dos custos do petróleo e sobretudo a acusação feita pelo discurso ecológico sobre essa indústria, poluente e incômoda. Antes símbolo de liberdade, o carro se tornou símbolo de alienação e inércia. A máquina que devorava o espaço se afundou em uma coagulação generalizada. O maravilhoso automóvel se transformou em banheira, lixeira barulhenta da qual fugimos horrorizados.<br />
<br />
Não se trata de um simples regime ou dieta provisória antes de retomar a orgia: é realmente a conclusão de um ciclo. Claro, sempre se fabricarão carros, mas limpos, elétricos, pequenos, que não emitam nenhum gás carbônico, e recarregáveis na tomada.<br />
<br />
A Califórnia comercializa há alguns anos o Tesla Roadster, um conversível limpo, escolhido pelos astros, e o prefeito Bertrand Delanoë logo lançará em Paris um sistema Autolib' nos mesmos moldes do Vélib': pequenos veículos elétricos que podem ser alugados por hora ou por dia. Seremos todos "ecocidadãos responsáveis", pegaremos o ônibus, o bonde, o metrô, pararemos de financiar, por meio de nossa gana por petróleo, as ditaduras sanguinárias ou os regimes opressores.<br />
<br />
Mas como é um carro que não é nem chamativo, nem poluente, nem barulhento? Um meio de transporte, não um objeto de desejo. A ecologia tem razão, e é por isso que ela nunca suscitará o entusiasmo, uma vez que suas palavras de ordem são economia, privação e precaução. Fim da ostentação dos carrões que esmagavam com seu luxo a multidão de pedestres; fim das façanhas dos amantes de velocidade que brincavam de acelerações vertiginosas e flertavam com a morte a cada curva.<br />
<br />
As acusações de Ivan Ilitch, André Gorz ou René Dumont em nada o afetaram. Foi preciso uma deserção global para que o sonho automobilístico perdesse seu encanto e que as vendas despencassem. Mas nunca se mata uma paixão sem antes substituí-la por outra. Nossas reluzentes máquinas já são substituídas pelos laptops, os computadores que respondem ao duplo princípio de independência e locomoção: estamos em todos os lugares sem sair de casa, ligados a todos sem estar com ninguém. No lugar dos monstros consumidores de energia, telas ultraplanas de funções múltiplas, em uma ferramenta de algumas centenas de gramas. É um novo paradigma que mexe com o indivíduo contemporâneo em uma era inédita de autossuficiência e mobilidade.<br />
<br />
Não é o mercado que agoniza, é uma forma ultrapassada de capitalismo que desaparece porque deixou de ser desejável.<br />
<br />
*Pascal Bruckner é escritor e ensaísta.<br />
<br />
Tradução: Lana Lim<br />
<br />
Obs: Mas no Brasil as vendas voltaram a crescer no início desse ano, como pode?? O texto acima é um exemplo a ser comemorado! Eu espero realmente que não seja apenas um "regime", uma "pausa", mas sim o fim de um ciclo que não prestou para nada.]]></description> 
					<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 09:39:00 EST</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://criscasty.tigblog.org/post/602651</guid>
					
                </item> 
                <item> 
                    <title>Sistema Insano, seu Fim já passou da Hora!</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/593423</link> 
                    <description><![CDATA[Sistema insano nosso de todo dia<br />
O quê espera para morrer definitivamente?<br />
Que lentidão sem propósito!<br />
Sua decadência é tamanha, mas insiste<br />
em segurar nos postes de cimento<br />
que restam nas ruas desesperadas<br />
que construiu durante sua glória.<br />
E que glória demorada!<br />
Tantos foram aniquilados por sua<br />
forma injusta de se manter em pé<br />
E, sistema insano, ainda não vê<br />
que chegou a hora, passou da hora<br />
do enterro, de ir embora para nunca<br />
mais voltar e levar junto todos que <br />
fizeram parte dessa absurda maneira <br />
de levar a vida. A vida que virou doença<br />
para muitos, a vida de engano que roubou e cortou<br />
nossa magnífica natureza!<br />
Mas ainda tenho fé que, mesmo <br />
lentamente, sistema insano,<br />
você está morrendo...<br />
Mas para pagar os<br />
pecados tem que ser mesmo em doses<br />
pequenas, aos poucos, a míngua!<br />
E por baixo da explosão que será<br />
sua partida total, renascerá a nova<br />
humanidade, com a ajuda do Universo,<br />
das preces, de tudo que não vemos com <br />
os olhos mas acreditamos,<br />
da perseverança de uma minoria de<br />
humanos conscientes que, com grande<br />
dificuldade, permanecem aqui cheios<br />
de esperança e comemorando seu final<br />
trágico, sistema insano!<br />
]]></description> 
					<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 16:31:00 EST</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://criscasty.tigblog.org/post/593423</guid>
					
                </item> 
                <item> 
                    <title>"O mundo segundo a Monsanto" - Que Tragédia!</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/578389</link> 
                    <description><![CDATA[O mundo segundo a Monsanto<br />
(Fonte: Eco-Finanças)<br />
<br />
Por Ivo Lesbaupin, doutor em Sociologia pela Université de Toulouse-Le-Mirail, na França e, atualmente, professor na Universidade Federal do Rio de Janeiro. (UFRJ)<br />
<br />
<br />
"O mundo segundo a Monsanto" é o livro de Marie-Monique Robin, recentemente lançado no Brasil pela Editora Radical Livros, São Paulo. O livro tem tido uma impressionante repercussão internacional.<br />
<br />
Este livro escrito pela jornalista Marie-Monique Robin, recentemente traduzido no Brasil, é o resultado de três anos de pesquisa em vários países. Ele foi precedido por um documentário para o canal franco-alemão Arte. E as revelações são surpreendentes. A meu ver, é um livro de leitura obrigatória. Vou resumir as conclusões que me parecem mais graves.<br />
<br />
1. Contrariamente à afirmação divulgada pela Monsanto, de que não há estudos conclusivos, está provado: os transgênicos fazem realmente mal à saúde. Várias pesquisas já o comprovaram.<br />
<br />
2. Por que jamais chegam a nosso conhecimento as pesquisas sobre os transgênicos? Porque a Monsanto persegue os cientistas que as fazem - em qualquer lugar do mundo. O livro cita vários casos em que cientistas e suas equipes perderam seus postos, tiveram o financiamento de suas pesquisas suspenso e foram difamados em público. Isto ocorreu não só nos EUA, mas na Inglaterra e na Itália também. A Monsanto impede que o resultado de suas pesquisas seja publicado em revistas científicas e pagam outros cientistas para publicar artigos desmoralizando as pesquisas cujos resultados sobre os transgênicos sejam negativos (no sentido de que produzem efeitos nocivos no organismo humano). (...)<br />
<br />
3. Nos EUA, a Monsanto conseguiu impedir a rotulagem de produtos que contêm transgênicos, sob a alegação de que esta medida seria discriminatória em favor dos outros produtos. Os produtores de alimentos não transgênicos não podem igualmente explicitar no rótulo de seus produtos que eles não têm transgênicos. Em outras palavras: os habitantes deste país não têm o poder de escolher o tipo de alimentos que querem consumir porque não podem saber se eles contêm ou não transgênicos. (...)<br />
<br />
O endereço recomendado pela autora, onde ela disponibilizou os dados de sua pesquisa é: www.combat-monsanto.org<br />
<br />
Leia as outras conclusões, em: http://ef.amazonia.org.br/index.cfm?fuseaction=artigoid=297718<br />
<br />
Site: Mundo Sustentável - André Trigueiro<br />
http://www.mundosustentavel.com.br/destaque.asp]]></description> 
					<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 10:53:00 EST</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://criscasty.tigblog.org/post/578389</guid>
					
                </item> 
                <item> 
                    <title>Leia para Sair do Padrão...</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/562061</link> 
                    <description><![CDATA[Gostaria de indicar para vocês a leitura do texto "REVELAÇÕES" do site "Saindo da Matrix", é muito longo por isso resolvi colocar o link, vale a pena para você pensar duas vezes, ou melhor várias vezes, antes de aceitar o PADRÃO!! <br />
<br />
http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2008/11/revelacoes.html<br />
]]></description> 
					<pubDate>Thu, 01 Jan 2009 14:49:00 EST</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://criscasty.tigblog.org/post/562061</guid>
					
                </item> 
                <item> 
                    <title>Não faz Sentido Censurar o Sexo e Ser Tolerante com a Violência...</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/536845</link> 
                    <description><![CDATA[Já notaram que existe uma maior tolerância com a violência no que diz respeito à censura no cinema, na televisão, etc? Se você compara cenas de sexo com as cenas de violência, a criação que estiver mais carregada de sexo tem maior censura, a faixa etária sobe. <br />
<br />
A violência é muito mais chocante, impressiona fácil, desperta agressividade, machuca o nosso olhar, entra mais fácil mesmo sem perceber, você acha que tem domínio e muitas vezes não tem.<br />
O sexo já te deixou impressionado no sentido negativo? É raro, só se for relacionado com violência, caso contrário no máximo nos excita, desperta a vontade de colocar em prática, ensina, é bonito, queremos ver.<br />
<br />
Mas eu nunca entendi a censura nesse sentido, quando a criação, a peça de teatro, o filme, a novela, tem nudez, sexo, a faixa etária sobe, se tem violência e não há sexo, ela diminui. Cenas de violência fazem um estrago em nosso ser sem tamanho, claro que depende da sensibilidade de cada um, mas no geral ferem a alma, a mente, as nossas ações, nossos pensamentos, é extremamente negativo.<br />
Ninguém reparou nessa troca de valor ainda? Nossa sociedade vai "muito bem" na violência, na agressividade do cotidiano, mas no sexo ainda precisa descobrir e avançar bastante. Pense bem, se fosse ao contrário nossas vidas seriam muito mais interessantes, intensas, vivas no sentido positivo.<br />
]]></description> 
					<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 17:31:00 EST</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://criscasty.tigblog.org/post/536845</guid>
					
                </item> 
                <item> 
                    <title>O Governo "Ajuda" os bancos e os bancos Ajudam Quem?!?!</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/527243</link> 
                    <description><![CDATA[Os governos estão tomando medidas urgentes para 'salvar os bancos", engraçado, eu nunca vi governo agir tão rapidamente para ajudar a Educação, a Saúde, as pessoas que vivem na miséria, o Meio Ambiente!! Sim, o Meio Ambiente, esse sim, principalmente, precisa de atenção, vivemos sem os bancos, MAS sem a terra, a Natureza, NÃO!!<br />
<br />
Os bancos salvam quem? Os próprios. Se é para emprestar dinheiro ou fazer qualquer outro tipo de "ajuda" aos clientes, quem realmente lucrou até hoje, quem ganha no final, quem acumula são os bancos! <br />
Veja se os bancos estão se importando com algum ser nesse Planeta? Outro dia eu escutei que os grandes bancos estão esperando os menores quebrarem para, então, comprá-los a um preço baratinho. Seguem direitinho as regras do esquema do capital até entre eles.<br />
<br />
A crise financeira tem um lado interessante, as pessoas param de comprar, de gastar tanto com supérfluos importados desnecessários, trocar e trocar, desistem de fazer a viagem internacional e passam a investir o dinheiro aqui e não fora. Enfim, talvez só a necessidade, a crise faz a civilização aprender! É triste isso.<br />
<br />
<br />
]]></description> 
					<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 11:14:00 EST</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://criscasty.tigblog.org/post/527243</guid>
					
                </item> 
                <item> 
                    <title>"Uma Decisão Exemplar" - Liberte-se antes que seja tarde!</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/516171</link> 
                    <description><![CDATA[Eu estava lendo um desses sites antenados com a Transformação do Planeta, a Mudança de Consciência da Humanidade, enfim sobre espiritualidade e achei uma mensagem que uma pessoa enviou para o site e as pessoas responsáveis por esse projeto resolveram destacar pois iria servir de exemplo para outras pessoas. <br />
Eu realmente acho que faz o maior sentido, afinal tantos por aí andam vivendo como robôs, presos ao triste sistema, como escravos das mais diversas formas, doentes por isso e precisam se libertar!<br />
Não deixem de ler e refletir, se você acredita ou não, isso não importa, leia com o coração aberto e veja se tem a ver com você ou com alguém ao seu redor! Vou colocar como aparece no site - "Uma Decisão Exemplar":<br />
<br />
"Leia com atenção esta mensagem, que uma amiga nos enviou por e-mail. Talvez estas considerações ajudem o leitor a decidir que, para si, o «jogo» acabou.<br />
<br />
Olá Amigos (apetece-me dizer assim), estão bons? Tenho andado meia desaparecida a "digerir" algumas coisitas minhas e, por isso, com alguns "problemas de saúde" que já passaram. Fiquei uns tempos sem Net e perdi alguns dos vossos trabalhos. Acabei de tomar uma decisão muito importante: vou deixar a escola depois de 28 anos. Vou puramente rescindir o contrato e vir embora sem nada, porque já não dá para ficar à espera do que quer que seja. Todos dizem que estou maluca, mas digo-vos que, neste momento e desde há algum tempo, que me sinto "uma mercenária": só lá estou pelo dinheiro que vem no fim do mês e isso não tem que ver com o que eu defendo e muito menos com o que eu sou. Por isso estou ainda a tratar dos papéis, essas burocracias...<br />
<br />
Sinto que preciso, neste momento, de uma ajudinha vossa (pois sei que me entendem e não vão dizer, como os outros, que estou doida) e daí o quer fazer os vossos seminários rapidamente. É curioso - e não seria de esperar outra coisa – que, quando tomei a decisão, a saúde melhorou. Desde o verão que tenho andado doente com uma coisa ou outra. Mas agora estou tranquila, sabendo que, no momento certo, alguma porta se vai abrir. Qual? Não faço a mais pequena ideia. Também é curioso não ter nada à frente, pois também fechei o espaço de terapias há uns meses atrás.<br />
<br />
É isto sinal de entrega? Não sei. Só sei que quero viver um dia de cada vez, aproveitando, aprendendo e ficando grata por tudo o que esse dia me der. Também sei que sou feliz no meio da natureza e que estou cada vez mais conectada com a Mãe Terra. "Disseram-me" para me manter assim, sem fazer projectos, nem tomar decisões (excepto as que têm que ver com a saída de escola), pois, na devida altura, tudo se há-de abrir. E cá estou, doida varrida, sem futuro nem expectativas, nem nada, mas, se calhar, perto do Tudo.<br />
<br />
Peço desculpa de me ter entusiasmado com a conversa.<br />
Um abraço de luz e Amor para os dois."<br />
<br />
Fonte: Yasmin: http://www.velatropa.com/yasmin/index.php?option=com_contenttask=viewid=307]]></description> 
					<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 12:35:00 EST</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://criscasty.tigblog.org/post/516171</guid>
					
                </item> 
                <item> 
                    <title>Que seja Lento, Intenso e Simples!! Divulgando a Vida Devagar...</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/507978</link> 
                    <description><![CDATA[Aqui está um resumo do pouco que encontrei e li até agora sobre Slow Life, um conceito de vida que tem o intuito de divulgar o "devagar", tudo que rema contra a maré, a Simplicidade. Eu realmente acredito que esse é o caminho, ou um dos caminhos, para uma humanidade diferente, unida e positiva. <br />
Amor, trabalho, comida, relacionamentos, prazer...tudo lento. Que seja lento e intenso!<br />
<br />
"Roma, 1986. A rede McDonald’s anuncia a abertura de uma loja perto de Piazza di Spagna. Em protesto, Carlo Petrini lidera um grupo de manifestantes que usam tigelas de penne como armas. Estava dado o primeiro passo para a fundação, pouco tempo depois, do Movimento Internacional Slow Food, contra as redes de fast food e a produção insustentável de alimentos. Comida rápida que custa caro à saúde, ao meio ambiente e à economia local.<br />
<br />
Da Itália para o mundo foi um pulo. Não demorou muito para que os adeptos da comida lenta começassem a despontar nos quatro cantos do planeta, em 42 países. Mais ainda: a fama do manifesto deu nova dimensão ao movimento, com mais gente buscando desacelerar não só a alimentação, mas também os deslocamentos (mais caminhadas e menos carros), a produção de bens (consumir menos para preservar mais), as roupas, as casas e até a educação (mais atenção às vivências artísticas e saberes artesanais e menos foco nas conquistas acadêmicas).<br />
<br />
Slow Life, em resumo, é isso. Desacelerar para se reconectar a si mesmo, às pessoas e ao lugar em que se vive. Talvez não exista nada mais contracultural hoje em dia do que desacelerar o passo. Sim, porque vivemos na era da velocidade, em que consumir a última geração de eletrônicos, a mais recente moda e a mais nova dieta para emagrecer é uma luta diária sem fim – e sem sentido.<br />
<br />
Tudo parece mudar em segundos. O tempo escapa dos nossos dedos e deixa a respiração curta, ofegante. Isso lá é vida boa? Isso lá é “avanço”? Quanto, de fato, essas invenções do tipo mais-do-mesmo melhoraram nossas vidas? Temos mais tempo livre hoje? E o que fazemos com ele? Vamos às compras? Freqüentamos cursos de reciclagem para não perder o emprego?..."<br />
( "Gaiatos e Gaianos" Por Giuliana Capello)<br />
http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/gaiatos/109647_post.shtml<br />
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------<br />
<br />
"Não existem fórmulas ou receitas prontas. E simplificar não significa privar-se de coisas importantes. Mas fazer escolhas mais conscientes e criteriosas. Uma vida mais simples tende a ser mais prazerosa, plena, cheia de sentido. Leonardo da Vinci dizia que “a simplicidade é o mais alto grau da sofisticação”. Não tenho dúvida disso.<br />
<br />
Tornar-se adepto da simplicidade voluntária requer clareza de intenções, desapego e não-violência. E não há nada mais ecológico hoje em dia do que buscar uma vida mais simples. Será que você precisa trocar de carro a cada dois anos? Comprar um celular a cada três meses? Estar na moda o ano inteiro? Almoçar e jantar comida industrializada a seemana inteira? Enfim, consumir sempre mais e mais e mais?...<br />
<br />
...fiz uma listinha de atitudes simples que encontrei nesses sites:<br />
<br />
NOTA PESSOAL: Preste atenção nessas Dicas:<br />
<br />
- veja menos TV;<br />
- cultive o silêncio e a solidão;<br />
- aprenda a diferenciar as viagens significativas das desnecessárias;<br />
- alimente-se mais lentamente e menos industrialmente;<br />
- evite atendentes de telemarketing (essa é ótima!);<br />
- durma até mais tarde às vezes e acorde cedo sempre que possível;<br />
- cultive a arte, a música, a natureza e os amigos;<br />
- compre pela utilidade e não por status;<br />
- adote uma atividade física saudável, como caminhar, nadar e andar de bicicleta;<br />
- reserve tempo para vizinhos, família e amigos;<br />
- priorize a qualidade de vida sempre. "<br />
<br />
( "Gaiatos e Gaianos" Por Giuliana Capello)<br />
http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/blog/gaiatos/20080819_lst_assuntos.shtml<br />
<br />
"Simplicidade Voluntária": http://www.simplicidadevoluntaria.com/<br />
]]></description> 
					<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 18:44:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://criscasty.tigblog.org/post/507978</guid>
					
                </item> 
                <item> 
                    <title>A Pobreza é uma Encrenca e certos "interesses" travam a Solução que Existe!</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/503973</link> 
                    <description><![CDATA[A pobreza de muitos serviu até hoje para a riqueza de poucos. É mais ou menos por ai. Afinal se todos fossem consumir como uma minoria extremamente rica não haveria mais recursos naturais, o colapso ambiental já estaria instalado por completo. Se bem que, pelo que tudo indica, estamos quase lá!<br />
<br />
A extrema miséria é uma tragédia porém o consumo exagerado daqueles que são donos de muita riqueza também.<br />
Vamos achar o meio termo? Tudo começa na preservação ambiental, na exploração consciente dos nossos recursos naturais. Mas, por exemplo, quando a Revolução Industrial chegou arrastando tudo que estava na frente, com a infeliz idéia que Florestas foram feitas para Desmatar, que progresso é cimento, construção, etc., ninguém pensou em Meio Ambiente. <br />
Então vem a publicidade para fazer você ter interesse por coisas que não precisa para viver bem.<br />
<br />
Tudo isso para o lucro permanente de uma minoria que não pensa, apenas compra. E para um certa minoria rica ignorante é bom que muitos continuem pobres, assim sempre irão poder desfrutar de um luxo sem tamanho!<br />
<br />
Claro que não podemos deixar de falar da pobreza espiritual. Essa também gera altos prejuízos.<br />
E sabe de uma coisa: Se somos feitos a Imagem e semelhança de Deus, e eu acredito nisso, não faltaria nada para nenhum ser que habita a Terra. Existe também um pensamento de pobreza dentro da mente da maioria dos que estão na miséria. <br />
Todo ser humano tem direito a ter o suficiente para viver. Eu acho que só o fato de haver um pensamento de pobreza nas entranhas de nossa sociedade há tempos faz tudo piorar.<br />
<br />
O quê eu quero dizer com essas palavras? É que existe um quebra-cabeça da vida que ainda não sabemos montar direito. Tudo está interligado, tudo vem da terra, da Natureza, do espírito em primeiro lugar. E essa terra abençoada está aqui para dar alimento para qualquer pessoa. E tem tanta terra improdutiva por aí...Por isso digo, não seja igual aos outros, seja parte da mudança, seja diferente para o lado positivo. Não se conforme!]]></description> 
					<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 09:50:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://criscasty.tigblog.org/post/503973</guid>
					
                </item> 
                <item> 
                    <title>Emancipação Feminina: A maioria das Mulheres Não sabe direcionar positivamente essa Liberdade!</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/501281</link> 
                    <description><![CDATA[As mulheres lutaram tanto por Direitos Iguais, porém qual foi a grande vantagem até hoje? Eu, infelizmente, vejo mais desvantagens: mulheres estressadas e doentes por causa de uma maldita jornada de vida pesada que não são obrigadas a ter. Parece mais uma Prisão!<br />
Trabalho, filhos, casa, e ainda querem manter o corpo perfeito. Elas dizem com um certo orgulho que conseguem realizar tudo ao mesmo tempo agora e sabemos: alguma coisa acaba ficando mal feita! Precisamos fazer escolhas na vida. <br />
A Liberdade Sexual, por exemplo, foi uma enorme conquista, sem dúvida, porém está sendo mal direcionada. Sair por aí bebendo até cair, fazendo sexo irresposável com quem aparecer na frente em uma só noite ou com uma pessoa diferente em cada balada não é vantagem, somente a liberdade sexual com qualidade vale a pena! <br />
<br />
Os relacionamentos continuam neuróticos, com doses exageradas de ciúmes, dependência emocional, poder sobre o outro, longe da maturidade. Elas ainda são espancadas pelo parceiro e fingem orgasmo. Me diga uma coisa: a Emancipação Feminina serviu para quê até agora?? Que vantagem Maria leva em fingir um orgasmo? Você está enganando quem? Para fingir não faça! Quem sai ganhando com isso? Fico espantada quando vejo pesquisas atuais revelando que essa palhaçada existe até hoje nos relacionamentos. <br />
Enfim, os benefícios desses "direitos iguais" por enquanto estão apenas no direito ao trabalho e à liberdade sexual com qualidade, mas é preciso lembrar que o ser humano realiza uma coisa de cada vez, para poder ter total entrega, dedicação e tempo.<br />
Reflita e saiba administrar sua liberdade, sua emancipação, sua verdade! Tempo não é dinheiro, esqueça isso! Tempo é vida, amor, sentido...]]></description> 
					<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 19:51:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://criscasty.tigblog.org/post/501281</guid>
					
                </item> 
                <item> 
                    <title>Combate à Monsanto - Correio da Cidadania</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/498707</link> 
                    <description><![CDATA["Estimados amigos,<br />
<br />
O motivo pelo qual escrevemos hoje é o de apresentar a campanha internacional 'Combate à Monsanto', conduzida pela sociedade civil e ONGs contra a empresa de biotecnologia Monsanto.  É com orgulho que lhes apresentamos o projeto para lutar contra as práticas intoleráveis da multinacional em terras da América Latina.<br />
<br />
Nossos objetivos são difundir uma informação completa a todos os cidadãos sobre a verdadeira face da Monsanto.  Queremos também fomentar campanhas públicas para denunciar as violações aos direitos humanos e ao meio ambiente por parte da dita empresa.<br />
<br />
Pode-se integrar a rede para compartilhar informações sobre qualquer assunto acerca da conduta cínica da Monsanto.  Nossa página web internacional, http://www.combat-monsanto.org/, lhes dará a oportunidade de promover a organização e as campanhas.  Também queremos munir os cidadãos e ajudá-los a envolver-se nas organizações locais da coalizão.<br />
<br />
Aliste-se ao 'Combate à Monsanto' e registre-se em:<br />
<br />
http://www.combat-monsanto.es/<br />
<br />
http://www.combat-monsanto.co.uk/<br />
<br />
http://www.combat-monsanto.org/<br />
<br />
Que o mundo da Monsanto nunca seja o nosso."<br />
<br />
Fonte: http://ces.fgvsp.br/index.cfm?fuseaction=noticiaIDnoticia=131112IDidioma=1]]></description> 
					<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 11:26:00 EDT</pubDate> 
					<guid isPermaLink="true">http://criscasty.tigblog.org/post/498707</guid>
					
                </item> 
                <item> 
                    <title>"Filho é para quem pode!" - Mônica Montone</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/484143</link> 
                    <description><![CDATA[A Relação Sexual, o Prazer que nosso corpo pode proporcionar é uma das coisas mais lindas desse Planeta, sentir Prazer no corpo de uma outra pessoa, trocar essa sensação com alguém que você tenha amor, quimica, empatia, vontade...enfim é algo realmente inexplicável, mas POR FAVOR, pense mil vezes antes de engravidar, gerar e criar no verdadeiro sentido dessas palavras um Novo Ser é uma responsabilidade absurda! Busque pelo prazer quantas vezes for preciso, é um direito de cada um, estamos aqui para trocar sim esse Fogo que nos move, mas Pense Muito Bem antes de ter Filhos, sabemos como evitar, como ter prazer intenso e imenso sem engravidar!<br />
<br />
A seguir  "Filho é para quem pode!" de MÔNICA MONTONE:<br />
<br />
"<br />
Eu, não posso! Apesar de ser biologicamente saudável.<br />
<br />
Não posso porque desconheço o poço sem fundo das minhas vontades, porque às vezes sou meio dona da verdade e porque não acredito que um filho há de me resgatar daquilo que não entendo ou aceito em mim.<br />
<br />
Acredito que a convivência é um exercício que nos eleva e nos torna melhores, mas, esperar que um filho reflita a imagem que sonhamos ter é no mínimo crueldade.<br />
<br />
Não há garantias de amor eterno e o olhar de um filho não é um vestido de seda azul ou um terno com corte ideal. Gerar um fruto com o único intuito de ser perfumada por ele no futuro é praticamente assinar uma sentença de sal.<br />
<br />
Filhos não são pílulas contra a monotonia, pílulas da salvação de uma vida vazia e sem sentido, pílula “trago seu marido de volta em 9 meses”.<br />
<br />
Penso que antes de cogitar a hipótese de engravidar, toda mulher deveria se perguntar: eu sou capaz de aceitar que apesar de dar a luz a um ser ele não será um pedaço de mim e portanto não deverá ser igual a mim? Eu sou capaz de me fazer feliz sem que alguém esteja ao meu lado? Eu sou capaz de abrir mão de determinadas coisas em minha vida sem depois cobrar? Eu sou capaz de dizer “não”? Eu quero, mesmo, ter um filho, ou simplesmente aprendi que é para isso que nascemos: para constituir uma família?<br />
<br />
Muitas das pessoas que conheço estão neurotizadas por conta de suas relações com as mães. Em geral, são mães carentes que exigem afeto e demonstração de amor integral para se sentirem bem e, quando não recebem, martirizam os filhos com chantagens, críticas e cobranças.<br />
<br />
As mães podem ser um céu de brigadeiro ou um inferno de sal. Elas podem adoçar a vida dos filhos ou transformar essas vidas numa batalha diária cheia de lágrimas, culpas e opressões.<br />
<br />
Eu, por exemplo, não consigo ser um céu de brigadeiro nem para mim mesma, quiçá para uma pessoinha que vai me tirar o juízo madrugadas adentro e, honestamente, acho injusto colocar uma criança no mundo já com essa missão no lombo: fazer a mamãe crescer.<br />
<br />
Dar a luz a um bebê é fácil, difícil é ser mãe da própria vida e iluminar as próprias escuridões."<br />
!!!<br />
<br />
Fonte:<br />
http://www.finaflormonicamontone.com/2007/05/filho-para-quem-pode.html<br />
<br />
]]></description> 
					<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 20:13:00 EDT</pubDate> 
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                    <title>Pistas práticas para cuidar da Terra - Leonardo Boff</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/472265</link> 
                    <description><![CDATA[Dois princípios são fundamentais na superação da atual crise pela qual passa o planeta Terra: a sustentabilidade e o cuidado.<br />
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A sustentabilidade,assentada na razão analítica, tem a ver com tudo o que é necessário para garantir a vida e sua reprodução para as atuais e as futuras gerações.<br />
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O cuidado, fundado na razão sensível e cordial refere-se aos comportamentos e às relações para com as pessoas e para com a natureza, marcadas pelo respeito à alteridade, pela amorosidade, pela cooperação, pela responsabilidade e pela renúncia a toda espécie de agressividade.<br />
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Articulando estes dois princípios poderemos devolver equiíbrio e  vitalidade à Terra. Oferecemos algumas sugestões práticas no sentido de cada um fazer a sua revolução molecular (Guatarri): aquela que começa pela própria pessoa, base para a grande virada de todo o sistema. Eis algumas:<br />
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Alimente sempre a convicção e a esperança de que outra relação para com a  Terra é possível, mais em harmonia com seus ciclos e respeitando os seus limites.<br />
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Acredite que a crise ecológica não precisa se transformar numa tragédia, mas numa oportunidade de mudança para um outro tipo de sociedade mais respeitadora e includente.<br />
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Dê centralidade ao coração, à sensibilidade, ao afeto, à compaixão e ao amor pois são estas dimensões que nos mobilizam para salvar a Mãe Terra e seus ecossistemas.<br />
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Reconheça que a Terra é viva mas finita, semelhante a uma nave espacial, com recursos escassos e limitados.<br />
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Resgate o princípio da re-ligação: todos os seres, especialmente, os vivos, são interdependentes, e por isso têm um destino comum. Devem conviver fraternalmente entre si.<br />
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Valorize a biodiversidade e cada ser  vivo ou inerte, pois tem valor em si mesmo independentemente do uso humano.<br />
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Reconheça as virtualidades contidas no pequeno e no que vem de baixo, pois aí podem estar contidas soluções globais.<br />
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Quando não encontrar uma solução, confie na imaginação criativa, pois ela esconde em si respostas surpreendentes.<br />
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Tome a sério o fato de que para os problemas da Terra não há apenas uma solução, mas muitas que devem surgir do diálogo, das trocas e das complementariedades entre todos.<br />
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Exercite o pensamento lateral, quer dizer, coloque-se no lugar do outro e tente ver com os olhos dele. Assim verá dimensões diferentes e complementares da realidade.<br />
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Respeite  as diferenças culturais (cultura camponesa,  urbana, negra, indígena, masculina, feminina etc), pois todas elas mostram formas diversas de sermos humanos.<br />
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Supere o pensamento único do saber dominante e valorize os saberes cotidianos, do povo, dos indígenas e dos camponeses porque corroboram na  busca de soluções globais.<br />
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Cobre  que as práticas científicas sejam submetidas a critérios éticos a fim de que as conquistas beneficiam mais à vida e à humanidade que ao mercado e ao lucro.<br />
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Não deixe de valorizar a contribuição das mulheres porque são portadoras naturais da lógica do complexidade e são mais sensíveis a tudo o que tem a ver com a vida.<br />
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Faça um opção consciente por uma vida de simplicidade que se contrapõe ao consumismo. Pode-se viver melhor com menos, dando mais importância ao ser que ao ter e ao aparecer.<br />
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Cultive os valores intagíveis quer dizer, aqueles bens relacionados à espiritualidade, à gratuidade, à solidariedade, à cooperação e à beleza como os encontros pessoais, as trocas de experiências, o cultivo das artes especialmente da música.  <br />
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Mais que parte do problema, considere-se parte de sua solução. <br />
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FONTE: http://www.leonardoboff.com/site/lboff.htm]]></description> 
					<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 18:30:00 EDT</pubDate> 
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                </item> 
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                    <title>Como Despertar Uma Sociedade que se Deixa Manipular?</title> 
                    <link>http://criscasty.tigblog.org/post/466331</link> 
                    <description><![CDATA[Se você parar e prestar atenção, irá notar que nossas cidades estão entupidas de Farmácias, Concessionárias (Carros!!!!!), Escolas de Inglês, fast-food, construções e mais construções, além de bares em cada esquina e muita fumaça!<br />
O quê quero dizer com isso? Claro, é interessante aprender e ter contato com outras línguas e culturas, mas a nossa tem que ser utilizada e valorizada em primeiro lugar!<br />
Estamos construindo bastante, sem planejamento e você sabe onde vamos chegar com tanto prédio, por exemplo? É tão feio, e chega a ser uma agressão trocar áreas verdes por shoppings, cimento, estacionamentos, mega-supermercados, etc! <br />
O Ser Humano esqueceu da sua força interior, da sua saúde, pois até em inauguração de Farmácia ele marca presença. Faz sentido isso?! Farmácia demais só pode significar uma dependência absurda de remédios. E os laboratórios compram muitos médicos com altos jantares, apartamentos, carros...você acredita e esquece que tem uma energia poderosa por dentro! Coloque tudo isso pra funcionar antes de qualquer coisa. Não seja mais um robô da civilização high tech! <br />
Ah! Fast-Food, além de comer rápido, todos querem ser cada vez mais rápidos em tudo na vida. Eu não quero ser, sentir, fazer, comer, realizar, viver rapidamente, não, eu quero qualidade não importa quanto tempo irá demorar.<br />
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Comece a pensar em como substituir tudo isso por uma sociedade que possa valorizar a essência, a profundidade, o ser interior, o equilíbrio entre o espírito e o material, o prazer em todas as sua formas, o amor, a emoção, o sentimento, o contato com a natureza, a simplicidade, a sabedoria, a troca de carinho...enfim tudo que realmente precisamos desenvolver e aperfeiçoar nessa Terra!]]></description> 
					<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 10:06:00 EDT</pubDate> 
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